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Giro Gamer #04 – 18/02/2009

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Finalmente o portátil que vende que nem água nas terras orientais chega nas terras norte-americanas. O Nintendo DSi chega nos Estados Unidos e América do Norte em 5 de abril.

O portátil da Big N vai custar US$ 169,99.

Midway tem vida após falênciaguincho_midway

Após ter recorrido a cláusula 11, da lei de falência dos Estados Unidos, – quando a empresa pede água e joga a toalha pedindo para reorganizar as dívidas e os credores esperarem mais um pouco – o Tribunal de Falência norte-americano usou o desfibrilador na Midway e todos os credores vão ter que esperar mais um pouco para poder jogar a pá de cal na empesa de MK. A Midway continuará com as portas abertas, mesmo com a sua grave crise financeira.
O chefe da empresa Matt Booty comemorou a decisão destacando que esse será o primeiro passo para a reorganização planejada e ordenada da Midway.

Rare reestrutura processo de desenvolvimento

A Microsoft Game Studios reestrutura a equipe da Rare, com a possibilidade de mais demissões.
Conforme anunciado no mês passado, a empresa de Bill começou a maior reestruturação de sua história. A Microsoft quer abraçar novos modelos de negócios para acelerar e simplificar o processo de desenvolvimento de jogos. A Rare vai concentrar o seu desenvolvimento em três áreas. Uma das áreas é o seu estúdio interno, em que a equipe vai criar expansões para os jogos do Xbox 360, Viva Pinata e Banjo Kazooie: Nuts & Bolts são alguns desses exemplos.

 

Resultado de tudo isso…

Continuar entregando jogos AAA e experiências que estimulam os atuais e os futuros gamers dos jogos da Rare.

Microsoft faz oferta para adquir empresa de tecnologia 3D

A empresa de Bill diz estar negociando para comprar uma empersa de tecnologia de Israel, 3DV Systems, por 35 milhões de dólares.
A 3DV é conhecida por desenvolver “realidade virtual” por imagens por meio de câmeras digitais. Conhecidas por ZCams, são concebidas para oferecer o controle por movimento corporal para videogames. É algo como um super Wii, usando o corpo todo.
A empresa israelense que desenvolve essa tecnologia promete que será uma experiência verdadeiramente imersiva.

O ZCam no Xbox?

A aquisição da 3DV Systems é estratégica para a Microsoft, pois a empersa poderá ser importante para desenvover as ZCams parar o Xbox 360. A Sony já faz isso com o seu EyeToy, para o PlayStation 3 e até a propria empersa de Bill criou o Microsoft ´s Vision, que deve ser aprimorado com essa compra.

Não foi só a Square Enix que comprou a Eidos…

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Por trás da produtora de Final Fantasy está cpor tras da produtora japonesa, está também a Pioneer Investment Management Ltd, colocando a disposição na aquisição da Eidos mais 27,2 milhões de ações – 10% do capital social para a compra. Agora falando feito economista a Square Enix, que é conhecida na bolsa pela sigla SQEX terá agora o apoio de 123 milhões de ações, incluindo os abrangidos por uma carta de intenções, que vale cerca de 47% capital emitido.

Tá, como ficou?

Se não estou errado, em contas noresetianas a composição da Square Enix Eidos ficará assim:

Square Enix – 70%
Warner Bros – 20 %
Pioneer – 10%

Lembrando que a WB foi pressionada por outros acionistas, nos States, a se livrar da Eidos.

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Rare tira referências da Nintendo em Banjo-Kazooie

Um video online apresenta a tela de abertura da versão Live Arcade do game Banjo-Kazooie, que antes foi produzido em conjunto com a Nintendo e Rare para o console Nintendo 64 (logo N).


Publicado em 1998 pela Big N, tem muitas diferenças hoje. Dez anos depois do lançamento do jogo, a produtora Rare foi comprada pela empresa de Bill Gates, bem no inicio de sua investida no mundo dos games.

Na versão “nova” o logo da Nintendo e do N64, foram retirados. Agora a apresentação vem com o novo “R” dourado da Rare e a logomarca gigante que marca presença é a da Microsoft Game Studios.

A única coisa que pode lembrar a Nintendo é o Game Boy que “sobreviveu” na mão do urso Banjo no menu inicial.

