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iPhone 3G chega no Brasil a peso de ouro

Pois é, depois de muita espera, finalmente o telefone da maça psicodélica – iPhone 3G – chega ao Brasil oficialmente. Porém, não vamos gritar viva antes da hora…

O belo e hi-tech engenhoca que é usado para fazer ligações chega aqui pelas operadora Claro e Vivo, com exclusividade.

Porém o primeiro dia de vendas do telefone foi marcado por muita confusão e um preço extremamente salgado.

Na Claro, o telefone da Apple, xom 8 Gb ou 16 Gb de memória, custa entre R$ 1 mil e R$ 2.599, respectivamente. Na Vivo, o telefone custa entre R$ 899 e R$ 1.499.

Isso porque nos Estados Unidos, comprando por meio de uma importadora, você paga entre US$ 199 e US$ 299 ou R$ 360 e R$ 544 e na Argentina custa cerca de R$ 600.

Ainda mais a Claro fez o papelão de ter uma lista de reserva com 100 mil clientes e com ela tinha apenas 30 mil iPhones no estoque.

Claro (sem trocadilhos), se quiser manter um iPhone com a sua rede de internet rápida – 3G – vai ter que pagar até R$ 40 por 1Mb de transferência, dependendo de qual região do Brasil você estiver “brincando” com o telefone.

Pois é, se você quer ter um brinquedinho desses, de forma legal, prepare o seu bolso ou então tenha paciência que com o passar do tempo o preço dessa “joça” vai cair.

Counter Strike e EverQuest são banidos no Brasil

Games NoReset
Counter Strike

Eu sei que talvez seja tarde falar do que aconteceu. Mas, como todo mundo deve saber, um juiz de Minas Gerias proíbiu a venda do games Counter Strike da Electronic Arts e EverQuest. O movito foi que o jogo foi considerado impróprio para o consumo e são nocivos à saúde.

Todos os jogos instalados em lan houses, servidores devem ser deletados e os jogos à venda na prateleira devem ser apreendidos. A decisão partiu do juízo da 17ª Vara Federal da Seção Judiciária do Estado de Minas Gerais e o Estado de Goias começou a apreender os jogos por meio do Procon.

A justificativa por trás da decisão é que por causa de alguns “produtores” fizeram a alteração dos games originais. Colocaram a tela do Rio de Janeiro, com favela, funk, bonus por matar PMs. Só que aí está o dilema.Vão apreender os jogos originais que não tem nada a ver com a alteração? Ou estão supondo que todos os gamers são lesados para sair nas ruas da cidade dando tiro por aí?

Pois, deveriam tomar o cuidado de verificar os jogos originais e alterados. Que fique bem claro, não estou defendendo o game que tenha que matar PMs, ou que tenha que simular a praça de guerra que tornou-se o Rio de Janeiro, mas que se faça o certo, que apreendam os jogos alterados.

Senão, a cada vez que banirem um jogo que for alterado, aí sim, vai ficar difícil jogar game por aqui!