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Resumo da semana – 02/08/2009

Da série Genéricos: First Person Shooters

noreset_fuleiragens

fpsgenerico

fernandiouehara_profileEu admito: atirar nos outros sem consequências fatais é extremamente divertido. É por isso que inventaram paintball, laser shots e os jogos de tiro em videogames e no computador. Counter Strike é, até hoje, um dos jogos em que eu mais gastei horas e mais horas jogando no auge das lan houses.

Jogos como Wolfenstein, Doom e Quake levaram o tiroteio até os jogadores, Half Life e seu mod mais famoso, Counter Strike, popularizaram de vez a febre, e Halo se encarregou de colocar os consoles no mesmo patamar dos computadores quando o assunto é atirar nos outros.

Mas e aí? O que mudou desde o primeiro Halo? Os gráficos? Sim, mas o que mais?

Hoje, somos bombardeados (rá!) com inúmeros jogos de tiro, todos eles muito parecidos. Os jogos do gênero FPS (First Person Shooter, jogos de tiro em primeira pessoa) possuem uma checklist que, se atendida, já rende um belo jogo. Mas sabe por que? Porque é uma fórmula testada e aprovada, que garante horas de diversão, mas não diferencia um jogo do outro.

Ausência total de cores Gráficos de última geração? Ok.

Sangue jorrando e corpos caindo Física realista? Ok.

Gritaria virtual Multiplayer online? Ok.

Nota 9 garantida na maioria dos reviews!

Com isso, não entendo a guerra (rá!) dos consoles entre fanboys alucinados, principalmente quando um diz que Halo 3 é melhor que Killzone 2, ou vice-versa. Qual a diferença? Não é só apontar a arma e atirar?

Não culpo ninguém por gostar desses jogos, mas é o tipo de jogo que, se você jogou um, jogou todos. E digo mais, se a Nintendo e seus jogos casuais são uma “ameaça” aos “jogadores hardcore-true-from-hell”, os zilhões de FPS genéricos que saem pra todos os consoles são uma ameaça à criatividade e à inovação nos jogos de videogame.

Pelo menos, a maioria das produtoras já (?) enxergou que a Segunda Guerra Mundial não tem mais graça. Agora, que tal aposentarem os soldados espaciais?