A versão do Xbox Live Arcade custará 1.200 Microsoft Poins, ou US$ 15 e será lançada no dia 26 de novembro. A próxima versão que será relançada é a Banjo-Tooie, que foi prometida para 2009 com o mesmo valor.

Seção Retrô: O esquadrão inseticida

 

Em 1999 o Nintendo 64 vivia sua época de ouro. A parceria Nintendo e Rare bombava na época e rendeu muitos games lembrados até hoje: Goldeneye 007, Banjo-Kazooie, Conker´s Bad Fur Day, Perfct Dark, entre outros.

O engraçado é que um certo game, que no projeto inicial era protagonizado por criancinhas toscas que mais pareciam o boneco Chuck de “Brinquedo Assassino”, foi apresentado à todos e não causou impacto algum. Após voltar à mesa de trabalho, ser repensado, remodelado (inclusive os personagens) e refeito, a Rare faria um dos games mais lindos da história do console e de sua própria história: Jet Force Gemini.

 

Ficha Técnica:

Produtora: Nintendo

Desenvolvedora: Rare

Ano de lançamento: 1999

Número de jogadores: 1 – 4 jogadores

Nota NoReset: 9,5

A história

Era mais um dia pacato no espaço. Os integrantes da equipe Jet Force: Juno, Vela e seu cãozinho Lupus descansavam tranquilamente em sua nave quando subitamente toca o alarme de perigo.

Ao verificarem o que está acontecendo, descobrem que sua nave está sendo invadida por formigas anabolizadas e armadas. Enquanto Juno fica para cuidar dos invasores, sua irmã Vela e Lupus escapam na espaçonave de emergência e vão para algum lugar distante dali. Após alguns tiros e uma boa quantidade de inseticida, Juno pega sua pequena espaçonave e aterriza em Tawfret, um pequeno planeta perto dali.
Conversando com o Rei Jeff, rei dos Tribals, a população daquele planeta, Juno descobre que Mizar,o rei de uma galáxia distante, pretende ampliar seu domínio sobre outras galáxias, invadindo e escravizando a população dos planetas por onde passa. Além disso, descobre-se que Mizar é o senhor das tais formigas alienígenas, chamadas Drones, que invadiram sua nave. A missão dos Drones é invadir planetas, pilhar e saquear, além de escravizar a população local. Centenas de tribals foram escravizados, e o Rei Jeff pede ajuda ao esquadrão Jet Force para ajudar seu povo. Após encontrar com Mizar no meio do game (olha o spoiler!) o vilão foge para um gigantesco asteróide no meio do espaço e altera sua rota de colisão para o planeta Tawfret. Sendo assim, a partir do meio do game, sua missão é resgatar os Tribals, encontrar Mizar novamente e destruir o asteróride! Moleza pura…

 O game em si

Realmente, é difícil achar muitos defeitos em JFG. O game é muito bonito em questão gráfica, com os efeitos de luz mais lindos do console (arrisco-me a dizer em algumas situações, mais bonito até que Zelda), veja um pôr-do-sol ou o efeito do sol refletindo na água e entenderá o quero dizer. O interessante é que o game é enorme, bonito, cheio de mundos e sub-fases, e mesmo sendo grande, não faz uso do cartucho de expansão de memória ou até mesmo do memory card do N64, gravando todo o seu desempenho no próprio cartucho.

O som do jogo é lindo. Vem em formato Dolby Surrond (coisa difícil de se encontrar num cartucho, sendo que muitos games de Wii até hoje são nesse formato… games de Wii!) e é orquestrado em muitas fases, mas as vozes dos personagens deixam muito a desejar: elas simplesmente não existem. Todas as conversas entre você e qualquer outro personagem são definidas por longas e cansativas conversas escritas. Tudo o que ouvimos são alguns grunhidos ou exclamações quando se é atingido por um tiro.

Em questões de controles, o ponto forte: A jogabilidade é quase impecável. Eu disse quase. O fato é que, algumas vezes, você acaba levando tiros extras por um efeito de câmera que atrapalha quando se está no meio da ação. E ação realmente é o que não falta.
Um fato bom de se jogar JFG é que, embora não possua níveis de dificuldade, o game prepara o jogador paulatinamente à ação, começando com atividades simples até o encontro com os chefes. Este aliás, é um dos pontos curiosos do game: Até hoje, nunca vi uma forma de se encarar um chefe como foi feita neste game. A ação é lateral. Você fica de frente para o chefe e não se move em profundidade na tela, apenas para os lados ou pula, enquanto tenta de todas as maneiras se defender dos ataques.

