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O Inicio da Fantasia

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wesleypires_profileNomeie seus personagens, preparem seus estoques de Potions, arrume seu grupo adequadamente e compre seus equipamentos e magias, pois irá começar a partir de agora outra série de matérias, envolvendo o jogo que, para mim é o melhor RPG de todos os tempos. E estou falando de FINAL FANTASY.

Depois do grande sucesso (ou não) da série de matérias sobre a franquia Kingdom Hearts, dividida em quatro partes (confira aqui a , , e partes), é hora de outra franquia da Square-Enix ser citada neste humilde site. Antes de tudo, devo salientar que a partir desta matéria, estarei fazendo em meus posts citações de musicas do jogo em questão, através do site GoEar, portanto sempre terão alem da matéria, musicas do jogo para ouvir e dar a sua nota quanto a composição. Vale lembrar que estarei focando no jogo como um todo, e eventualmente, pode conter spoilers do enredo. E nesta primeira matéria, irei falar do primeiro jogo da série, que seria o ultimo jogo da Square.

A Square era uma pequena empresa que fazia jogos, títulos até então, sem sucesso expressivo. Utilizando seus recursos para o que seria a ultima cartada da Square, Foi incumbido a Hironobu Sakaguchi fazer um jogo que salvasse a empresa. Ao perguntarem para ele que tipo de jogo ele faria ele respondeu: “Eu não tenho o que é preciso para fazer um jogo de ação. Acho que sou melhor para contar uma história.” Inspirado em outros títulos da época, como Dragon Quest, Ultima e Legend of Zelda, em 1987, Nasceu  Final Fantasy, contando com o próprio Sakaguchi na direção, alem do desenhista promissor Yoshitaka Amano no design dos personagens e o compositor Nobuo Uematsu nas musicas.

--> Sakaguchi, Amano e Uematsu

--> Sakaguchi, Amano e Uematsu

Surpreendentemente o jogo foi um sucesso de vendas, sendo a segunda franquia de RPG mais jogado no Japão, perdendo apenas para Dragon Quest, fazendo mais sucesso no ocidente em virtude da nova maneira em que os personagens são tratados, bem como os temas mais adultos presentes na história.

Somos introduzidos a um imenso mundo sem nome, onde existem 4 cristais que representam cada elemento, que são o fogo, vento, água e terra. Pouco a pouco, os cristais começam a perder o seu brilho. O templo submarino é destruído, devido às violentas tempestades, e o cristal da água se torna negro. O povo conhecido como Lufenian, que usava o poder do cristal do vento para erguer civilizações sobre as nuvens e construir Airships vê o seu reino cair, quando o cristal do vento se torna negro. Os cristais de fogo e da terra também se tornam negros, causando deterioração na terra, e eventualmente uma queda na vegetação. Então, um sábio chamado Lukahn profetizou que quando a escuridão velar o mundo, quatro guerreiros da luz virão para nos salvar. E então 4 jovens guerreiros aparecem, cada um portanto um cristal de cada elemento, que não tem mais o seu brilho de outrora. Eles aparecem em Cornélia, primeira cidade do jogo, e descobrem que o guerreiro Garland raptou a Princesa Sara. Ai começa a jornada dos Guerreiros da Luz (Warriors of Light), com a missão de restaurar o poder dos 4 cristais, lutando com os 4 demônios (The Four Fiends) liderados pelo terrível Chaos.

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"Com licença, aquela senhorita me deve um dinheiro!"

Ao começar o jogo, você poderá escolher o nome dos 4 protagonistas, bem como suas classes iniciais, que são:

– Fighter: Pode carregar armas pesadas e armaduras, podendo causar grande dano físico. Evolui para Knight, podendo equipar outras armas e usar algumas White Magics. Nos remakes, é usado o nome Warrior. Eu considero a melhor classe por ter um bom ataque e defesa.

– Black Belt (Classe favorita de Chuck Norris XD): Mestre em artes marciais, podendo lutar de mãos vazias, ou equipar nunchaku. É a classe que causa maior dano físico, porem não equipa nenhuma armadura. Evolui para Master. Nos remakes, é usado o nome Monk. Caso queira vencer os inimigos sem preocupação, use 3 ou 4 Monks, porem a recuperação dependerá só de itens.

