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Eu odeio Winning Eleven, mas continuo jogando

Pode parecer masoquismo da minha parte, mas eu odeio Winning Eleven, e mesmo assim é um dos títulos que eu mais jogo em qualquer console. Winning Eleven é mal-feito, com gráficos medianos, jogabilidade mais-ou-menos e a inteligência artificial parece ter sido programada por um tiozão de bar de esquina, daqueles que vivem bêbados, sem camisa e jogando sinuca.

O problema é que Winning Eleven (ou Pro Evolution Soccer, como queira chamar) é o menos pior dos jogos de futebol. E eu gosto de futebol.

Gamers fãs de um futebol bem jogado assistem seus times em campo e querem simular a experiência de realizar belas jogadas, de sentir a emoção do futebol em seus videogames. Winning Eleven é a melhor opção pra simular partidas de futebol. E é aí que entra em campo a decepção.

Futebol é um jogo coletivo. Você depende de todos os onze jogadores do seu time pra atacar, defender e se dar bem nos gramados virtuais. Por mais habilidoso que um jogador possa ser controlando Messi ou Cristiano Ronaldo, eventualmente ele(a) precisará passar a bola ou marcar. Para isso ser possível, seus companheiros de time precisam se movimentar, e a movimentação fica por conta da inteligência artificial do jogo, que tá mais é pra burrice artificial.

Quem aí nunca tentou iniciar um contra-ataque, e se decepcionou com a burrice de seus atacantes? Atacantes que, ou avançam tanto que quase ficam dentro do gol adversário, ou recuam inexplicavelmente enquanto o jogador controlado por você é o único que avança com a bola, sem ter pra quem passar? Ou defensores que ficam marcando o Gasparzinho enquanto o time adversário ataca? Ou laterais que pensam ser zagueiros e ficam imóveis dentro da área? Ou meio-campistas que ficam parados no meio do campo sem nem querer participar do jogo?

Em partidas multiplayer, a burrice dos dois times se anulam, sendo que o jogo se resume a um festival de jogadas individuais e placares absurdos como 5 a 4. O maior problema está no singleplayer. Problemas com licenças costumam substituir times importantes por equipes imaginárias e privar fãs de uniformes oficiais.

Com bola rolando, então, a coisa fica quase insuportável. No singleplayer, WE é o jogo DE LUTA mais difícil da história. Jogadores adversários são paredes, sendo que se um jogador do seu time esbarra em um deles, é arremessado longe, enquanto o adversário domina a bola com tranqüilidade. É quase impossível vencer uma dividida, pelo alto principalmente. Tomar gol de cabeça é comum. Jogador dentro da área é espancado sem dó, e fora dela a máquina conta com golpes que dificilmente resultam em falta, como puxões, ombradas, pontapés, pisões e o irritante carrinho, que a I.A. do jogo usa e abusa, desde pra roubar a bola até pra passar a bola.

Como eu disse no início do post, por pior que Winning Eleven seja, é o menos pior dos jogos de futebol. FIFA conta com todas as licenças e gráficos melhores, mas eu não quero ver o suor escorrendo nos corpos de homens em alta resolução, eu quero é futebol de qualidade, que FIFA não tem.

WE também não, mas FIFA é pior.

Resumindo, eu adoro futebol, e não tenho opção. Enquanto um simulador de futebol de qualidade não aparece, o jeito é ir jogando essa várzea.

Konami vai mostrar novo WE na GC

Enquanto a Konami nada em dinheiro com os bons números das vendas do Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, a empresa já pensa no Winning Eleven e em outras novidades.

A produtora nipônica deixará de lado a E3 para divulgar o mais popular simulador de futebol do mundo gamer na Games Convention.

A Games Convention é uma espécie de E3 do velho continente, que vai acontecer entre os dias 20 e 24  de agosto, em Liepzig, na Alemanha.

Durante o evento, a Konami pretende apresentar ao público o PES – Pro Evolution Soccer 2009 (ou Winning Eleven para os pops) e a continuação da saga de terror Silent Hill, com o game  Silent Hill Homecoming.

Além de mostrar as novidades para o restinho de 2008 e o começo de 2009, demonstrações de produtos, a produtorra prometeu criar uma área especial para o game DancingStage.

Ao contrário da E3, a Games Conventon é mais democrática e libera a visitação do público.

INFORMAÇÕES COM UOL

Mais gostosas: bandeirinha quer um namorado, alguém se candidata? (parte 3 de sei lá)

Fuleiragens NoReset
anapaulaoliveira.jpg

Pois é, todo mundo deve conhcer a gostosa da bandeirinha Ana Paula Oliveira. Tá tu vai dizer – Sim, e daí? Eu respondo: ela está carente e quer um namorado.

Vai lá no blog dela, post de 22/02/2008 – Quero namorar –  e se candidate, vai que você, leitor e admirador deste humilde blog não seria o felizardo.

De repente, você poderá fazer uma entrevista exclusiva explicando a experiência de viver com esta bela bandeirinha que poderia estar num Winning Eleven, né não? Corre lá pois já tem quase 400 pedidos de namoro e várias declarações de amor para a bandeirinha mais popular do país.