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Pac-Man é seguido no Twitter!

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O coitado não tem sorte mesmo, hein!

O coitado não tem sorte mesmo, hein!

*PEI – Piada Extremamente Infâme

INFORMAÇÕES COM TECHNABOB E FLICKR

Wii Review: Klonoa

noreset_analiseKlonoa01fernandiouehara_profileSe você chegou a acompanhar a era dos videogames de 16 bits, sabe que naquela época os jogos 2D de plataforma com mascotes fofinhos eram o equivalente aos FPS de hoje: existiam aos montes, e poucos traziam alguma coisa de diferente. Tá, vai, eles não eram tão parecidos assim… mas enfim, a verdade é que existia uma porrada de jogos desse gênero.

O Klonoa original surgiu um pouco depois disso, já no Playstation. Embora os jogos naquele console começavam a se aventurar no mundo das três dimensões, Klonoa era um legítimo jogo de plataforma 2D, daqueles que dominaram a geração anterior. O jogo fez relativo sucesso, mas não chegou a ser uma bomba comparado com hits do console da Sony, como Resident Evil e Final Fantasy VII.

Eu fui um dos jogadores que deixaram passar o Klonoa original. E agora, chega um remake para o Nintendo Wii. Nessa geração, tão distante dos 16 bits, onde os jogadores já lembram com saudades dos antigos jogos que pipocavam naquela época, Klonoa pode ter uma chance de se destacar. Mas o jogo é bom mesmo, ou é só um refugo da era de ouro?

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Jogabilidade

Os saudosos com certeza vão gostar do jogo. É ação 2D das antigas, com mecânica sólida e até alguns puzzles, que são poucos, é verdade, mas alguns fazem o jogador pensar e colocar sua agilidade nos controles à prova. Os controles são simples, você controla o personagem com o direcional e apenas 2 botões, um de pulo e outro de ataque. O jogo aceita todos os tipos de controle do Wii, mas achei que a melhor opção é segurar o Wiimote de lado. Além do mais, assim passa a sensação de estar jogando um jogo direto do SNES.

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Apresentação

Visualmente, o jogo é uma pintura. Os cenários são muito coloridos, e os personagens são tão fofos que dá até pena de matar alguns deles. O jogo funciona em 2.5D, no sentido mais literal do termo. A jogabilidade é totalmente em 2D, mas você pode interagir com elementos na frente e no fundo do cenário. Além disso, Klonoa se desloca por plataformas em diferentes profundidades, não é questão apenas do personagem ir da esquerda pra direita, embora o jogador o controle apenas indo para os lados.

A trilha sonora é decente, nada de muito destaque, mas combina. A dublagem também é competente. O jogador pode escolher as dublagens em inglês ou o original, na língua de Phantomile, uma linguagem própria do mundo do jogo, interpretada pelos atores japoneses.

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Duração

O maior ponto fraco de Klonoa é sua duração. É possível completar o jogo em apenas 5 horas, logo na primeira vez. Depois disso, você pode enfrentar os chefes em modo Time Attack, escolher as roupas do personagem e jogar novamente as fases de forma invertida. Assim, no meio de cada fase, aparecem estágios secretos que são hardcore de verdade. É sério, são desafios realmente difíceis, onde você deve chegar até o outro lado utilizando apenas a habilidade de Klonoa de capturar os inimigos pra usar um pulo duplo, sem nenhum chão. Ou seja, um descuido e o limbo te espera.

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Que seja eterno enquanto dure…

Klonoa é uma boa adição à biblioteca de jogos do Wii. Jogos 2D de plataforma realmente estavam fazendo falta, e Klonoa é uma ótima experiência, mesmo que dure pouco tempo. É ideal especialmente pra quem não jogou o original, mas quem jogou a versão de PlayStation pode reviver a aventura com gráficos renovados. Um lançamento que nos faz lembrar que hordas de zumbis ou exércitos inimigos armados até os dentes são muito menos aterrorizantes do que uma plataforma muito distante da outra, com apenas o abismo te esperando lá embaixo…

Avaliação

Apresentação: 8. Gráficos bonitos e coloridos, trilha e efeitos sonoros competentes. As animações ingame são ótimas, mas em CG são simples demais. A trilha sonora poderia se destacar mais, mas não chega a decepcionar.

Jogabilidade: 9. Ação 2D das antigas. Precisa dizer mais? Ok, a transição do 2D pro 3D é fluída e parte importante do esquema único de jogo.

História: 5. Basicamente, um desenho animado de sábado de manhã. Nada de muito especial aqui.

Duração e Fator Replay: 3. Teria tudo pra ser um jogaço se fosse mais longo. Acaba rápido demais e não existe muito incentivo pra jogar de novo.

NOTA FINAL: 7

Alugue. Uma experiência das melhores, principalmente pra quem curte plataforma 2D. Em seus melhores momentos, rivaliza clássicos como Super Mario World e Sonic The Hedgehog 3. Porém, a curta duração e a falta de fator replay não justifica a compra.

