• _

Rumor: Sony PSP Go! O ex-PSP 2…

noreset_plantaocidocoelho_profileDurante o podcast da 1-UP novos rumores foram alimentados a respeito do PSP 2.  Além dos já conhecidos como a retirada do drive UMD e o fim dele, um segundo stick analógico, no lado direito, e um touch screen, mais novidades surgiram no mundo das discussões gamísticas.

O PSP ganhará um novo nome – PSP Go! – isso porque a Sony já usou a marca Go! na Europa em uma câmera com 1.3 megapixel, chamada por Go! Cam e no serviço de vídeos on-demand. 

Os rumoristas alimentam que o novos modelos de PSP, por enquanto dois, terão nos formatos de 8 e 16 gigas de memória flash embutidos no portátil. Continue lendo

“A pirataria no PSP está diminuindo”, diz Sony

noreset_plantao

pirata

Gustavo OliveiraUm dos principais problemas dos dois atuais portáteis no mercado (DS e PSP) é que a pirataria é muito presente para a maioria dos donos desses aparelhos: No DS, os pirateiros contam com o chamado R4, que é um cartão SD que vai no lugar do cartão normal do DS, armazenando os jogos e fazendo-os rodar. Já o PSP sofre uma alteração na sua firmware e uma solda na bateria, de modo que os jogos em formato ISO ou CSO fiquem todos armazenados em cartão SD pedido pelo portátil. A pirataria do PSP é muito comum por aqui.

Mas a Sony com toda a sua explendorosa inteligência, mandou um recado bem legal através de John Koller, diretor de marketing de hardware da empresa na terra de tio Obama:

“Realmente a pirataria é um grande problema, porém é uma tendência em declínio (É mesmo? Tem certeza?). Acredito que em alguns meses, já não será um problema para nós.”

Como os senhores podem ver, o senhor Koller é americano e não desiste nunca. A frase foi tão bonita que eu nem vou comentar, senão a esperança no mundo se esvairá com uma palavra do magrelo mais “Nelson Rubens” da blogosfera toda.

Sobre pirataria em geral, não vou comentar, senão fica o texto se tornará um protesto super clichê digno de outro GUStavo. Já sobre a pirataria no PSP, só digo isso:

fiiiiii...

fiiiiii...

INFORMAÇÕES COM UOL JOGOS

rodape_noresetnet

Peter Moore diz: “Vender para PC tá embaçado”

Peter Moore, o cara mais caricato do mundo dos games (perdendo apenas para o Itagaki, claro) afirmou que as vendas de games para PC, em especial os games de esportes, estão em constante declínio.
Para Moore, que é o atual presidente da EA Sports, os consoles domésticos estão roubando cada vez mais os usuários de games de PC, que atualmente encontra-se numa desconfortável situação de vendas: vinte games piratas para cada um original.

“Os consoles, com seus belos gráficos e capacidades de som, têm atraído muitos consumidores que trocam a experiência de jogos esportivos de PC pela experiência dos consoles”. Afirma.

O “Homi” ainda complementou falando da pirataria: “Pirataria é um problema. Desculpe, eu sei que muitos de vocês discordam quanto a isso, mas os números não mentem: As empresas gastam milhões na criação de um game, e merecem ver o retorno do investimento por isso. Todos envolvidos nesse processo de criação merecem ser remunerados por seu trabalho”. 

Moore ainda acrescentou que a EA Sports continua investindo no PC: “Para fazer novas mudanças, as vezes é necessário apertar o botão de reinício (Reset). É isso que fizemos esse ano na EA Sports com relação a algumas de nossas franquias no PC“.

Verdade seja dita:  Apesar de ser a plataforma de maior base instalado do planeta, jogar no PC é muito chato (pelo menos para mim). Afinal, sempre é necessário atualizações de hardware, conhecimento de placas e chips, e muita grana. Os consoles já possuem um hardware próprio que roda todos os seus games.
Eu, por exemplo, só jogo emuladores e um Call of Duty que nem terminei ainda. Além do mais, com essa história de baixar qualquer software na internet, é difícil alguem realmente querer pagar por algo que pode ser baixado de graça (não que seja o correto, mas fazer o que?).

Além do mais, Peter Moore deveria saber: os bons gamers NÃO apertam o botão RESET. É daí que se originou o nome de um blog muito conhecido, que vocês todos adoram, é claro.

Quando a pirataria é mais eficiente

            

 Hoje eu tenho uma históra para contar.

 Aliás, fazia tempo que eu não contava uma, né não?

