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Os campuseiros surtaram… É o protesto das cadeiras

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cidocoelhoPrimeiro alguns começam a levantar as cadeiras de plástico… Estes alguns vão levantando com os outros até que toda a Campus Party é tomada por campuseiros, que levantando cadeiras, começam a batê-las no piso.

Não satisfeitos, eles começam a fazer uma volta olímpica na área dos campuseiros, com gritos e cadeiras levantadas. Em seguida, começam a gritar: “Música! Música! Música!”.

Então chegaram ao palco do Sarau Digital para continuar gritando. Alguém da organização pegou o microfone e disse aos campuseiros para pararem de gritar, pois existe um hospital perto das imediações do Centro de Exposições Imigrantes.

Continuando a explicação, o representante da organização disse que durante a sexta-feira, um oficial de justiça apareceu com uma ordem de advertência para que se acontecer mais reclamações com excesso de barulho, uma ordem judicial interditaria o evento.
Agora a coisa acalmou… Isso porque o ponteiro do relógio nem encostou na primeira hora da manhã.
UPDATE
Confira o vídeo da ôla, na “revolução das cadeiras”, aqui na Campus Party Brasil:

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Google é processado por mulher que foi chamada de prostituta no Orkut

Plantão NoReset

A Justiça fluminense condenou o Google a pagar R$ 10 mil por danos morais a uma mulher que alega ter sido desrespeitada no site Orkut.

A mulher que não se identificou, diz que teve o seu nome citado na comunidade Na Boca do Povo – TR, no tópico sobre prostitutas em Três Rios, no Rio de Janeiro.

De acordo com os autos (informações) do processo, internautas anônimos, afirmavam que a mulher se prostituia para pagar a facudade e entre outras ofensas.

Para o juiz do processo, desembargador Benedicto Abicair, o dano atingiu a honra e a dignidade da mulher e o Google tem a responsabilidade do conteúdo do Orkut.

A empresa de tecnologia alega que não consegue controlar tudo que é publicado no site de relacionamentos.

É como eu disse domingo a tarde, no programa Rock News, da Rádio Central Rock Net, do ABC Paulista: Se isso vira moda, os advogados vão deixar as portas das cadeias e vão começar a caçar clientes ofendidos na internet para poder ter uma renda extra com processos por calúnia, difamação e dano moral.

INFORMAÇÕES COM FOLHA ONLINE