• _

Chaveiros Dual Shock de pano!

Chaveiros Dual Shock de pano!
Já pensou em ter um chaveirnho de miniatura do controle do PlayStation no seu PSP ou até mesmo na sua mochila ou chaveiro? 
Então você precisa conferir essas miniaturas de pano que foram feitas especialmente para carregar aonde você quiser.
Claro, se você não é um sonista de coração e joga um DS, pode colocar o penduricalho lá também…
Estas pecinhas custam 7 dólares no site da RabbitRampage´s Etsy shop. E vem no formato PSOne (cinza) ou PS2 (preto). Aí tem que ver com o site se eles mandam pro Brasil. Eu vou tentar comprar…Caso consiga, aviso aqui no NoReset!
INFORMAÇÕES COM TECHNABOB
noreset_fuleiragenstiny_playstation_controllers
cidocoelho_profileJá pensou em ter um chaveirnho de miniatura do controle do PlayStation no seu PSP ou até mesmo na sua mochila ou chaveiro? 
 
Então você precisa conferir essas miniaturas de pano que foram feitas especialmente para carregar aonde você quiser.
Claro, se você não é um sonista de coração e joga um DS, pode colocar o penduricalho lá também…

tiny_playstation_controllers2 

Estas pecinhas custam 7 dólares no site da RabbitRampage´s Etsy shop. E vem no formato PSOne (cinza) ou PS2 (preto). Aí tem que ver com o site se eles mandam pro Brasil. Eu vou tentar comprar…Caso consiga, aviso aqui no NoReset!
INFORMAÇÕES COM TECHNABOB

Tony Hawk Pro Skater 2 para iPhone: rumor, fato ou ilusão?

noreset_channelcidocoelho_profileUm vídeo apareceu no You Tube onde um cidadão está com um baita tédio com o seu iPhone (queria ter um tédio desse), quando ele vai e aciona o famoso game da lenda do skate, que foi lançado para PSOne. 

Com esse vídeo, publicado pela Giant Bomb, mostra o gamer usando todas as funcionalidades do touch screen no telefone da Apple. O fato estranho é que sim, é muito real, não parece montagem e outra coisa, como a Activision deixa vazar uma coisa dessa. Veja o filme e veja se eu não estou maluco mesmo…

INFORMAÇÕES COM KOTAKU

Capcom vai disponiblizar jogos de PSOne na PS Store

noreset_gamenews

PlayStationcidocoelho_profileO diretor de planejamento estratégico da Capcom, Christian Svensson, escreveu no forum da Capcom que já foi enviada para a Sony uma lista de alguns games produzidos pela empresa, para o console PSOne.

Motivo: a Sony vai aprovar os jogos que vão ser disponibilizados na PlayStation Store dos Estados Unidos. Ao responder uma pergunta sobre Resident Evil 1 e 3 na Capcom-Unity, Svensson contou que os primeiros jogos do PSOne foram aprovados e certificados nos Estados Unidos na semana passada.

“Quando eu tiver algumas datas de lançamento, revelarei o que e quando é que isso irá acontecer. O que ouvi dizer nesta manhã é que pode demorar um pouco mais tempo do que o esperado. Vamos mantê-los atualizados. E, por agora, ainda não posso falar de que títulos se tratam.

Falaremos sobre isso quando o lançamento estiver mais próximo”, explicou o executivo. O site Siliconera divulgou uma lista de jogos da produtora que já estão classificados pelo orgão americano ESRB. Na lista estão vários títulos de Mega Man, Breath of Fire III e IV, Dino Crisis 1 e 2, Resident Evil e Street Fighter.

INFORMAÇÕES COM UOL JOGOS

rodape_promo2

Medal of Honor faz aniversário com coletânea para PC


A Eletronic Arts comemora os dez anos da franquia Medal of Honor. A produtora fará um pacote de cinco versões do game para PC custando US$ 40 (cerca de R$ 74).

O pacote vem com Medal of Honor: Allied Assault, Medal of Honor: Allied Assault – Spearhead, Medal of Honor: Allied Assault – Breakthrough, Medal of Honor: Pacific Assault e Medal of Honor Airborne. São 50 fases para se divertir e muitos mapas multijogador.