 Hoje, ao sair para meu horário de almoço, sem querer descobri uma galeria no bairro onde trabalho. Ao avistá-la, logo pensei: “Deve ter alguma barraquinha de games aqui dentro. Vamos ver qual é a desse lugar…”
Dito e feito. Poucos passos dados, avistei uma lojinha de games mais à frente. Obviamente, a maioria dos games ali eram piratas, mas alguns originais estavam sendo vendidos também, embora não fossem tão bons, por exemplo, Beowulf: the game para PS3 (vixi…)
 Nas televisões que a lojinha dispunha, dois PS2 ligados, um Wii desligado e um Xbox360 ligado com um game muito familiar, um de tocar guitarrinha na banda de um bocudo, tal de Aero-não-sei-o-que…

 

Pois é. Era o tal do Guitar Hero Aerosmith que o pessoal tanto falava. O vendedor estava jogando no controle (para minha decepção), mas aparentemente estava gostando muito do que jogava.
Não sei porque, mas resolvi testar os conhecimentos do vendedor. Cheguei perto, resolvi “dar uma de migué” e perguntei: “Que jogo é esse?” (nossa que pergunta estúpida…)
Prontamente, o marreteiro respondeu bem e mais do que eu queria saber: “GH Aerosmith. Bem louco. Parece o 3 só que um pouco melhor. Sabia que os caras tiveram a idéia a idéia do game e cederam as músicas e os movimentos?”

Na verdade, é claro que eu sabia.

Veja bem leitor, a minha pergunta foi apenas “Que jogo é esse?”. O cara foi muito mais ligeiro e respondeu mais do que esperava. Aliás mais do que eu achava que ele soubesse.
Como quem estivesse bancando o cliente chato, resolvi alternar entre perguntas de vários “níveis de dificuldade” entre os games, os consoles e acessórios, como se fosse um leigo no assunto. Todas as perguntas foram respondidas de forma redonda, precisa.
Não foi preciso muito tempo para saber que o cara realmente entendia de games. Foi complicado manter meu disfarce quando o cara disse “Quer jogar?” e, por instinto de “detonar sempre”, acertei 98% das notas de “Sweet Emotion” no nível normal (como eu detesto jogar no joystick, se fosse na guitarra era 100% com certeza…)

“Pô, cê joga bem hein?”, disse surpreso. Eu ri, apenas.

Talvez ainda você não tenha entendido onde quero chegar, mas preste atenção nessa outra história:

Passei outra dia numa loja especializada de games, num shopping aqui de São Paulo. Mario Kart Wii era o game em questão. A pergunta era simples: “Cara, se eu quiser jogar esse game usando o nunchuck também, dá pra fazer isso?”.

Para minha decepção, o vendedor não sabia a resposta. Isso porque a loja era especializada…

Após uns bons minutos de conversa, o vendedor confessou: “O dono não deixa a gente abrir os games para testar”.

Já ouvi de lojistas coisas como: “Donkey Kong vai sair para Xbox360.” ou “Counter strike não foi proibido. É uma jogada da Electronic Arts para inibir a pirataria.” (essa última foi de matar…)

Aí meus caros, talvez vocês já tenham entendido o que quero dizer: Por vezes, os marreteiros são mais eficientes que os lojistas especializados.
Nem sempre se pode afirmar, mas em vários casos o camelô é o dono da barraquinha, o que lhe confere total liberdade para jogar os novos games que aparecem, o que lhe proporciona muitos pontos de vantegem sobre um vendedor de lojas especializadas. É óbvio que ninguém tem a obrigação de conhecer todos os games, afinal, nem eu mesmo que passo dias e dias olhando sites e blogs tenho tal conhecimento, mas as lojas de games realmente precisam capacitar melhor seu pessoal. Precisam mostrar que games é uma indústria como qualquer outra e que o vendedor é tão gamer quanto você ou até mais.

É claro que não estou generalizando, nem fazendo apologia à pirataria, porque não é esse o motivo aqui. Mas esse post estava engasgado na ponta dos dedos faz um tempo.
Se nosso mercado tende a crescer, não pode ser uma coisa bagunçada, nem banalizada. Deve ser levada à sério. Enquanto a pirataria se mostrar mais eficiente (porque só o preço para muitos já basta), não vai rolar o upgrade que tanto sonhamos.

Qualquer coisa, me contratem para trabalhar dando treinamento em lojas de games. Prometo que cobro baratinho.

Não esqueça de manifestar sua opinião também, logo aí abaixo.

Reflexões sobre Xbox360 e pirataria

Xbox360
Pirata!

Venho aqui contar a todos vocês uma história. Tenho um caso interessante para contar, espero que gostem.

No sábado passado, fui com um amigo ao centro de São Paulo. Mais precisamente na rua Santa Ifigênia. O meu amigo,, que não se interessa por games, queria comprar uma web cam e um binóculo (!) com uma parcela do seu 13º salário.

Eu, que me interesso bastante por games, não tinha um tostão furado. Ainda assim, resolvi acompanhá-lo por dois motivos: Pesquisar os preços de meus consoles pretendidos Wii e PSP (travados e originais, quero deixar bem claro), e sair de casa, porque ficar a semana toda estudando e trabalhando acaba com a sanidade mental de qualquer um.

