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Start your engines: Need for Speed Shift chega no Brasil

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cidocoelho_profileÉ caros leitores do NoReset! Vocês devem ter estranhado o porquê de não ter publicado as novidades do Need for Speed Shift, conforme havia anunciado no Twitter, no sábado, dia 19!

Tive alguns problemas e estava (ainda estou enrolado!) com alguns compromissos, mas segue a matéria do NoReset, que tarda mas não falha. Por isso, leia abaixo e veja as imagens.

A Electronic Arts (EA) reuniu blogueiros especializados, em uma lan house, em São Paulo, para o lançamento brasileiro do jogo Need for Speed Shift, que vai chegar às lojas no dia 25 de setembro. O jogo é o primeiro dos três produtos (os próximos são as versões Nitro e World Online) da série Need for Speed que a produtora pretende lançar até 2010.

Desenvolvido pela Slighty Mad Studios, em colaboração com a Black Box e pela equipe da EA, a versão Shift, apresenta belos gráficos, cenários e carros bem feitos e tem como diferencial em relação aos outros jogos de corrida, o modelo de pilotagem – mais realista e baseado na física.

O jogador é colocado na perspectiva do piloto, percebendo as forças da gravidade (a famosa força G), o realismo do cockpit e o impacto das batidas, que de certa forma o deixa desnorteado, pois a tela treme de forma violenta e fica cinza, passando a sensação de um acidente. Algo inédito em um jogo de corrida.

Além disso, o jogador tem a sensação de sentir as alterações na superfície da pista e os limites da aderência dos pneus.

“O principal diferencial do Need for Speed, que é conhecido por ser um jogo mais de rua, tradicional na série, agora é mais profissional e isso é a grande mudança. Ele sai da rua, do clandestino, e vai para uma coisa mais profissional mais simulador, mais para as corridas reais” diz o gerente geral da EA Brasil, Jonatan Harris.

O jogo tem os modos Carreira, em que o piloto faz a reputação em várias corridas; o modo Jornada, em que o jogador começa de um local desconhecido, enfrentando vários desafios e construindo sua carreira de piloto; e é claro, como não pode deixar de ser, o Need for Speed Shift tem o modo Online, onde o jogador pode enfrentar os desafios na internet contra outros jogadores espalhados no mundo.

E o jogo não fica só nisso, o Need for Speed Shift traz uma boa playlist que tem as músicas de artistas como The Prodigy, The King Blues, Jamal, Twisted Wheel e mais 20 artistas. Veja a lista:

Artista Música
Buraka Som Sistema feat. Pongolove Kalemba (Wegue-Wegue)
Chase And Status feat. Plan B Pieces
Deadmau5 Ghosts N Stuff
Eagles Of Death Metal Anything ‘Cept the Truth
Fort Knox 5 feat. Asheru Insight (The Nextmen Remix)
Gallows I Dread The Night
In Case Of Fire This Time We Stand
Jamal Pull Up
Kanye West Paranoid (Part 2)
Kasabian Underdog
The King Blues The Streets Are Ours
Mala Rodriguez Te Convierto
Mando Diao Mean Street
MSTRKRFT feat. E-40 Click Click
N.A.S.A. Whachadoin? Feat. Spank Rock, MIA, Santigold and Nick Zinner
The Prodigy Run With The Wolves
The Qemists feat Mike Patton Lost Weekend
Regular John Transmitter
Rootbeer Under Control
Shinichi Osawa Electro 411 (Lies In Disguise Mix)
Spoon Harris & Obernik Baditude
TOKIO Dogonim
Twisted Wheel Oh What Have You Done
Two Fingers feat. Sway High Life

No final do evento, onde os blogueiros (e jogadores) puderam experimentar como é ser piloto no Need for Speed, todos foram convidados para ir até um kartódromo, localizado em Barueri, onde todos puderam correr de kart para poder comparar o jogo com a pilotagem real.

