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As melhores fases dos games – PARTE 4

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rebecagliosci_profile Olá Amiguinhos!

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Continuando o meme interno iniciado por nosso querido fuleirista-mor, Gustavo Oliveira, venho mostrar-lhes algumas das minhas fases favoritas dos games. Meu critérios de escolha são o conceito visual e a sensação que cada fase me transmite. Algo um tanto subjetivo, mas geralmente é isto que me faz gostar ou não de um cenário.

Antes de irmos ao que interessa, vamos relembrar a ordem de apresentação do meme:

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Gustavo Oliveira
Cido Coelho
Fernando Uehara

– Rebeca Gliosci (este post que estás a ler)
– Wesley Pires (próximo)
– Julyana Rosa (última, fechando com chave de ouro)

Super Mario Kart – Rainbow Road

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Esta pista, que de tão colorida e neon chega a doer as vistas, é minha paixão. Meu apego por ela não se deve ao fato de ser uma das mais desafiadoras do game, mas por eu ser uma pessoa que adora tudo que é feliz e cheio de cores.

Super Castlevania 4 – The Clock Tower (stage 10)

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É muito interessante observar a seqüência das fases em Castlevania 4, com a ajuda do mapa do terreno que aparece entre os estágios. Começamos pela área externa, passando por lugares como estábulos e pântanos, depois seguimos na área interna, com sala do tesouro, biblioteca, sala de armas, masmorras e todos os cômodos que um castelo grandioso tem direito, até chegar ao aposento principal, a alcova de seu proprietário. Em minha opinião, todos os cenários deste game são criativos e bem projetados, mas por algum motivo que nem eu sei explicar, meu favorito é a torre do relógio. Não vejo nada que o torne mais especial que os outros, mas este estágio me encanta. =)

Metal Gear Solid 4 – Shadow Moses

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A volta à ilha de Shadow Moses foi o momento mais emocionante em MGS4, para esta humilde pessoa que vos escreve. Tudo que acontece nesse capítulo é genial e estonteante, uma sacada de mestre do grande Kojima. Pelo lado visual, posso dizer que é maravilhoso ver o mesmo cenário de MGS totalmente refeito com gráficos de última geração e um lindo efeito de nevasca, que chega a nos deixar agoniados pela visão prejudicada, como se realmente estivéssemos lá. Infelizmente não posso dar mais detalhes, para não estragar as enormes surpresas de quem ainda vai jogar.

Metal Gear Solid 2 – Big Shell Connecting Bridges

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Adoro a parte externa da Big Shell, nas pontes que conectam cada “pedaço” de sua estrutura. É um dos poucos ambientes dos games para os quais eu realmente me “transporto” enquanto jogo. Sinto uma sensação gostosa ao me imaginar estando lá, nessa construção enorme em meio ao mar, olhando para aquela imensidão, ouvindo o barulho das gaivotas, sentindo a brisa no rosto. Além do que, amo lugares altos e pontes.

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Resident Evil 2 foi o primeiro game pré-renderizado que joguei no PSOne (sim, joguei RE2 antes de RE1). Na época fiquei fascinada com o visual, que era muito mais bonito e realista do que qualquer outro game que eu havia jogado. É fato que a interatividade com os cenários fica prejudicada quando os gráficos não são real time, mas eu prefiro jogar algo “bonito” (rsrs). O nível de detalhamento me impressionava, ao ponto de me fazer passar horas vagando pelas ruas de Raccoon a observar cada pixação e cartazes nas paredes, cada papel e toco de cigarro jogados no chão, cada fachada de loja e assim por diante.

Final Fantasy VIII – Garden de Ballamb

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Não tenho maiores explicações para este cenário. Simplesmente o acho maravilhoso e queria estudar num lugar assim. xD

Série Donkey Kong Country – Fases de Água

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Eu geralmente odeio as malditas fases aquáticas dos games, pois parecem ser criadas com o mero intuito de irritar o jogador e atrasar sua jornada (e quase sempre a jogabilidade nelas é péssima). As de DKC não ficam muito atrás no quesito “irritação”, mas conseguiram me conquistar com seu efeito de água lindíssimo e músicas relaxantes.

Super Mario World 2 Yoshi’s Island – World 4

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Adoro o visual inteiro desse jogo! Tudo é lindo, fofo e colorido. Mas o mundo 4 tem peculiaridades que me encantaram: os algodões brancos voadores, nos quais o Yoshi não pode encostar, senão a tela fica doidona; a parte em que se voa num balãozão vermelho; a perseguição pelo grande Chain Chomp, que ao final da corrida morde uma plataforma, quebra seus dentes e chora uma lagriminha-ioiô (tadinho!); e o primeiro chefe da fase, que é uma bolona rosa simpática.