Logo no começo do viaduto Santa Ifigênia, em meio a milhares de marreteiros que vendem seus produtos em lonas azuis estendidos pelo chão, encontramos uma galeria com produtos eletrônicos e entramos.

Enquanto meu amigo procurava pela câmera, eu procurava pelos consoles. Confesso que já conhecia a pequena galeria e lá, por mais incrível que possa parecer, as lojas vendem inúmeros jogos de todos os consoles, tanto originais como piratas.

E é aí que está o “pulo do gato”, em breve você verá onde quero chegar.

As lojas realmente são muito boas e possuem títulos que nem sequer imaginava ver, como Rock Band original, para minha surpresa.

Os gamers passeavam tranqüilamente entre as lojas, testando, olhando e, obviamente, comprando.

Um desses gamers chamou a minha atenção. Ele dirigiu-se ao lojista e perguntou:

– Cara, vocês têm o Mass Effect aí?

– Tem sim. (entrega a caixinha para o cliente)

– Vixi… R$199? Vocês estão fazendo mais caro que a FNAC!

– Quanto que ta custando lá?

– R$159. Não dá para fazer um desconto não?

– Pô cara, tem que ver aí…

– E o Assassin´s Creed? Tem aí?

– Tem. (entrega a caixinha)

– É que eu ia levar o Assassin´s e o Mass Effect.

Nesse momento tive vontade de falar para o pobre coitado não levar Assassin´s Creed, porque não é tão bom quanto ele estava pensando, mas isso não era problema meu.

Além do mais, me desliguei da conversa para acompanhar outro cara que testava um PSP. Fiquei ali acompanhando e um pouco depois voltei minha atenção para os caras da conversa anterior.

O cliente estava com quatro caixinhas de jogos de XBox 360, dentre elas Mass Effect, Assassin´s Creed (Que achei dinheiro mal empregado. Não que eu não goste do jogo, mas ainda assim, dá uns bugs cabulosos e não atendeu o hype), Call of Duty 4: Modern Warfare e outro que não consegui ver (todos eram originais). Calculei rapidamente e “chutei” que o gamer gastaria cerca de R$ 650. Mas, ao contrário do que pensei, ele ainda não tinha terminado a compra:

– E jogos de “Play 2”? Tem?

– Qual?

– Sonic! (aí pensei: “Minha nossa…” ^^’)

– Qual? Aqueles de Mega Drive?

– Não. De “Play2” mesmo.

– Tem o Sonic Heroes que é o menos fraquinho. (o vendedor foi franco)

– Beleza!

– Original?

– Não, genérico.

Nesse momento, me “emputeci”. Continuei acompanhando. O gamer comprou mais 4 jogos, entre ruins, médios, bons e ótimos, totalizando 5 games juntamente com o meia-boca Sonic Heroes.]

– Esses todos são pro meu irmão.

– Ah, legal. Ele também joga?

– Joga sim, ele é pequeno. Ah já ia esquecendo… você tem cartão da live aí?Pois bem. O nosso amigo comprou 4 jogos originais de Xbox 360 e 5 “genéricos” de PS2, gastou cerca 800 paus em jogos.

Pensi: Essa história de comprar jogo pirata por que o original é caro é uma desculpa “esfarrapadíssima”. Todo jogo de Xbox 360 é muito mais caro do que qualquer jogo de PS2, e ainda assim nosso amigo comprou os benditos jogos originais.

É claro que existem pessoas que realmente não podem comprar os jogos originais, mas ainda assim existem muitas pessoas que podem e não o fazem.

E vocês sabem o porquê da compra de 4 jogos originais? Eu lhes digo: Por que ele é forçado a fazer isso. Sim, forçado. Nosso amigo sabe que se não for original não joga na Xbox Live, isso diminuiria a diversão e as funcionalidades do aparelho. E o PS2 tem uma função on-line que pouquíssimos usam, logo não importa jogar on-line.

Ele não quer saber que os originais são legais, bacanas, que podem aumentar e atrair a industria nem porcaria nenhuma, ele quer saber DELE!

Ele quer saber o que ele vai jogar, como vai se divertir. Se o Xbox 360 tivesse formas fáceis de se piratear e jogar na live você acha que gastaria 700 paus em jogos de Xbox 360? De forma alguma!

Agora eu lanço a pergunta para vocês: Será que a pirataria no Brasil é uma simples questão financeira dos gamers ou uma questão cultural e individualista. Em que cada um enxerga apenas o próprio nariz e quer saber apenas do próprio bolso e só compra originais de Xbox360 e PS3 por que são “obrigados” (primeiro, porque caso haja piratas, a pessoa não consegue jogar online e segundo, porque simplesmente “ainda” não há pirataria para o Blu-Ray)?

O que me dizem?