Além disso, o game vem com um disco com 14 trilhas da série que foram compostas por Michael Giacchino, um guia de estratégia sobre cada missão de Medal of Honor: Allied Assault, armas exclusivas nos jogos da coletânia, documentários e propagandas da história da Segunda Guerra Mundial, entrevistas com veteranos da guerra e bastidores da produção da saga de MoH.

A primeira versão do game foi lançada em 11 de novembro de 1999 para PSOne, e foi criado pela DreamWorks, com roteiro de Steven Spielberg. A história de MoH se passa na Segunda Guerra Mundial onde o tenente Jimmy Patterson, está a serviço da OSS, organização antecessora a CIA.

O game é considerado um dos melhores jogos da coleção do PSOne.

Seção Retrô: Quando um homem e uma aranha se misturam e não resultam no homem-aranha.

 

Hoje falarei (na verdade estou escrevendo, mas vocês entenderam o que quero dizer) de um game meio lado B do PSone: Spider: The Videogame.

 Ficha técnica

Produtora: BMG Interactive Entertainment 

Desenvolvedora: Boss Game Studios 

Ano de Lançamento: 1996 

Número de jogadores: 1 

Nota NoReset: 7,5  

 

 

 

Esse é um game meio estranho, com uma premissa mais estranha ainda: Um cientista desenvolveu uma “ciber-aranha” de laboratório, que podia ser controlada com a mente, através de um equipamento específico. Mas é claro que, um dia, essa brincadeira de brincar de aranha teria que ter uma conseqüência. E teve. Ladrões invadiram o laboratório do doutor “aspirante a homem aranha”, atiraram nele e roubaram o equipamento de transferência mental. Resultado: A consciência do cientista ficou presa na aranha. Seu objetivo enquanto aracnídeo é mover suas oito patas peludas para resgatar o equipamento e recuperar sua forma normal.

Falando assim pode parecer até meio bobo não é mesmo? Não. Posso garantir a você, caro leitor, que Spider: The Videogame é um jogo di-fí-cí-li-mo (pelo menos para a época, era). Enquanto caminha pelas fases, divididos em seis áreas principais: laboratório, fábrica, cidade, museu, esgotos e laboratório da gang inimiga, você encara as mais diversas armadilhas e inimigos cibernéticos ferrenhos dispostos a acabar com a sua raça e arrancar um de seus muitos olhos (embora a aranha que você controla só tenha dois. Vai entender…). A parte mais legal é que, para acabar com os inimigos em questão, você conta com armas que encontra ao longo dos estágios para acoplar à sua tarântula: Lança-mísseis, lança-chamas, metralhadoras, bombas, minas entre outros dão o ar de sua graça ao game.

Embora criativo, Spider não é lá um game muito bonito. Gráficos pixelados, foscos e borrados tornam sua tarântula muito parecida com “uma bolinha com pernas”. Os cenários são diferentes, alguns, como o laboratório por exemplo, não são tão bonitos como o museu por exmplo. Veja a telinha aí ao lado e você  pode conferir. Pelo menos a jogabilidade é simples: A ambientação do game é 3D, mas a jogabilidade 2D. Os comandos são fáceis e controlar a aranha é muito bacana, já que a resposta é bem rápida.

A nota 7,5 que atribuí ao game deve-se ao fato dos gráficos meio estranhos e da dificuldade imensa. Mas, desconsiderando esses quesitos mais técnicos (Eu não ligo para os gráficos se o game for realmente bom, embora se o game for completo, é melhor, claro), nunca foi tão divertido andar em paredes e brincar de aranha. Pode ter certeza.

1 ano de Playstation3 (parte 3 de 8)

Especial PS3 NoReset

A política de pós-lançamento

Com o PlayStation 3 e Wii foram lançados praticamente juntos no outro lado do mundo, a Microsoft estava tranqüila com seu Xbox 360, que um ano atrás vendia muito bem.

No primeiro trimestre de 2007, o PS3 foi lançado oficialmente na Europa, México e Austrália. Três mêses depois, Índia, Paquistão, Cingapura (!) e Coréia do Sul receberem oficialmente o console da Sony.

Porém, o Wii galgou o rumo ao topo das vendas mais rápido do que falar “Shigeru Myamoto”. Os nintendistas de plantão deliraram o console bem sucedido, que anteriormente assistiram um desastroso GameCube comer poeira contra o PS2 e o Xbox.