– Thief: Ladrão, não causa muito dano físico, porem possui a maior evasão, podendo fugir facilmente das batalhas, alem de ter uma taxa alta de hits. Evolui para Ninja, que pode equipar todas as armas e armaduras, alem de poder usar algumas Black Magics. Por não haver itens bons a serem roubados, não aconselho usar esta classe, só se quiser fugir das batalhas nas dungeons.

– White Mage: Especialista em White Magic. Não é um lutador nato, mas pode equipar Hammers para causar dano fisico. Evolui para White Wizard, que pode utilizar as mais fortes White Magics. Primordial ter um em seu grupo, ou então viver em função de itens de cura.

– Black Mage (Fire in the hole!): Especialista em Black Mage, mas um péssimo lutador. Nem tente atacar fisicamente com ele. Evolui para Black Wizard, podendo usar as mais fortes Black Magics do jogo, como Flare. Também é útil ter um em seu grupo.

– Red Mage: Pode usar algumas White e Black Magics, alem de poder equipar algumas armas, mesmo não tendo muito poder ofensivo. Evolui para Red Wizard. Não considero útil por não poder usar todas as magias, bem como não ter muito poder de ataque.

Menu de escolha de classes

Menu de escolha de classes

Por causa da quantidade de classes, as possibilidades de combinações eram gigantes, podendo formar um time totalmente ofensivo, ou um time usuário somente de mágica. Só para constar, meu time é 2 Fighters, 1 White Mage e 1 Black Mage.

A jogabilidade é como os RPG normais, têm um mapa mundial, onde enquanto percorre seu trajeto acontecem batalhas randômicas, onde você pode batalhar com os inimigos utilizando um esquema de menus, onde poderia escolher opções como “Fight”,”Magic”, “Item” e “Flee”, resultando em ganho de experiência para evolução de personagens, aumentando seus atributos como defesa, ataque e mágica (vale lembrar que inicialmente o level máximo era 50), e Gil, a unidade monetária presente nos próximos, Final Fantasy, usado para comprar armaduras, armas, magias,itens, etc. O ponto positivo nas batalhas é que ao invés de ter uma perspectiva em primeira pessoa, como em Dragon Quest, a tela de batalha era vista de lado, podendo ter até nove inimigos de uma só vez, alem de poder ver com clareza quem atacava em seu grupo. Apesar de meio rústico nos dias atuais, os gráficos apresentados na época eram os melhores da geração 8 bits, trazendo efeitos até então impensáveis nos consoles.

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"Esses Goblins vão ver o que é bom pra tosse!"

Aqui temos a aparição de dois elementos que serão recorrentes nos próximos Final Fantasy, que é a menção de Cid, um homem que construiu a primeira Airship, e Bahamut, o rei dos dragões, que promove a evolução das classes. Aqui não havia o MP para calcular o uso de magias. Cada nível de magias, que vai de 1 até 8, tinha um numero de vezes que podia ser usada, não usando o MP (Magic Points), sem contar que cada nível aceitava somente 3 magias, estas podendo ser compradas nas lojas, portanto a escolha das magias a serem usadas requer estratégia.

O primeiro Final Fantasy era bastante difícil, pois só era possível salvar dentro das cidades, bem como só poderia ressuscitar o personagem morto através da magia Life, ou então através das igrejas que tinham nas cidades. O preço das magias fortes era absurdamente caros, e um problema que eu achei ao jogar é que em alguns casos, onde aparecem inimigos mais fortes em um determinado lugar, mesmo se derrotar ele, sair e voltar do mesmo espaço onde encontrou ele, ele estará lá do mesmo jeito. Caso clássico é o inimigo Evil Eye, na quest onde você deve pegar a Levistone. Antes de pegar ela, você o enfrenta e vence. Mas isso não impede que você saia do espaço dele e volte para enfrentar ele de novo, numa maneira fácil de subir levels, porem perigosa.