Veja a lista dos blogs participantes:

– Judão;
– Puro Pop;
– Continue;
– Pensamento Gamer;
– Menina que joga;
– Game Girl;
– Jogorama;
– In Game ad.Diction;
– NoReset;
– Nerd somos nozes;
– Hadouken;
– Eita Preula;
– News inside;
– GoLuck;
– Haznos;
– Velocidade;
– Infomaniaco;

Confesso que saí com os braços doendo após pilotar um kart. E de certa forma, eles me convenceram que o jogo se aproximou com a sensação de um piloto real.

O jogo Need for Speed Shift estará disponível nas prateleiras brasileiras a partir do dia 25 de setembro para os consoles Xbox 360, Playstation 3 e PC.

Assista os vídeo oficial onde os blogueiros (eu incluso) comentam sobre o jogo e veja também como foi a corrida.

ENTREVISTA
“O Gran Turismo 5 não é nosso concorrente”

O gerente da Electronic Arts Brasil, Jonatan Harris,  foi entrevistado pelo NoReset e conta que o Need for Speed Shift “legalizou a série”  e que o jogo não concorre com o Gran Turismo, da Sony

Jonatan Harris, gerente geral da EA Brasil

Jonatan Harris, gerente geral da EA Brasil

podcast_logoClique aqui e ouça a entrevista que o gerente geral da Electronic Arts Brasil, Jonatan Harris, cedeu ao editor do NoReset. Cido Coelho.

Ele fala sobre o lançamento nacional do game Need for Speed Shift, o que há de destaque nesse novo lançamento e sobre a concorrência com Gran Turismo 5, da Sony.


*Para saber mais e conhecer o jogo acesse o site oficial do jogo no Brasil e o canal de vídeos:

http://www.youtube.com/user/NeedForSpeed

http://www.brasil.ea.com/games/17185,pcdvd/gameinfo/

Galeria de fotos do evento e da corrida:

Quero aproveitar este espaço para mandar um abraço para todo mundo! Foi legal pra caramba o evento e espero revê-los na próxima vez…

Rock Tour: videogame, rock e tietagem

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gustavooliveira_profileOntem, dia 22 de agosto, sábado, aconteceu o show de blogueiros do Rock Tour, o segundo evento mais importante dos últimos 30 anos (perdendo apenas para a data de meu nascimento). Para quem não sabe de que se trata, eu explico:

O Rock Tour é uma promoção criada pela Master Card que coloca um “palquinho” de rock muito estiloso em alguns shoppings da capital paulista para que os possuidores do cartão de crédito possam bancar o rockstar numa acalourada partida de Rock Band 2. Mas a data de ontem foi dedicada exclusivamente para a blogosfera deixar a personalidade nerd trancada no armário e mostrar o seu lado de astros do rock . Continue lendo

Especial Rock Tour: the clash of gameblogs

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rockbandMastercard2cidocoelho_profileAmigo NoReset! Acabei de chegar do Rock Tour, organizando por uma empresa de cartão de crédito e do Game Bar, organizado pela Menina que Joga. Mas essa nota rápida é para avisar que o Gustavo Oliveira que fugiu do Game Bar, prometeu escrever a matéria sobre o Duelo de Bandas Rock Tour. E acredito que está a caminho.

Cido Coelho e Gustavo Oliveira acompanharam o crossover de Hadouken, GoLuck e Continue (o blog hardcore, graaaaur!), no Shopping Morumbi, em São Paulo.  Isso porque o Geek Pobre, Gus LanzettaMarcos Diniz (ex-GoLuck) estavam por lá… Imagine como foi isso!

Logo liberaremos o especial com fotos e tudo que aconeceu na disputa dos gameblogs no Rock Band. Muitas risadas e cachacisses rolaram a solta no Morumbumbas! Foi muito legal.

Em breve tem mais! Vai ter muita foto e texto bem legal produzidos pelos dois insanos que ajudam a cuidar desta bagaça!

NoReset
Fuleiragens e Chinelagens é só aqui!

Especial Sonic 18 anos: ele vira adolescente!