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Super Mario Bros 3 – World 4, The Giant Land

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A primeira vez que alcancei este mundo no jogo fiquei fascinada, de repente tudo era gigante!

Silent Hill Origins – Cedar Grove Sanitarium

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Considero este um dos cenários mais assustadores de todos os games da série Silent Hill. Se um hospital psiquiátrico normal já é, por si só, um tanto perturbador, imagine um sanatório mergulhado em trevas e infestado de aparições bizarras do mal? Apesar disso, acho seu design e estrutura muito interessantes.

Streets of Rage – Fase do Elevador

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Esta entrou na lista porque eu achava super divertido jogar os carinhas para fora do elevador! xD

Tomb Raider 2 – Mansão da Lara

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É engraçado que em todos os Tomb Raiders que joguei, o que eu mais gostava de fazer era passear pela mansão da Lara, imaginando o quão divertido seria ter uma casa enorme à disposição para ficar correndo e fazendo piruetas. O casarão de Tomb Raider 2 é meu favorito, em grande parte pela música que se pode ouvir no aparelho de som do salão de festas. Poder atrair o mordomo para trancá-lo no freezer era um ótimo bônus. xD

*****

Vai que é tua, Wes!!!

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As melhores fases dos games – PARTE 3

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fernandiouehara_profileDesculpe se não teve posts meus durante um bom tempo aqui no NoReset, mas foi por uma boa causa. Há algumas semanas, recebemos um convite aqui na redação para testar o novíssimo Playstation 5, no laboratório subterrâneo secreto da Sony.

Decidimos quem iria por meio de um campeonato de jokenpo entre os redatores do NoReset, e eu venci a disputa porque sempre escolhia o Chuck Norris.

No laboratório da Sony, testei alguns jogos na inovadora tecnologia de realidade virtual do PS5, mas tive que fugir quando Kratos ganhou vida durante o teste de God of War 18. Antes de pegar o avião de volta, porém, pude ver que os Power Rangers estavam chegando, então o problema deve estar resolvido agora. Ou não.

Enfim, de volta à rotina, vamos continuar com o meme interno proposto pelo editor sênior de fuleiragens Gustavo Oliveira.

Gustavo Oliveira
Cido Coelho
– Fernando Uehara (Este post mesmo, pô!)
– Rebeca Gliosci (Depois desse…)
– Wesley Pires (Depois da Rebeca…)
– Julyana Rosa (Depois do Barack Obama. É lógico que é depois do Wesley, né?)

Ao contrário de meus colegas, eu escolhi uma fase apenas, que você conhece a seguir:

É a primeira fase de Streets of Rage 2. Eu escolheria a série inteira se pudesse, mas essa primeira fase é icônica. O cenário, os inimigos, e principalmente, a música, simbolizam tudo aquilo que é a série Streets of Rage.

Ambiente urbano, uso inteligente das cores, belos gráficos, andar de um lado pro outro batendo em todos os inimigos que surgirem no caminho até enfrentar o chefe no final da fase.

Essa primeira fase não tem armadilhas, inimigos diferentes nem os muitos elementos bizarros que aparecem nas fases mais avançadas justamente para servir como cartão-de-visitas para quem começa o jogo.

Não tenho muito o que falar sobre essa primeira fase, a não ser que ela faz parte de um pacote que dificilmente poderia ser melhor do que já é. Os três jogos da série Streets of Rage entrariam fácil em uma lista de melhores jogos de todos os tempos.

Mesmo hoje em dia, considerando o avanço nos gráficos e jogabilidade, é difícil encontrar um jogo que faça frente à beleza e à diversão de Streets of Rage. É o tipo de jogo atemporal, que vamos continuar jogando daqui a 10, 20 anos, e ainda será um dos melhores jogos da história dos videogames.

Eu posso deixar esse vídeo rodando o dia inteiro só pra ficar ouvindo a música…

Yuzo Koshiro é um gênio!

As melhores fases dos games – PARTE 2

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cidocoelhoFinalmente, depois de um longo período de ócio cósmico, eu vou escrever o que o tio Gustavo pediu. Seguindo a ordem, eu vou seguir a onda e vou cumprir a ordem a lista abaixo:

– Gustavo Oliveira  PARTE 1
– Cido Coelho  PARTE 2 Que você confere agora!

– Fernando Uehara O próximo!

– Rebeca Gliosci A próxima do próximo!
– Wesley Pires O próximo da próxima!

– Julyana Rosa E a próxima do próximo, que vai fechar com chave de ouro!