Abaixo algumas imagens:

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O ponto que eu considero o divisor de águas é a trilha sonora. O simples fato de ter em média 20 composições em um só jogo já é um fato impressionante, fato creditado ao gênio Nobuo Uematsu, que apesar de ter feito outras trilhas sonoras de outros jogos, Final Fantasy foi o que lançou ele ao estrelato. O tema inicial, “Prelude” ficou tão grudado na cabeça dos jogadores que se tornou o tema inicial dos outros jogos da franquia e uma das marcas registradas da série. Eu falando não adianta nada, então abaixo estão algumas musicas presentes no jogo, retiradas do álbum “All Sounds of Final Fantasy”. Ouçam e tirem suas conclusões:

– “Opening Theme

– “Cornelia Castle

– “Main Theme

– “Matoya’s Cavern

– “Town

– “Battle Scene 1

– “Victory!

– “Ending Theme

Devido ao sucesso do jogo, ele foi portado para várias plataformas, como MSX2, Wonderswan, PSX (Final Fantasy Origins), Game Boy Advance (Final Fantasy I & II: Dawn of Souls), para os celulares japoneses e recentemente para o PSP, todos contando com melhorias como aumento de palhetas de cores, mais canais de som, opção de salvar na versão do MSX2, adição de cutscenes em CG e adição de artworks.

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Versão do GBA

As mudanças na versão Dawn of Souls, do GBA foram as mais significativas, dentre elas a adição do bestiário tanto do primeiro quanto do segundo jogo, a adaptação do uso de magias usando o MP, novas dungeons contendo chefes do FFIII, IV, V e VI, e o mais polemico foi a queda da dificuldade, tanto nos monstros quanto no fato de poder salvar em qualquer lugar do mapa. Porem a meu ver, para aqueles que conheceram a série a partir dos títulos de Super Nintendo, ou ainda a grande maioria que começou a jogar a partir do Final Fantasy VII, é uma ótima imersão ao primeiro titulo, sem trazer uma jogabilidade não amigável para os marinheiros de primeira viagem no gênero, mantendo a premissa original.

Como provado acima, o jogo foi um grande sucesso, e claro que houve continuação. Porem, isso é assunto para outra matéria. E então, o que acharam? Duvidas? Reclamações? Elogios, ou caixas de bombom a serem enviadas? Comentem abaixo o que acharam desta primeira matéria feita com muito sangue, suor, lagrimas e Potions. E o que você está esperando que ainda não foi jogar essa obra prima?!

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"Oba, vou ir jogar agora!!!"

O Reino dos Corações (Kingdom Hearts) – PARTE 1

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wesleypires_profileSim fanboys!

É isso que estão pensando! Vou comentar  sobre  uma das minhas séries favoritas, Kingdom Hearts.

E neste artigo, vou começar com o primeiro titulo que saiu para o PlayStation 2 com o mesmo nome. Fanboys, alegrem-se.

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Fanboy feliz com o post

 Como já dito em minha matéria sobre crossovers, a série é um dos crossovers mais bem sucedidos na história dos videogames. Kingdom Hearts surgiu da colaboração entre a Square Enix e a Disney, a fim de unir os universos de Final Fantasy e Disney, projeto encabeçado por Tetsuya Nomura.

De inicio, muitos torceram o nariz e tiveram duvidas se a união daria certo, pois a saga de Final Fantasy detém uma temática adulta e os personagens Disney tem apelo mais infantil, visando o seu publico, que é  mais jovem. Apesar de tudo, o jogo foi lançado e teve boas avaliações, tendo em vista a jogabilidade simples e história sem furos.

A história gira em torno de Sora, garoto que mora em Destiny Islands ao lado de seus amigos Riku e Kairi. Os três planejavam conhecer os outros mundos, e para isso construíram uma jangada (uma jangada que atravessa mundos?! Whatever!). Porem, na noite precedente ao dia de partida, a ilha é atacada por seres similares a sombras, conhecidos como Heartless, que resultou no desaparecimento de Riku e Kairi.

Heartless

Heartless

Quando Sora se depara sozinho para enfrentar os monstros, ele adquire a arma  Keyblade, que é uma mistura de espada e chave. Após ser sugado por um buraco negro, Sora acorda em Traverse Town, cidade onde ele encontra personagens conhecidos do “panteão finalfantasiano”, que são Cid, Yuffie e Aeris, de FFVII, e Leon (codenome de Squall) de FFVIII.

Lá é esclarecido mais coisas sobre os Heartless, bem como é o primeiro encontro com Donald e Goofy (Pateta), que são cavaleiros do Rei Mickey, que desapareceu e incumbiu os dois de procurarem o “portador da chave”.