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ESPECIAL 18 anos de Sonic: ele chega a adolescência!
Pois é amigo NoReset! Eu acordei a pouco e estava pesquisando na bom e velha internet, quando me deparei uma coisa que passou meio apagada na blogosfera gamer: o Sonic fez 18 anos. Apesar do atraso de um mês, resolvi fazer um especial bacana para você que acessa este humilde blog todos os dias de sua vida. Veja o rápido vídeo, logo abaixo:
Cara… Parece que foi ontem, em mil novecentos e preto e branco, após as aulas chego na casa de um amigo, e vejo ele com o seu Mega Drive, na tela um “bichinho” azul e a tela correndo numa velocidade mais rápida que os meus olhos lerdos podiam acompanhar.
“É Sonic! Joga ae, é legal!”, diz o meu então amigo. E pela primeira vez experimentei um console da Sega. Cara, eu tinha um jogo com a qualidade dessas no meu Nes. Eu precisava conhecer e jogar mais isso, era muito bom!
Assim, aos poucos fui percebendo que não precisamos mais ser dominados por um encanador bigodudo, tinhamos um concorrente de peso e que peso. Na TV a propaganda da Tec Toy mostrava como que o Sonic do Mega Drive era muito mais superior que o do Master e ficava mais alucinado, querendo conhecer mais e mais sobre o Sonic.
Até então, na casa de outro amigo, esse que até hoje virou meu brother, estava jogando Maximum Carnage, que também é um jogo bem marcante, mas vamos falar do Sonic, né…
Voltando, ele trocou o cartucho –  até lembro do adesivo, no rodapé, tem a logomarca do Mega Drive e logo acima, um fundo azul, um baita “2” laranja e o Sonic com o seu parceiro Tails (eu devo ter esse cartucho guardado em algum armário, aqui em casa…). O início é marcante aos old gamers: “Seeeegaaaa!”
Sim, era Sonic 2 e eu ficara cada vez mais alucinado com esse personagem que marcou muito a minha vida. Ah, sim! Também não posso esquecer do Sonic Spinball, que não era tããão ruim, mas, também, não era tããããão bom…
Depois conheci, Sonic 2, Sonic 3, Sonic & Knuclkes e suas combinações com as três últimas versões de sucesso. Claro, depois conheci Sonic no Sega Saturn (ou Saturno para quem gosta dizer assim), nas versões Sonic R (que me decepcionou…), que prometia ser o grande rival de Mario e o então Super Mario Kart dos nintendistas, e claro, Sonic 3D Blast, no qual o Mega Drive, na UTI, também teve a chance de receber uma versão.
E por fim temos as versões do Dreamcast com o bem feito Sonic Adventure… E na nova geração PS2, pude jogar o Sonic Unleashed, que muita gente torceu o nariz por causa da mother fucker modificação, mas eu gostei de tudo, principalmente das músicas que vem naquele jogo e por fim, recentemente, pude conhecer o Sonic CD, que apenas 10 pessoas no Brasil conseguiram comprar e jogar o rápido mascote o famoso Sega (Mega) CD.
Esse é um pouco da minha vida na passagem pelo Sonic. Agora vamos falar sobre a história do ouriço.
O começo
Sonic the Hedgehog nasceu em 1990, a partir de uma solicitação da Sega ao seu estudo AM-8 (a Sega tinha estúdios divididos pela sigla AM, que ia do AM1 até o AM9, veja no quadro). A produtora pediu para que criassem um jogo para o seu super console de 16 Bits, Mega Drive, e que esse jogo tinha que superar a marca de um milhão de unidades vendidas.
O personagem tinha que se tornar a nova cara da Sega, abandonando o então “jankepot man” e velho parceiro, Alex Kidd, que não era tão legal e carismático (na visão da Sega) que o Mario da Nintendo. Sim, Sonic, literalmente, “puxou o tapete” do Alex Kidd, que nasceu no Master System, o console loser da Sega na batalha dos 8 Bits contra o Nes.