Como o Chapolin Colorado se aposentou alguém precisava ajudar a Sony. E rápido. Foram tomadas medidas para reduzir os custos do console, já que a empresa queria pendurar as chuteiras do PS2.

Mesmo com várias medidas para impulsionar as vendas, a Sony teve queda nos lucros. Isso se deu pelo alto gasto de produção do console (principalmente pelo custo de produção do leitor Blu-Ray, forte sucessor do DVD) e havia muito PS3 para pouco gamer a fim de gastar o preço pedido.

A empresa resolveu então retirar chips, reduzir o preço do console na Europa e nos Estados Unidos para tentar recuperar os lucros, que não passaram de 2,2% no primeiro trimestre do ano.Ken Kutaragi  Em abril, a Sony resolveu parar a produção de aparelhos com disco rígido de 20 GB devido a baixa procura, porém a produção continuou no Japão. No meio de toda a correria, em 19 de junho de 2007, a Sony Corporation passou por uma de suas maiores reestruturações na história e o “pai do PlayStation“, Ken Kutaragi deixou o posto de presidente-executivo.

Realmente a mandinga dos fãs da Nintendo havia sido muito bem feita.

Um ano de PlayStation3 (parte 2 de 8)

Especial PS3 NoReset

Uma supermáquina

No lançamento, o videogame impressionou devido ao design, configurações e características. O robusto console tem uma bela aparência, com a marca PlayStation 3 na parte superior do aparelho em letras cromadas semelhantes às usadas no filme Homem – Aranha, pois a Sony Pictures é detentora dos direitos do filme. ps3

A parte de hardware tem 516 Mb de memória RAM, resolução HD 1080p e discos rígidos de 20 e 60 GB ( versões basic e premium respectivamente), saídas para bluetooth, wireless, USB, saída óptica de áudio digital e porta de rede com função Ethernet, com suporte 10BASE-T, 100BASE-T e 1000BASE-T.

Além disso, roda CD, CD-R, CDR-W, DCD, DVD, DVD ROM, DVD-R, DVD-RW, mídia Blu-Ray e pode ter um sistema operacional instalado. A versão premium de 60 Gb possui conexão Wi-Fi, para o PlayStation Portatil, que pode ser usado como um outro controle em alguns jogos e também para conexões com a internet.

O PS3 premium também tem entrada para leitor de cartões de memória flash como o Memory Stick, SD Card e Compact Flash, para visualização de fotos e vídeos e um bonito acabamento prateado nas arestas.

O controle que mantinha o mesmo design dos seus antecessores, diferente do “bizarrísimo” controle bumerangue anunciado na E3, em 2005, recebeu o nome de SixAxis e possui função wireless, em que os controles de jogo seriam sensoriais, e sem fios. Além disso, o SixAxis pode ser movimentado em sete direções diferentes: cima, baixo, direita e esquerda, movimentos em profundidade como para frente e trás e no próprio eixo.

A disposição dos botões ficou como o DualShock 2. Mas, para dizer que não foi colocado nada, a Sony criou o botão PS, no centro do controle, que entre várias funções, pode acessar a internet ou até mesmo ligar o PlayStation 3. Sete controles poderiam ser ligados ao aparelho simultaneamente por Bluetooth 2.0, com alcance máximo de 22 metros de distância do console.

Além disso foi criado a rede on-line PlayStation Network, serviço gratuito do PS3 que permite troca de mensagens, partidas com outros jogadores, comercialização de trailers de filmes, downloads de demos jogáveis e até mesmo de jogos de PSOne e PS2 com um custo de 5 a 15 dólares. Porém sem data prevista de lançamento.

Enfim, temos um belo videogame, potente e com uma jogabilidade promissora. Há um ano todos os gamers pensavam: vai vender. Para o alto escalão da Sony o console seria sucesso mundial.

Mas nem tudo são flores: a empresa não colocou a função rumble (vibração) na primeira versão do SixAxis lançada, afirmando que a vibração poderia interferir na jogabilidade.