Daí para frente começa a aventura deles pelos mundos, para selar os Keyholes e lacrá-los para evitar os ataques dos Heartless, e ao mesmo tempo, procurar Riku e Kairi.

Veja abaixo algumas cenas do jogo:

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Não há duvidas de que Kingdom Hearts foi um sucesso de publico. Mesmo fugindo do esquema padrão de RPG, e indo para o esquema de lutas em tempo real, o jogo manteve elementos da série, principalmente com nomes de magias, itens, elementos como HP, MP, AP, entre outros.

Outro ponto extremamente positivo foi terem escalado atores de ponta para dublarem os personagens, como Haley Joel Osment (Sora), David Gallagher (Riku), Hayden Panettiere (Kairi) e Billy Zane (Ansem).

Porem alem de atores de primeira grandeza (ou não!) chamaram os dubladores originais dos personagens clássicos da Disney e Final Fantasy, como Waine Allwine (Mickey), Tony Anselmo (Donald), Billy Farmer (Goofy), Steve Burton (Cloud Strife) e Mena Suvari (Aerith. Sim, a garota do filme Beleza Americana).

Houveram reações negativas quanto ao dublador de Sephiroth, que era o ex-NSYNC Lance Bass, e para não haver problemas, na continuação foi substituído por George Newburn.

 

Acreditem, o robô do filme A.I é o Sora

Haley Joel Osment = Sora

As musicas continuam sendo o destaque, como em outros jogos da Square. A trilha sonora foi composta por Yoko Shomomura e as musicas de abertura e encerramento foram feitas pela cantora Hikaru Utada.

Muitos mundos da Disney tive a trilha sonora original, sendo adicionadas algumas mudanças. Os fâs reclamaram que não há tantas mudanças nas musicas de batalha e de chefes. Recomendo que termine o jogo e veja a incrível musica de encerramento. É de fazer marmanjo chorar, eu garanto.

Enfim, eu recomendo este titulo. Há tudo o que um gamer quer: bons gráficos, história concreta, personagens cativantes e para os hardcore, diversas sidequests a serem feitas.  Para aqueles que já zeraram o jogo, recomendo o Kingdom Hearts: Final Mix, que é o mesmo jogo, mas com várias adições, como novas cut scenes, novos inimigos, novas Keyblades, entre outras coisas.

Já deixo aqui o recado: a próxima será sobre Kingdom Hearts: Chain of Memories. Aguarde.

 

Ele está esperando

Ele está aguardando

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Resetrospectiva 2008 – A Retrospectiva do NoReset

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podcast_logoO ano termina, mas ainda você pode conferir o que aconteceu em 2008 com os editores do NoReset. Finalmente, o NoReset tem um podcast! O site estréia no último dia do ano o seu conteúdo no formato áudio, que pode ser baixado, para ouvir no seu MP3 ou computador,  no site http://noreset.podomatic.com ou então clique abaixo e ouça direto no player o resumo de 2008, nos comentários e apresentação de Cido Coelho e Gustavo Oliveira. A retrospectiva foi gravada no dia 29 de dezembro, em pleno domingão!

Além disso, a Resetrospecita traz com bom humor e piadas sem graça os fatos que marcaram o NoReset e o internauta que acompanha todas as informações do mundo dos games e da tecnologia.

Mande um email para o noresetmail@gmail.com ou comente logo abaixo sobre o que você achou do primeiro e último podcast do ano que chega ao fim. Comente também sobre os assuntos que foram pauta da Retrospectiva do NoReset.

PARTE 1 (44 minutos)

PARTE 2 (52 minutos)

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Resumo da semana; veja o que rolou até 20/12/2008

noreset_resumo_semanaresumodasemana_teaserCido CoelhoO ano está acabando, mas não é por isso que o NoReset vai ficar parado! Veja o que aconteceu na semana que acabou. A redatora Rebeca Gliosci trouxe duas novidades sobre a continuação d´O Exterminador do Futuro e o próximo filme que vai contar as origens do Wolverine.

Além disso, o redator Fernando Uehara fez uma análise bacana sobre os cenários de games que chegam próximo à realidade.  E após a chegada dos nova redatora noresetiana Julyana Rosa, temos uma nova aquisição.

O redator novo vem direto de Goiás para trazer muitas novidades aqui no NoReset. Wesley Pires traz uma boa lista sobre jogos para celular.