O ouriço azul, que nasceu dos traços de Naroto Ohsima, poderia ter sido substituído por um cachorro e até mesmo por um tatu. É meio impensável um tatu (?) como um mascote de um console…Em 1991, um cartucho com 512 KB, chega ao mundo Sonic The Hedgehog, que impressionou o mundo gamer daquela época, devido a velocidade, show de cores, músicas bem arranjadas e cenários muito bem feitos.
Esse foi o ponto de partida para ser a alternativa ao Mario e Luigi, pois Sonic e Tails mostravam que eles eram mais modernos e radicais. Depois da versão do Mega Drive, o Master System e o Game Gear receberam versões do novo mascote da Sega.
Sonic, junto com o Mega Drive foram os responsáveis pelo pontapé inicial para a “Guerra dos 16 Bits”. O sucesso do ouriço foi tão grande no Japão, que ao ser lançado no Ocidente, Alteread Beast que seria o jogo lançado junto ao então Genesis, foi deixado de lado e o cartucho do Sonic passou a acompanhar o console.
Jogos
Até maio 2006, foram vendidos mais de 44 milhões de unidades do game que teve passagem por Mega Drive/Genesis (Sonic The Hedgehog, Sonic 2, Sonic 3, Sonic 3D Blast, Sonic & Knuckles, Sonic Spinball, Dr. Robotinik´s Bean Machine, Sonic Special Stages, Wacky Worlds, Sonic Compilation com Sonic 3 in 1, Sonic Classics), Sega CD (Sonic CD), Sega 32X (Knuckles Chaotix, que sucedeu o protótipo Sonic Mars), Master System (Sonic The Hedgehog, Sonic´s Edusoft, Sonic The Hedgehog 2, Dr. Robotinik´s Mean Bean Machine, Sonic Chãos, Sonic & Tails, Sonic Spinball, Sonic Blast, Sonic Drift 2), para o portátil Game Gear (Sonic The Hedgehog 1 e 2, Dr. Robotinik Mean Bean Machine, Sonic Chaos, Sonic & Tails, Sonic Drift, Tails Adventures, Sonic 2 in 1 com Sonic 2 e Spinball, Sonic Labyrinth, Tails´Skypatrol, Sonic Blast, G-Sonic), para o console de 32 Bits que peitou o PlayStation One, Sega Saturn (Sonic 3D Blast, Sonic R, Sonic Jam) e aquele que foi o ultimo console construído pela Sega, o Dreamcast, com 128 Bits (Sonic Adventure, Sonic Shuffle e Sonic Adventure 2).
Após a desistência da Sega na produção de consoles, por alguns erros na condução do sucesso do Dreamcast, que tinha um bom hardware, produtoras de ponta, uma biblioteca de games promissora, ela resolveu sair da batalha dos consoles e virar uma fornecedora de games para as suas ex-rivais Sony, Nintendo e a parceira Microsoft, que ao meu ver usou a Sega como laboratório para o seu Xbox. E como o Sonic não tinha mais “casa”, ele deixou de ser rival do Mario e começou a fazer pontas ou dividiu a popularidade com o bigodudo do Mario na geração dos consoles mais poderosos.
Os consoles que receberam os jogos do Sonic na geração em que a Sega abandonou a fabricação de hardware foram o Nintendo Game Cube (Sonic Adventure 2: Battle, Sonic Mega Collection, Sonic Adventure DX, Sonic Heroes, Sonic Gems Collection, Shadow the Hedgehog, Sonic Riders) o portátil da Big N, Game Boy Advance (Sonic Advance, Sega Smash Pack, uma coletânea dos jogos da Sega com Sonic Spinball), Sonic Advance 2, Sonic Pinball Party, Sonic Battle, Sonic Advance 3, Sonic the Hedgehog Genesis) o outro portátil Nintendo DS (Sonic Rush, Sonic Rush Adventure, Mario & Sonic at the Olympic Games, Sega Superstars Tennis, Sonic Chronicles: The Dark Brotherhood, Mario & Sonic at the Olympic Winter Games, Sonic & Sega-All Stars Racing, que sairá em 2010), o console revolucionário Wii que recebeu várias versões do ouriço (Sonic and the Secret Rings, Mario & Sonic at the Olympic Games, Sonic Riders:Zero Gravity, Sega Superstars Tennis, Super