Eu também resolvi ser totalmente old school e vou colocar três fases marcantes no qual não precisam ser consideradas a ordem de preferência, mas sim, uma pequena amostra de como Mega Man influiu a minha vida gamer em três fases.

Knight Man – Mega Man 6

Knight Man… Um dos cenários de Mega Man que mais me impressionaram – tanto como o gráfico e a música – que para um console de 8 bits é algo super bem feito. O cenário desse robo é um castelo e quando você percorre as fases você pode admirar a capacidade de ver como que o castelo é bem feito, para as limitações do console.
Você pode conferir e fazer os seus olhos e ouvidos apreciarem esta fase com guilhotinas com espinhos, tochas na parede, argolas de porta medievais e espadas, na parte externa do castelo, um céu nublado, tenebroso.

O chefe é muito sussa de eliminar; basta pegar usar o Yamato Spear, que você ganha do Yamato Man, pular os lançamentos das bolas de aço do robô-cavaleiro e atacá-lo.

São só sete disparos de Yamato Spear e pronto! Você ganha a Knight Crusher. Lembrando que nessa fase você vai ter que matar o Knight Man duas vezes, porque nessa fase há um robô falso e um verdadeiro, quando você elimina o original você ganha a letra A para ganhar o pássaro Beat.

Wily Stages – Mega Man 2

Bom, voltando novamente ao Mega Man, só que desta vez, a segunda versão. A versão no qual o próprio Keiji Infanume  disse que se a Capcom não desse a carta branca, em troca de alguns projetos para a produtora, na faixa, talvez hoje em dia o nosso robozinho azul não teria mais vida.E quem sabe até a própria Capcom, já que o Mega Man puxou o tapete do Captain Commando, no posto de mascote oficial.

As fases do Wily são uma senhora dificuldade. Isso porque eu adorei as músicas, como a I hate the blue robots, das duas primeiras fases e a outra música que esqueci o nome, que segue até o final – que para mim dão um baita clima, em que poucos jogos me deram essa sensação.

As fases são bem organizadas, pois vem a entrada do castelo, interior e até chegar no Wily, onde tem uma batalha numa espécie de hall e logo depois numa caverna secreta, onde você enfrenta o famoso etzinho, no qual eu ouvi muito e me estressei demais até chegar nele.

É claro que na primeira vez, você fica muito furioso e até frustado, de tão difícil que são as fases e os chefes. Mas quando você aprende as “manhas” das fases, você passeia pelo jogo, com um índice de dificuldade menor…

Clown Man – Mega Man 8

Bom, o Clown Man, os meus elogios para esta fase fica por conta da parte gráfica, que para mim ficou muito bem feita.
A fase é rica em cores, detalhes e acredito que muita menina-gamer deve adorar a fase, pois tem muitos detalhes “bonitinhos”. A fase do Clown Man é um bom exemplo de como a oitava versão de Mega Man é rica visualmente.

Eu até estava conversando com uns amigos gamers sobre como a Capcom ainda não redesenhou todas as versões no formato da Mega Man 8. Pois, tenho certeza, que vai o caixa da Capcom vai fechar no azul.
Ou eu tô errado?!

Olha, como vocês perceberam, eu adoro Mega Man! Por isso, posso voltar com mais alguma novidade sobre o robo azul mais influente do mundo gamer. Eu citei uma quantidade muito pequena, infima, para o mundo que a Capcom criou.

Já pensou se a Capcom abortasse o projeto da segunda versão do jogo? O que jogaríamos hoje? A Capcom teriam o Ken e Ryu como os únicos mascotes da emrpesa? É nessas horas que queria uma máquina do tempo…

Próóóóóximo!

Vai Uehara, meu filho, escreve!

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As melhores fases dos Games (Parte 1)

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Gustavo OliveiraTodo bom gamer que se preza tem um game favorito, um personagem favorito, um final favorito, entre outros. Agora pouco, no ápice de meu ócio, estava refletindo sobre fases de videogame e o quão pouco as pessoas falam nelas. Sempre há aquela fase, área, região ou lugar de um jogo de videogame que todos nós gostamos mais, e se pudéssemos, ficaríamos ali durante horas matando inimigos, coletando itens ou até mesmo, admirando a paisagem.

Suponho que todos tem suas fases favoritas nos games e eu resolvi fazer um lista sobre algumas das minhas fases favoritas no mundo dos games.