É fácil perceber que JFG foi um ambicioso projeto da Rare, pois além de contar com um dos gráficos mais belos que o N64 já teve, o game contava também com elementos de outros games da empresa: a ação e a inteligência artificial de Goldeneye 007, a exploração de mundos de Banjo- Kazooie, e a constante troca de personagens para acessar lugares, itens e habilidades novas, herdado diretamente de Donkey Kong 64.

 Armado como gente grande

Assim como foi dito no começo do retrô, o projeto inicial de JFG era formado pelos mesmos personagens, porém com aparência de crianças cabeçudas tosquíssimas que (graças à Deus) foram reformuladas para os personagens finais do game, com uma aparência mais adolescente e visual mais agressivo, contrastando com os ambientes coloridos e a a fofice extrema dos tribals.

O grande destaque do game é, sem sombra de dúvida, o arsenal de armas que os membros da equipe são capazes de carregar: variando entre shurikens até lança-foguetes triplos, passando por minas de proximidade e lança-chamas, você conta com cerca de 14 armas diferentes encontradas ao longo do game para dar cabo das formigas assassinas e outros chefes- insetos estranhos.

Essas armas, combinadas com as habilidades especiais de cada personagem (Juno anda sobre a lava, Vela mergulha na água e Lupus pode flutuar por alguns segundos) proporcionam uma experiência de exploração única, sendo que cada personagem deve sempre voltar as fases percorridas pelos outros, a fim de encontrar novos itens ou caminhos a seguir.

 Para finalizar

Jet Force Gemini é um game emblemático. Um game que tem dosagens corretas de ação, aventura, exploração, humor, emoção e quebra-cabeça. Muitos dos donos do Nintendo 64 e muitos críticos da mídia especializada consideram este um dos 10 melhores games do aparelho. Não é para menos. Embora a época de ouro da Rare em parceria com a Nintendo já tenha passado, não é tarde para que a parceria Rare e Microsoft gere uma continuação de um game tão bom como este. Vocês concordam comigo?

Novo Banjo-Kazooie será 80% em veículos

                

 Má notícia para os fãs de fãs da dupla Banjo-Kazooie.

O criador da franquia, Greg Mayles, disse em nota no blog da Rare que o Banjo-Kazooie: Nuts & Bolts será um game baseado 80 % no uso de veículos, em que nosso amigo urso bonachão viajará boa parte do tempo.

Apesar de parecer estranho, Greg disse estar confiante com seu novo game e que, assim que as pessoas colocarem as mãos no novo game, elas com certeza esquecerão os antigos.

Segue as palavras do gringo:

“Eu sei que é difícil para algumas pessoas aceitar isso… principalemente os antigos fãs, mas acredito que eles fazem os antigos games parecerem limitados e ultrapassados. As pessoas têm medo de mudanças, mas mudar para melhor é ótimo, como eu acredito que esse game será. É só questão de tempo quando as pessoas colocarem as mãos nele. Eu sei!”

Ora senhor Greg, que não sabe sou eu…

Se Banjo ficará 80% do jogo nos veículos, que serventia terá Kazooie?

Estamos de plantão, aguardando mais informações…

Novo Banjo- Kazooie pode sair… Já tá no pente!

Xbox360

 Banjo-Kazzoie, uma dupla do barulho, causando muitas confusões, usando altos itens, com certeza foi um dos games mais jogados do meu, do seu e do nosso saudoso N64. 
 Quando a Rare firmou a parceria com a Microsoft, a dupla caiu no ostracismo, juntamente com Conker, Jet Force Gemini e outros jogos de não menos importância.

 Pois bem, parece que pelo menos a bisonha dupla mais legal do mundo dos games pode voltar. E ainda esse ano! Pelo menos foi o que prometeu a Microsoft:

(Abre aspas) Como foi anunciado na E3 do ano passado, a sequência da franquia ‘Banjo’ ainda está prevista para 2008 (Fecha aspas)

Será?

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