Smash Bros Brawl, Sonic Unleashed, Sonic and the Black Knight, Mario & Sonic at the Olympic Winter Games, Sonic & Sega-All Stars Racing em 2010), o Sony PlayStation 2 que nasceu durante a morte da “maquina dos sonhos” (Sonic Heroes, Sonic Mega Collection Plus, SEGA Superstars, Sonic Gems Collection, Shadow the Hedgehog, Sonic Riders, Sonic Riders:Zero Gravity, Sega Superstars Tennis, Sonic Unleashed, Sony PlayStation 3, Sonic Next-Gen, Sonic Unleashed, Sonic & Sega-All Stars Racing) e o portátil Sony Playstation Portable (Sonic Rivals, Sonic Rivals 2).
A ex-parceira no Dreamcast e atual produtora de jogos do Microsoft Xbox também ganhou versões do Sonic (Sonic Heroes, Sonic Mega Collection Plus, Shadow the Hedgehog, Sonic Riders), e claro, O Xbox 360 também continuou recebendo jogos do ouriço (Sonic Next-Gen, Sega Superstars Tennis, Sonic Unleashed e Sonic & Sega-All Stars Racing que vai ser lançado em 2010).
Mutação
De Sonic “Ronaldo” a  Sonic “Lipoaspiração”
A imagem, que foi extraída do Kotaku tem a ver com o título, para perceber como que o Sonic evoluiu. Antes ele era mais baixinho e até gordinho, como o Ronaldo, mas após 18 anos, o pessoal do Sonic Team deram um trato no mascote da empresa: fizeram lipo, cuidaram do cabelo, da pele, esticaram ele e por fim deram olhos verdes. O Sonic de 1990 não é o mesmo de 2009. Pois, o Sonic de hoje ficou mais alto, magro e com um design mais para radical do que para “ai, que bunitinhoooo”. Olha aí.
Plataforma
2D consolidou o sucesso do Sonic
Um dos grandes motivos do sucesso do Sonic, que também contou com a potência do Mega Drive, foi a simplicidade nos controles, cenários ricos, vivos e bem coloridos e um dinanismo jamais visto no mundo dos games. Ele é um personagem que teve a ousadia de correr por meio de pistas com loopings, e voar em forma circular, como uma bolinha de prata que encontramos num jogo de pinball de qualquer shopping.
O ourico azul ajudou a encher os cofres da Sega, que quase foi para o buraco, com o “Crash dos Videogames”, em 1983 e ao mesmo tempo estimulou a Nintendo, que estava acomodada com o sucesso do seu 8 Bits e ao mesmo tempo a Atari estava caindo no esquecimento dos gamers por não inovar e manter a mesmice de pixels e animações estáticas, que já consolidaram a história dos games.
Mas, claro, como o Mario que coleta moedas para ganhar vidas, Sonic coleta argolas douradas, que o ajudam e defendem contra as ameaças, os robozinhos construídos por Eggman (ou Robotinik) controlados pelos inofensivos bichinhos da natureza.
E por incrível que pareça, apareceram alguns chatos, que querem aparecer mais que o jogo, falando que o Sonic não era tão bom, por ter poucos comandos e o personagem iria apenas para uma direção. Mas, os comentários caíram no esquecimento e Sonic continuou sobrevivendo uma geração seguida da outra.
Ouriço do 3D pode conseguir o mesmo sucesso do 2D?
Muita gente old gamer, como eu, que já jogou Sonic diz que o mascote da Sega está perdido no tempo. Ele tinha jogos muito bons na geração dos 16 Bits, mas na nova geração, com muitas mudanças, o ouriço da Sega tem que enfrentar o desafio de recuperar a mesma popularidade de antes. A sensação de muita gente que falou comigo é que o Sonic já não é mais o mesmo depois que a Sega deixou de fazer consoles, pois agora qualquer ideia mal elaborada vira um jogo do Sonic.