Temos também momentos de otimismo, com as vendas do PlayStation 3 na comunidade Home, lançada pela Sony a menos de 2 semanas e a Nintendo que promete investir forte na divulgação de Dragon Quest X no Ocidente.  Já a Capcom, ousada, lança junto com a DC Comics um gibi que explica a saga de Resident Evil e o fanfarrão do Hideo Kojima, metido a Zé Graça, lançou finalmente o Metal Gear Solid para o iPhone e iPod Touch.

E como não pode deixar de ser, as cachacisses cinematográficas insistem a aparecer no cinema. Alguns investidores resolveram apostar na versão de The King of Fighters nas telonas.  E também tivemos o jogo da semana, você pode fazer igual ao jornalista iraquiano e jogar o sapato contra o quase ex-presidente norte-americano.

E para fechar a semana, o editor Gustavo Oliveira propôs um “MEME” coletivo sobre fases de jogos de games que a equipe NoReset jogou e aprovou e o editor Cido Coelho terminou com uma dica de culinária gamística. Na China foi aberto um restaurante para os fãs de World of Warcraft.

É isso aí pessoas! Continue com a gente e confiram as melhores matérias na semana!

* Finalmente veremos o “futuro” de “O Exterminador do Futuro
* Está chegando a hora de conhecer as origens…
* Campus Party Brasil 2009 vendeu cerca de 60% dos ingressos
* Pesquisa: Mulher prefere mais internet do que sexo
* A next Metal Gear is… TOUCH!
* PSP ganha jogo do filme Dragon Ball e DS terá GTA
* The King of Fighters: The Movie! Fujam para as colinas!
* Resident Evil nas páginas dos quadrinhos
* Jogue o sapato no Bush em: a esquiva do calçado iraquiano!
* Diversão na palma da sua mão
* PlayStation Home vende consoles e HDTV da prejuízo
* “Dragon Quest é o símbolo da cultura de jogos no Japão”, diz Nintendo
* As melhores fases dos Games (Parte 1)
* Indique o NoReset no Best Blogs Brasil
* Chinês inaugura restaurante inspirado no World of Warcraft
* Activision vai dar músicas para quem comprar Guitar Hero
* “PS3 passa por um grande momento”, diz Sony
* Warner Bros compra mais uma parte da Eidos
* Video Game Awards 2008
* Eu gosto de cores!
* Para G1,  Braid é melhor que Metal Gear 4
* Releituras de musicas de jogos com 8-Bit Instrumental

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“Dragon Quest é o símbolo da cultura de jogos no Japão”, diz Nintendo

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Cido CoelhoApós anunciar Dragon Quest X para Nintendo Wii, o presidente da Big N, Satoru Iwata, afirmou que a empresa está disposta em promover o jogo para as bandas ocidentais. De acordo com o executivo, o jogo pode ser um grande rival no Ocidente e continuar a ser um grande sucesso no Japão.

“Com o lançamento de Dragon Quest IX, existem duas coisas que quero tornar realidade. A primeira é criar um mercado de jogos de sucesso no Japão, com a ajuda de Dragon Quest, que rivalize com o mercado ocidental”, comentou.

Além disso, Iwata quer aumentar o número de jogadores e fãns da série, que é um dos símbolos da cultura de jogos no Japão, e acredita que trabalhando em conjunto com a Square Enix pode fazer o Dragon Quest um jogo bem sucedido Ocidente com forte investimento na divulgação da série, como foi feito com o puzzle Brain Age.

“Queremos uma equipe forte para promover o jogo no Ocidente. Na Nintendo pudemos popularizar a série ‘Brain Age’ fora do território japonês, onde as pessoas diziam ser impossível. Agora quero aumentar em todo o mundo o numero de pessoas que entendam o apelo de Dragon Quest, que representa toda a cultura de jogos do Japão, mesmo que consigamos apelar a uma só pessoa. O meu objectivo é trabalhar em conjunto com o senhor Horii e a Square Enix”, explicou com otimismo o executivo da Nintendo.

Lançado em 1986, Dragon Quest encantou todo o território japonês.  Como sempre o jogo foi muito bem visto e vendido no Japão, as vendas internacionais podem ser a grande jogada – certa e pontual – da Nintendo.

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