A “retrocompatibilidade”, isto é, recurso adicionado no PS3 que permite rodar jogos dos antecessores PlayStation e o PlayStation 2, era muito falha e cerca de 160 jogos rodavam com problemas de aúdio e vídeo. Há jogos que não funcionaram, como o Gran Turismo 4 do PlayStation 2. Outros fatores também influenciaram como a pouca demanda inicial de jogos e o alto custo do console 600 dólares, contra os US$ 450 do Xbox 360 e US$250 do Wii.

preço de PS3 Brasil/USA

Além disso, o Wii ofuscou as vendas do poderoso console da Sony com a aposta certeira no casual gamer, em que qualquer pessoa poderia jogar, mesmo àquelas que nunca tinham encostado em um controle.

Em terras brazucas, o console chegou a ser lançado em alguns lugares pelo valor absurdo de R$ 7.500!

Deu no que deu: o PlayStation 3 não emplacou.

Um ano de PlayStation3 (parte 1 de… 8)

Especial PS3 NoReset

Uma trajetória de falhas e erros, mas que começa a mostrar os acertos.

PlayStationEm março de 2000 a Sony lançou no Japão o seu console de maior sucesso. Era questão de tempo. No mês de outubro de 2000, o PlayStation 2 foi lançado mundialmente. O console foi sucesso absoluto: mais de 117 milhões de unidades (e subindo!) foram vendidas pelo planeta.

Cinco anos depois, exatamente 16 de maio, a Sony anunciou na Electronic Entertainment Expo (E3), maior feira anual de games do mundo, em Los Angeles, o sucessor do PS2, o PlayStation 3. Entre várias promessas mirabolantes, o console estava programado para ser lançado entre abril e junho de 2006.

A aparência do PS3 era totalmente diferente dos seus “ancestrais”. O console possuía mais arestas arredondadas, sem contar seu tamanho colossal. Tinha uma cor prateada e o controle com formato de bumerangue, diferente do que os gamers estavam habituados com o PlayStation One e PS2.

ps3.jpgA indústria dos games ficou agitada, todos queriam saber novidades sobre o novo console. A Sony estava confiante – se o segundo console foi um sucesso maior que o primeiro, a terceira geração da família PlayStation seria anos-luz mais famoso que o segundo. Não tinha como errar.

Em setembro do mesmo ano foram prometidos para a Tokyo Game Show, maior feira de games realizada em Tokyo, demos jogáveis de Metal Gear Solid 4, mas foi tudo em vão. As imagens não passaram de devkits, que são imagens demonstrativas do jogo rodadas em um computador. Ainda assim as imagens chocaram e os vídeos foram muito comentados durante toda a feira.

Já na E3 de 2006 o console foi adiado para o final do ano. Em setembro, na TGS 2006 a empresa disponibilizou 26 jogos “semi-prontos” para testes e anunciou alguns cortes de hardware e design da máquina para redução dos preços ao mercado final.

Antes de ser anunciado, o PS3 tinha seis portas USB: quatro na frente e duas atrás do console, que foram retiradas. Contava também com duas saídas HDMI, ficando apenas uma e três saídas de Ethernet, das quais duas foram retiradas da versão final.

Também foram apresentadas as versões de PS3 com HDs de 20 e 60 Gb na qual a versão de 20 GB não teria porta HDMI, porém, foi incluída antes do lançamento. As dimensões do console foram alteradas e ganharam mais saídas de ventilação. Para finalizar, as versões de cores foram retiradas e o formato do controle foi modificado, para ter o mesmo design e empunhadura dos outros controles dos consoles da empresa (também chamados de DualShock, para o PSOne e DualShock2, para o PS2), o que foi um alívio para os usuários, que já estavam acostumados com a boa jogabilidade e disponibilidade dos botões.

Então a Sony confirmou a data do lançamento de seu novo sucesso nos Estados Unidos: 17 de novembro. Assim a empresa conseguiu fazer o impossível: errou.

 

O pré-lançamento e lançamento: tinha tudo para dar certo

A campanha de marketing do PlayStation 3 não foi extremamente forte. Mas não pode dizer que foi uma campanha tímida. Nos jogos de futebol pela Europa, lá estava uma propaganda do PS3. Comerciais de TV começaram a aparecer a todo momento e foi criado um site exclusivo para novidades do aparelho, o PlayB3yond.com. Todos já encomendavam o console em lojas revendedoras e sites de todo o mundo para comprar quantas unidades que o dinheiro pudesse pagar.