Mate a fome com Pac-Man e a sede com Space Invaders

noreset_fuleiragenstb-mspccupc1cidocoelho_profileÉ meus queridos e queridas que acessam o NoReset todos os dias de suas vidas, nós também temos dicas gastronônicas por aqui, por isso leia o texto abaixo e divirta-se! Ou sinta-se saciado!

Você gamer, cansado de matar zumbis no Resident Evil ou após de enfrentar várias batalhas com o seu amigo ou amiga no Street Fighter IV, pode ter deixado programado uns bolinhos nos formatos Pac-Man e Ms. Pac-Man no forno, prontos para serem destruídos.

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Pac-Man 30 anos: co-criador do Sonic trabalha em novo jogo

noreset_gamenewspacman2_narrowweb__300x4210cidocoelho_profileEm entrevista ao site Gamasutra, o co-criador do Sonic e level designer, Hirokazy Yasuhara, está desenvolvento um novo título para o comedor mais famoso dos games.

Em 2010, Pac-Man fará 30 anos e a Namco Bandai chamou Yasuhara, que estava na Naughty Dog, foi contratado para o novo projeto de “aniversário” do mascote da empresa.

“Estamos no meio da tomada do Pac-Man voltar, porque é o seu 30 º aniversário em 2010. Como um grupo, sentimos como se deve fazer alguma coisa para fazer ele voltar.

Então, há um projecto que começou a trabalhar sobre, e [Yasuhara é] de parte dele”, declarou o presidente da empresa Makoto Iwai, vice-presidente executivo e executivo-chefe da Namco Bandai.

Yasuhara fará parte de um grupo de trabalho que cuida do projeto Pac-Man 30 anos, que também foi a mesma que desenvolveu Afro Samurai.

Em 2008, o executivo da Namco afirmou que o novo Pac-Man pode ser mais um protagonista entre os bons jogos de ação, porque há uma escassez desse tipo de jogo no mercado.

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Tem fliperama de Mario Kart no Brasil… Sabia dessa?

 Nintendo

[Nota do editor: Bom, se você sabia… parábens para você.  Como eu não sabia, estou postando aqui no blog uma resenha sobre esta “relíquia videogamística”.]

  Saí de casa hoje para ir ao Shopping,  fazer absolutamente nada. “Bater perna”, saca? Estava saturado de ficar em casa num típico dia de Faustão na TV, pai vendo jogo e, conseqüentemente, monopolizando a televisão da sala. Para finalizar, as notícias sobre games que me interessavam, eram nulas (como, para mim, foi essa semana inteira). 

  E lá fui eu, acompanhado de meu amigo e fiel escudeiro Marcelo.

  Depois de passar na livraria e perceber como o número de livros de Geografia é inexpressivo, enchemos nossa barriga de Junk Food para depois passar no(a) Hot Zone, a “casa” de fliperamas do Morumbi Shopping.
 Em meio à “boys” com possíveis nomes estrangeiros impronunciáveis e caras blusas da Von Dutch, e garotas gatíssimas que, um dia, hão de dar bola para este magrelo que vos escreve, consegui ver uma figura de um bigodudo muito familiar, seguido das letras K-A-R-T. Não foi necessário nem meio milésimo de segundo para processar a informação: Era um genuíno ARCADE DE MARIO KART. mario-kart-arcade-gp-2.jpgQuando vi a máquina, senti que o Mussum desenhado na minha camiseta realmente disse “Cacildis!” e  quase pulou fora para jogar uma partidinha!
 Não houve GUITAR FREAKS ou THE HOUSE OF DEAD 4que ganhasse nossa atenção ou nossos ricos créditos: Desembolsamos “quatro conto” em crédito cada um para jogar uma partidinha da máquina.