Para muitos, após os primeiros jogos do Dreamcast (Sonic Adventure 1 e 2) o Sonic perdeu aquele brilho dos 16 Bits. Agora, as novas apostas da Sega estão nos jogos Sonic Unleashed e Sonic Black Knight que tiveram bons elogios da crítica gamer. E resta para os mais nostálgicos que um dia, a Sega volte a fazer um console tão bom como os daqueles que foram feitos nos bons tempos para assim Sonic recuperar a popularidade de antes.
Curiosidades do mascote da Sega
Criador do universo – O pai da criança foi o programador do primeiro jogo foi Yuji Naka, que se iria tornar mais tarde o chefe da divisão Sonic Team, e o planeador do jogo foi Hirokazu Yasuhara. O jogo foi criado em 14 meses.
Música – A música dos dois primeiros jogos Sonic the Hedgehog para a Mega Drive foi criada por Masato Nakamura da banda japonesa de J-Pop, Dreams Come True, todas foram feitas exclusivamente para o jogo.
Vilão – O Dr. Robotinik (ou Eggman) teve inspiração no presidente norteamericano Theodore Roosevelt, que governou os Estados Unidos entre 1901 a 1909. http://pt.wikipedia.org/wiki/Theodore_Roosevelt
Porsche azul – O Sonic é azul e rápido porque o criador Yuji Naka é apaixonado por velocidade e ele é dono de um Porsche azul.
Não! Ele é azul por causa do logo – Outros especulam que o Sonic é azul por causa da logo da Sega.
Sonic Sayadin- O Super Sonic, do Sonic The Hedgehog 2, que se transforma com as sete Esmeraldas do Caos, foi inspirado na série Dragon Ball Z, quando o Goku e sua família Sayadin tem a possiblidade de se transformar em Super Sayadin. E quando você joga o Sonic & Knuckles com Sonic 3 e pega as 14 esmeraldas do jogo, o Sonic vira o Hyper Sonic, que é muito mais forte que o Super e pode destruir todos os inimigos da tela quando o pulo é pressionado por duas vezes. O criador do Sonic é fã da série da Toei Animation.
Ashura Sonic – Um bug do game, conhecido também por Sonic Punk, fez com que o ouriço ganhasse o apelido de Ashura Sonic. Isso aconteceu por causa de m erro na paleta de cores do Sonic 2.
Michael fez a musica do Sonic – No auge da crise do rei do pop, em 1993, Michael Jackson, que já foi personagem de um game da Sega, o Moonwalker, teria sido o compositor do Sonic The Hedgehog 3.
Com a evolução da crise judicial e de imagem que ele enfrentava, ele tinha abandonado o barco. Assista abaixo o vídeo em inglês e confira com seus próprios ouvidos. http://www.youtube.com/watch?v=JbVM-l2Oku4
Frank Sinatra inspirou a Sega – Outra teoria maluca é que o cantor inspirou o tema da fase Marble Zone, de Sonic The Hedgehog http://rapidshare.com/files/102390954/www.thefouron.com_-_Sonic_marble_zone_song.zip.html
Knuckles, carreira solo – No jogo de 32X, Sonic ficou de fora naquele que seria o Sonic 4. Porém, a Sega rasgou os planos e o jogo solo Knuckles Chaotix foi o único da Sega no qual o personagem azul ficou de fora.
HQ – Sonic tinha um anime. A Sega lançou duas OVAs que poderiam evoluir para uma série no Japão, mas novamente, a Service Games cancelou a ideia. No fim, as OVAs viraram Sonic The Hedgehog: The Movie, que nem deu as caras aqui no Brasil. Ele foi distribuido apenas nas salas de cinema da Europa e dos Estados Unidos.
A “mina” do Sonic – Amy Rose apareceu num mangá do Sonic em 1992 e ela estreiou apenas no Sonic CD do Sega CD.
Super Sonic Bros? Não mesmo! – Quase tivemos um Super Sonic, mas o Sonic Team segurou o nome Sonic.
Sonic em 3 plataformas pela primeira vez – Em 2003, o game Sonic Heroes foi o primeiro jogo do Sonic a ser lançado para 3 sistemas de empresas diferentes: o Nintendo Game Cube, Microsoft Xbox e Sony Playstation 2.
SNK – Porém, a primeira vez de verdade foi mesmo com a SNK (de KOF e Fatal Fury), com o game Sonic Pocket Adventure, para o portátil Neo Geo Pocket, em 1999.