E não é só eu, não senhor. Transformarei esse tema num “meme” interno do blog, cujas regras são as seguintes:

– Os integrantes do blog deverão postar uma lista de quais são as suas fases favoritas (eu vou postar 3, mas o dono da lista pode postar quantas quiser).
– Cada integrante deverá postar uma lista por dia, não necessariamente em dias corridos, na seguinte ordem:

– Gustavo Oliveira
– Cido Coelho
– Fernando Uehara
– Rebeca Gliosci
– Wesley Pires
– Julyana Rosa
(essa só escreve se quiser e tiver tempo, hehehe)

– Cada integrante da lista não poderá postar sua lista enquanto o integrante anterior não postar a lista dele. (isso não é desculpa para não trabalhar e ficar sem postar as notícias, hein jacarezada?)
– Não necessariamente deve ser uma “fase”. Pode ser uma região, parte ou lugar (por exemplo, eu também gosto bastante da delegacia em Resident Evil 2).

Agora sim eu dei uma de chefe, hein? Fala aí?

No meu caso, em especial, resolvi postar uma pequena lista de “fases” dos games que gosto. Aqui, não sei por qual motivo, resolvi ser totalmente “Old School”:

3º Lugar: Saffron City – Pokémon Yellow (Game Boy)
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Embora a imagem ao lado tenha sido tirada de Pokémon FireRed/LeafGreen, o jogo de Pokémon Yellow tinha na cidade de Saffron, a sexta cidade do jogo, o local mais legal para se treinar os Pokémon.
Nessa altura do campeonato, era bom que todo o seu time de monstrinhos estivesse no nível 40 (no mínimo!) para se evitar dores de cabeça, já que você tinha que subir vários andares do prédio da Sliph Company, afim de libertá-la do domínio da Equipe Rocket. Chegando ali no meio do prédio, você ganhava de presente nada mais nada menos que um Lapras (um dos melhores Pokémon do tipo Ice) e encontrava seu rival, Gary, que vinha tomado no Jiraya com um time ferrenho de Pokémon, além de seu Eevee evoluído para uma das três formas: Jolteon, Flareon ou Vaporeon.
Chegando vivo ao final da torre, você descia e corria para o ginásio mais doido que eu já vi até hoje, para enfrentar a líder Sabrina que usava Pokémons psíquicos, um dos tipos mais temidos do jogo. Dona de um Abra, um Kadabra e um Alakazam, Sabrina era osso duro de roer, mas a batalha valia a pena. No final de tudo você ainda podia andar pela cidade para ganhar dois TM´s que eram o “mais puro creme do milho verde”: Psychic e Mimic.
É bom ou não é?

2º Lugar: Spirit Temple – The legend of Zelda: Ocarina of Time (Nintendo 64)
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Quando a gente é criança, tudo é lindo: A gente brinca o dia todo e parece que o dia não vai acabar, nossas mães cortam nossas unhas do pé, a gente salva os gorons do Rei Dodongo na trilha da montanha da morte e pula dos mais altos precipícios segurando uma galinha e plana até o outro lado sem se machucar. Quando a gente cresce, a coisa muda.
Pra Link também foi assim, tá pensando o quê?
Ao chegar no quinto templo, já adulto, você já está bem “forçudo” e mais equipado que o Batman e o Robocop juntos, mas ainda assim, não consegue empurrar um bloco que está localizado na entrada do templo. Como fazer?
Simples. Dê um pulo no Templo do Tempo, enfie a espada (ui) no pedestal e volte como criança.
O legal dessa fase, é que além de fazer um bom uso de todos os tipos de puzzle e armas (arco-e-flecha, bombchu, bombas, espada, bumerangue) você precisa passar duas vezes no templo: Como criança e como adulto. Além disso, a visual, as cores, a beleza dos efeitos de luz, as duas chefes que no final se fundem em uma só e o uso inteligentíssimo do Mirror Shield fazem desta fase um primor deste game de Shigeru Miyamoto.

1º Lugar: Cassino Night Zone – Sonic 2 (Mega Drive)
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Depois de passar os maiores perrengues do mundo na molhada e terceira fase, Aquatic Ruin Zone e quase morrer afogado, é hora de relaxar e curtir uma jogatina na quarta e belíssima fase do game.
Em uma mistura de cassino e máquina de Pinball, você rola com Sonic e Tails ao longo dos estágios quase sem inimigos, de modo à recuperar algumas vidas perdidas no estágio anterior. A música é uma espécie de funk americano, misturado com batidas eletrênicas (ou seja, é o maior barato). Além disso, o estágio é muito colorido, é a noite, tem clima de balada (ou seja, legal bagarai) e, ao fundo, uma belíssima cidade que possui ares cosmopolitas. O chefe no final nem é tão legal assim, mas é tão “supimpa” ficar brincando de pinball e cassino com Sonic que dá até dó passar a fase no final.

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