 O arcade se chama Mario Kart 2: Arcade GP. É produzido pela Nintendoe desenvolvido pela Namco. Sendo assim, você já deve imaginar que personagens como Pac-man, Mametchi de Tamagochi, entre outros, dão o ar de sua graça como pilotos selecionáveis em meio aos personagens Nintendojá manjados.
  Já na tela inicial, você escolhe as cilindradas de motor que quer correr: 50, 100 ou 150 cc. Logo após, vai para a tela de seleção de personagens, escolher seu piloto e veículo favoritos (assim como MarioKart DS). Após fazer isso, você vai para uma tela especial, em que o jogo captura uma foto sua com uma câmera na parte posterior, e a adapta à cabeça do personagem, sendo essa foto um avatar que ficará disponível no canto inferior esquerdo da tela, para mostrar seu status. Depois de tudo isso, finalmente, você pode escolher a pista. Todas novas, criadas exclusivamente para o fliper. 
  O game em si é belíssimo.Tem gráficos bonitos, limpos e coloridos, daqueles que, eu particularmente, gostaria de ver em Mario Kart Wii. Os efeitos de luz e refração são também muito bacanas, com luzes das pistas que se refletem no seu kart (ou moto, ou trem, ou seja lá o que for…). às vezes é difícil correr sem dar uma olhadinha nos cenários de fundo, o que vai render à você uma posição à menos na corrida. O som é simples, porém empolgante. Tem um narrador (meio mala às vezes) falando a sua posição e o que você faz. A jogabilidade realmente é ridiculamente simples: Há o volante, (que treme quando você corre, bate ou qualquer outra coisa) o pedal de freio, o acelerador e, no meio do volante, o botão para jogar o item. Todos os três itens que você poderá usar na corrida são definidos antes de começar a partida, e você não pode escolher. Quando você pega o item, seu personagem já o segura na mão direita. Se um oponente passar na sua frente, ele será travado automaticamente na mira e basta você apertar o botão no meio do volante para que seu personagem jogue o item e acabe com a alegria do infeliz.
 O mais legal de tudo é que, embora simples até demais, os comandos são muito intuitivos. Mesmo com apenas freio e acelerador, é possivel pular (pise rapidamente no freio enquanto acelera) e derrapar (vire o volante para o lado após pular). 

 Embora seja ótimo, nem tudo é belíssimo: O jogo é o cúmulo do fácil. Fácil… extremamente fácil… pra você, e eu e todo mundo.
 Em alguns momentos você vai sentir como se estivesse jogando uma partida treino ou um time attack, com ninguém atrás de você. Nossa “equipe” (equipe? hahahhahaha que piada…) jogou duas vezes cada um, no normal e no expert e chegou sempre em primeiro lugar. Posso lhe garantir que não somos tão bons assim.
 Outor ponto negativo: Não importa em que posição você chegue: Correu uma pista, acabou o jogo. Caso queira correr novamente em outra pista, você deverá passar novamente seu cartão e gastar mais dinheiro. Puta injustiça, diga-se de passagem, afinal, se chegamos em primeiro, é mérito nosso e é nosso direito continuar. Todo fliperama de corrida é assim. Mas vai entender, quando se trata da Nintendo, tudo é meio do contra.

 Como sequer imaginava encontrar uma coisa dessa no Brasil, ainda mais perto da minha casa, não levei a máquina digital. Mas ainda assim, consegui duas fotos tiradas pelo celular do Marcelo, porque o meu não tira fotos (sim, sou pobre… mas isso vai mudar um dia). A qualidade não é lá muito boa, mas não venham reclamar jacarezada… foi tudo o que eu consegui.

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              Imagem que fica na parte posterior do arcade: Lindona, fala aí?
          (sim, está tremida, eu sei, mas a qualidade da câmera não ajuda muito)
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                         Marcelo jogando, pronto para dar a partida.

Tô falando meu povo: Fuleiragens e chinelagens, é só aqui, no NoReset, é claro!

Tá caro fazer jogo!

Games NoResetTá caro!

Há vinte anos produzir um jogo não era tão caro para as produtoras. Mas, com o avanço da tecnologia foi necessário o investimento em supermáquinas e profissionais bem qualificados.

Isso provoca uma restrição para as empresas produtoras de jogos, principalmente as pequenas.

Um exemplo é a Namco que com o seu mascote – Pac-Man – criado por um funcionário da produtora, a produtora pagou cerca de US$ 3 mil pelos direitos do mascote comedor e a desenvolvedora gastou cerca de US$ 100 mil, equivalente a US$ 215 mil nos dias de hoje com inflação, ou mais de 400 mil reais, para produzir a primeira versão do game e ganhou milhões.

A BBC News publicou um artigo apontando que a produção de um jogo de médio porte para o PlayStation 3 custa mais de US$ 15 milhões, sem os gastos com publicidade.

Com isso, as produtoras não conseguem avançar nos lucros como as fabricantes de plataformas e vê o seu orçamento mais curto ou o fechamento das emrpesas.

Segundo Philip Oliver, CEO e fundador da produtora inglesa Blitz Games, os custos triplicaram devido a complexidade da produção dos jogos, principalmente com os avanços na produção gráfica e de alta definição em que são necessários mais investimentos em tecnologia e pessoal, gerando grandes gastos e aumento nas folhas de pagamento.

“Os custos aumentaram demais na parte gráfica. Nós entramos em uma era de jogos com vídeo de alta-definição. Isso fez com que o tamanho das equipes tivesse que aumentar nessa área, para que novas ferramentas para essa função fosse criadas, e geralmente levando os custos às alturas. Isso está causando de verdade um severo impacto na indústria”, declarou Oliver.

É antes de pensar em fazer uma produtora, pense duas vezes, pois para produzir games você precisa de cada vez mais e mais grana para ser queimada, sem garantias de retorno.