Diferente do previsto na E3 2005, que era para ser em abril de 2006, o lançamento do PS3 atrasou duas vezes. O lançamento no Japão ocorreu em 11 de novembro de 2006, com uma remessa de 90 mil unidades. No tumultuado lançamento foram descobertos alguns casos de empresários japoneses que pagavam chineses para acamparem em filas e levarem mais de um console para vendê-los no site de vendas e leilões eBay, o que ocasionou um número de vendas de consoles quase duas vezes superior ao número de jogos.

Finalmente, em 17 de novembro de 2006, o Playstation 3 foi lançado nos EUA com uma remessa de 400 mil consoles. Tudo virou um caos. Vendas no eBay chegaram a cobrar uma “machadada” de US$3 mil por aparelho! Na semana seguinte, o PS3 era encontrado no eBay por menos de US$2 mil e cerca de vinte mil unidades foram anunciadas no site, até pessoas que não tinham o console anunciavam a venda do aparelho.

Formaram-se filas enormes, entre elas, cerca de 60 pessoas acamparam em frente a uma loja para disputar 10 PS3. Houveram vários problemas de distribuição e diversos casos de agressão e assaltos, além de uma pessoa baleada! Tudo isso para levar o console mais aguardado de todos os tempos.

Nintendo WiiDois dias depois, em 19 de novembro, a Nintendo lançou o Wii, que chegou para ser o concorrente direto do PS3 e do Xbox 360 da Microsoft, que já estava há um ano e meio no mercado até então.

Com o lançamento do Wii, as coisas mudaram. Nas primeiras semanas de vida, Wii e PS3 venderam respectivamente 640 e 420 mil unidades.

Muitos pensaram: “talvez seja só uma breve fase por causa do contre remoto do Wii, o Wiimote. Isso vai passar rapidinho”.

Talvez não tão rápido.

Sobre o PS3

Terminei na semana passada, um texto gigantesco que fiz para o Audiogame sobre o PlayStation 3. O texto é gigante mesmo! São quase 7 páginas de Word, em letra Arial, tamanho 11. Seria digno de uma revista (estou pensando em mandar para alguma, em breve postarei algo sobre a minha matéria na EGM Zine deste mês, sobre gamers sem dinheiro) mas passei para tio GUS(tavo), ele que se vire por lá (hahaha).
PS3

Analisando bem toda a trajetória do console desde o anúncio na E3 de 2005, conclui que apesar do lançamento e pós lançamento muito bagunçados, com cancelamentos de hardware, entradas HDMI e outras coisas, o console realmente têm condições de sair da várzea.

Em potêncial de hardware, ele é o mais nervoso dos três, têm muitos desenvolvedores bons, têm uma boa base instalada de usuários do PlayStation 2. Infelizmente não decolou por uma política administrativa mal planejada. (Acredito eu que tenha sido macumba de “nintendistas”… mas tudo bem).

Não sou “sonysta”. Nunca fui. Antigamente torcia o nariz para o PSOne muito por causa do sucesso que ele fazia. Gostava, mas não idolatrava o PlayStation 2. Hoje as coisas mudaram. Depois de fazer a matéria e quase me tornar doutor em PS3 (inclusive “estudei” os outros dois que vieram antes), vi o quanto a Sony poderá fazer com seu tijolo preto e, dessa forma, ganhou o meu respeito.

Veja: tanto PSOne, quanto PS2 não fizeram grande sucesso no primeiro ano de lançamento, no PS3 será a mesma coisa. Heavenly Sword saiu e detonou. Para mim é o primeiro passo para um despontamento. Não que o PS3 irá fazer Wii e XBox 360 comerem poeira, mas ainda acho que virá algo que fará as pessoas exclamarem: “caray!”

Wii e PS3 não completaram um ano ainda, estão no tempo de fazer cagadas e podem se dar ao luxo de vacilar. Em 2008 será diferente. Já que todo o potencial básico dos consoles foram testados e deverão apresentar algo que preste. Veja que XBox 360 já passou dessa época.

Eu acredito em uma guinada na trajetória do PS3. É uma questão de “estar no palco”. Coisa que a concorrência está fazendo, mas vai chegar a vez da Sony.

Esperem o meu texto sair no Audiogame e entenderão o que quero dizer.