cidocoelho_profilePois é amigo NoReset! Eu estava pesquisando na bom e velha internet, quando me deparei uma coisa que passou meio apagada na blogosfera gamer: o Sonic fez 18 anos.

Apesar do atraso de mais de um mês, fiz um especial bacana para você que acessa este humilde blog todos os dias de sua vida.

Veja o rápido vídeo, logo abaixo:

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O Início da Fantasia – Final Fantasy II

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wesleypires_profileOlá fanboys, gamers e whatever. Faz tempo que não uso esta introdução, nem tinha me dado conta. Desta vez darei continuidade à outra série de matérias, falando sobre o segundo jogo da franquia, que é Final Fantasy II.

Depois do estrondoso sucesso do primeiro jogo, A Square não quis perder tempo e já arregaçou as mangas para fazer um segundo jogo. Entretanto, como podem ver o primeiro jogo era uma história fechada, logo não dava brechas para uma possível continuação. Então decidiram criar uma história diferente, mantendo os aspectos do primeiro jogo, e acrescentando adições. Com isso, Final Fantasy II foi lançado no Japão em 17 de Dezembro de 1988, com Hironobu Sakaguchi, Yoshitaka Amano e Nobuo Uematsu repetindo a parceria vencedora.

Capa da versão de NES

Capa da versão de NES

Ao começar o jogo, vimos uma grande mudança, pois ao invés de ter a tradicional tela para nomear os personagens, começa já em uma batalha com os 4 personagens controláveis que são Firion , Maria, Gus e Leon, cada um com sua própria história, habilidades e o próprio nome, algo muito importante. No Reino de Fynn, o Imperador Palamencia começa a sua campanha de dominação de todo o mundo, e os protagonistas estão fugindo dos soldados do imperador, após terem a sua vila atacada por eles, sobrevivendo apenas os quatro. Após serem emboscados e ficarem à beira da morte, Firion, Maria e Gus são resgatados pelos homens da Princesa Hilda, que montou uma base rebelde perto da cidade de Altair. Os três decidem se juntar aos rebeldes para vingar o povo de sua vila, assim como reencontrarem o irmão de Maria, Leon. Mesmo com objetivos claros, ao  desenrolar veremos que a história é bem mais complexa, e nos encontramos com outros personagens que nos auxiliam, como o White Mage Minwu, o minerador Joseph, os príncipes de Kashuan Gordon e Scott, a pirata Leila e o Dragoon Ricard Highwind.

Foram adicionadas novas adições à jogabilidade. Mesmo sendo um RPG tradicional, o sistema de evolução é bem peculiar, já que ao invés de ganhar níveis, os atributos são medidos de acordo com o uso. Por exemplo, ao ganhar dano o seu HP e defesa aumenta , ao usar um tipo de arma especifica, a sua aptidão para  usar aquela arma aumenta, bem como aumenta o seu ataque, ao usar uma determinada magia, o nível dela aumenta. Contudo, existe uma série de bugs no jogo, sendo o mais famoso deles envolvendo sistema de evolução. Você podia acionar o comando para atacar, e ao passar o comando para outro personagem e voltar para o primeiro, o comando dado anteriormente ainda era computado, assim como os pontos de experiência. Assim em apenas uma batalha era possível evoluir os seus atributos rapidamente, e para aumentar os pontos ganhos era permitido atacar os membros da própria party.

FF_II_JAP_Battle

"Ih, acho que vamos perder!"

Assim como o seu predecessor, nas lutas eram posicionados 4 personagens, sendo que 3 eram os principais (Firion, Maria e Gus) e o quarto era outro personagem auxiliar, como Minwu, Leila e Leon. Porem você podia posicionar na linha de frente ou de trás (back row), sendo que os da linha de trás são imunes à ataques físicos porem causavam dano através de arcos e mágicas. Os inimigos também seguem o mesmo esquema, podendo ter 8 inimigos na tela, para causar dano físico à linha de trás, a linha da frente deve ser destruída. Outro conceito usado no jogo são as palavras chaves, aprendidas conversando com os NPC (Non-Player Charactere). Ao aprender as palavras chaves, você pode dizê-las a outros NPCs para progredir na história ou conseguir informações úteis.

"Receba esta rosa como parte do meu respeito!"

"Lombardi, qual é a resposta certa?!"

Somos apresentados a dois elementos que também marcarão presença nos próximos jogos. O nome Cid é mencionado no primeiro jogo (Versão Dawn of Souls) como o homem que criou as Airship, porem a partir do segundo jogo, sempre há um personagem chamado Cid, normalmente envolvido com Airships. Porem o outro elemento adicionado aqui são os Chocobos. Chocobos são criaturas parecidas com o Avestruz, de cor amarela, e são encontrados em pequenas florestas de formato circular. Usando eles, a velocidade ao trafegar no mapa-múndi aumenta, alem de não haver batalhas aleatórias.

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"Olha o Chocobo ai, minha gente!!!"

E indo para a seção “Som Brasil” da série (mentira!), é valido fazermos um adendo à trilha sonora do jogo. Nobuo Uematsu alem de manter os temas mais clássicos como “Prelude”, criou temas novos, principalmente a “Chocobo’s Theme”, musica que toca ao montar em um Chocobo, que mesmo sendo bem simples, ela é extremamente grudenta. Dentre outras, podemos citar:

– “Rebel Army’s Theme

– “Town

– “Main Theme

– “Imperial Army’s Theme

– “Dungeon

– “Airship

– “Finale

As versões das musicas para os remakes de WonderSwan, Game Boy Advance e PSX foram remasterizadas por Tsuyoshi Sekito.

Como o primeiro jogo, o segundo jogo foi bem recebido, apesar das criticas quanto ao método de evolução. O fato dos personagens terem cada um a sua história foi um grande atrativo, bem como os conflitos envolvendo o Império e os rebeldes. Tentaram lançar o jogo para o ocidente, com o subtítulo “Dark Shadow Over Palakia”, porem foi adiado por falta de tempo. Por causa disso, Final Fantasy II foi um dos primeiros títulos da série a ter tradução feita pro fâs, até sair a versão traduzida no Final Fantasy: Origins e Dawn of Souls. Durante as adaptações para outros consoles, os nomes sofreram mudanças. Por exemplo, Firion no NES se chama Firionel, Gus era Guy, e Leon era Lionheart ou Leonheart.

Versão para PSX

Versão para PSX

Sendo bem imparcial, creio que FFII abordou um esquema de evolução de personagens bem interessante, porem foi lançado em uma época errada. Jogos como Fable e Fable 2 são um grande sucesso, e usam um esquema similar de evolução, já que as suas ações influenciam nos poderes dos personagens, e na própria aparência do mesmo. Creio que se esse jogo não fosse Final Fantasy faria um sucesso pela inovação. O esquema de evolução me atrapalhou um pouco, já que para uma magia ser útil, você deve usar ela várias vezes. Até mesmo quando a magia Ultima é adquirida você deve usá-la muito para ser uma magia realmente útil, isso me deixou um pouco frustrado. Mas a história me agradou, já que temos personagens com personalidades próprias, personagens secundários também com uma carga dramática maior que o comum em RPGs, fazendo você se importar com eles, mesmo sabendo que daqui a pouco ele pode sair de seu grupo, ou até mesmo morrer.

Caraca, essa parte me deu um certo trabalho, já que muita gente não é favorável a esse jogo, mesmo sendo um bom episódio da franquia (ou não!). Bom, acho que vocês sabem contar (Ou não. Huahuahua!), então sabem o que esperar. Provavelmente vocês viram o próximo jogo só no Nintendo DS, então antes de tudo, joguem a versão de NES do Final Fantasy III e esperem outra ótima matéria, do que eu acho o melhor jogo a fechar a geração 8 bits de Final Fantasy.

"Lol, eu sei contar!"

"Lol, eu sei contar!"

Resumo da Semana – 07/06/2009