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Arte Gamer: novos cenários gamers feitos por designers

noreset_gamenewscidocoelho_profileFaz algum tempo que alguns blogs, como o Hadouken, citou algumas artwoks de games retrô com cenários reais. Agora, no mesmo blog, o Abduzeedo de onde surgiram as imagens, apareceram outras.

E por isso, você gamer que não tinha visto tais imagens antes, agora vai poder ver nos links dos blogs citados e pode olhar logo abaixo como que o pessoal de design usou o máximo da criatividade e um bom programa de edição de imagem para fazer tais imagens abaixo.

Boa diversão para os seus olhos!

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Super Mario Bros

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Resident Evil 5

noreset_analisejulyanarosa_profileOlá amigos do NoReset! Pensando em modernizar um pouco a coisa, vou falar sobre as melhores fases do recente Residente Evil 5.

Podem dar tchau para os jogos old-school que a pancadaria e tiroteio em terceira pessoa vai começar.

Um pouco diferente dos outros games da série, Resident Evil 5 não decepciona mesmo tendo como cenário a África ao invés de Raccoon City, a cidade fictícia onde aconteceram boa parte dos eventos de jogos anteriores.

Para os fãs, à primeira vista pode ser um pouco decepcionante não ter aquele cenário caótico com zumbis urbanos em marcha lenta, mas ao longo do jogo, essa sensação passa, pois os gráficos melhoraram muito e a jogabilidade também.

Claro que a Capcom, nada boba e seguindo a tendência de alguns jogos para xbox 360, copiou alguns movimentos do Gears of War, como se esconder nas paredes para atirar, se cobrindo do fogo inimigo,  praticamente com a mesma sequência de botões.

Em 6 longos capítulos, o jogador passa por cenários extremamente diferentes que vão da cidade destruída pelas milícias locais, agora zumbis, até aldeias antigas habitadas por índios canibais zumbis, as quais se têm acesso por barcos, aquelas embarcações que possuem uma grande hélice atrás que mais parece um ventilador.

Entre as minhas fases favoritas, porque convenhamos, podem não ser a de vocês, cito exatamente as que demandam uma certa habilidade na direção. Dirigir as pequenas embarcações, hovercrafts segundo dica da colega Rebeca,  e dentro delas sair atirando para tudo quanto é lado está entre as minhas grandes diversões do jogo. Vejam os vídeos abaixo para ter uma ideia.

Este primeiro mostra um pouco do barco com a hélice, mas também ensina um “cheat” uma dica para conseguir mais dinheiro no jogo. No capítulo 3-1 você encontrará um barco.

Neste outro, capítulo 3-3 Sheva e Chris estão em uma embarcação um pouco maior equipada com uma arma com munição infinita, mas daquelas que esquentam e precisam de uma pausa para atirar, caso contrário, sobrecarrega-se e não atira nada.

Além do barco, chamou-me a atenção nesta edição a inteligência dos zumbis, eles estão mais espertos e mais fortes. Mesmo jogando no nível fácil é difícil matar alguns, como o zumbi da serra elétrica com o saco na cabeça e o gordão açougueiro  do machado, que voltaram para assombrar o novo cenário.

Vejam-nos abaixo:

Capítulo 2-1, zumbi da serra

Capítulo 1-1, zumbi do machado

Para quem está começando o jogo essas fases são bem interessantes, pois ainda familiarizam o jogador com o novo ambiente, mas muitos outros cenários ainda estão por vir.

Entre os mais legais, sem citar onde se encontram cada um deles, pois isso pode fazer muita gente que ainda não jogou ou esteja jogando e não chegou em tais partes se revolte, também estão cenários de antigas fábricas, minas, portos, canyons, aldeias e ruínas que lembram um pouco Machu Pichu e os cenários dos filmes de Indiana Jones.

Dê uma olhadinha nos locais nesta análise do site ign.com:

Os vídeos mostram um pouco do game, mas para sentir mesmo como é estar na pele de Chris Redfield e sua nova parceira africana, Sheva, é preciso jogar. A câmera de visão 360 graus do Xbox 360, por exemplo, realmente faz a diferença e amplia as opções do jogador. Com o campo de visão maior dá para ver melhor as diferentes estratégias de ataque dos zumbis e  o ambiente de cada capítulo. Outra coisa interessante desta versão é que Jill Valentine, que aparece no primeiro e terceiro jogos como protagonista, está de volta, não morreu. Ficou curioso?

Se você possui um xbox 360 e conexão de banda larga, pode baixar a versão demo do jogo na Live para um teste. Para os usuários do outro console, testar mesmo só com o game completo. O jogo está disponível para PS3 e Xbox 360.

Aqueles que tiverem interesse no detonado do game em português, deixem seus comentários. Existe a possibilidade da postagem aqui com os vídeos.

Até a próxima!

As melhores fases dos games – PARTE 4

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rebecagliosci_profile Olá Amiguinhos!

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Continuando o meme interno iniciado por nosso querido fuleirista-mor, Gustavo Oliveira, venho mostrar-lhes algumas das minhas fases favoritas dos games. Meu critérios de escolha são o conceito visual e a sensação que cada fase me transmite. Algo um tanto subjetivo, mas geralmente é isto que me faz gostar ou não de um cenário.

Antes de irmos ao que interessa, vamos relembrar a ordem de apresentação do meme:

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Gustavo Oliveira
Cido Coelho
Fernando Uehara

– Rebeca Gliosci (este post que estás a ler)
– Wesley Pires (próximo)
– Julyana Rosa (última, fechando com chave de ouro)

Super Mario Kart – Rainbow Road

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Esta pista, que de tão colorida e neon chega a doer as vistas, é minha paixão. Meu apego por ela não se deve ao fato de ser uma das mais desafiadoras do game, mas por eu ser uma pessoa que adora tudo que é feliz e cheio de cores.

Super Castlevania 4 – The Clock Tower (stage 10)

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É muito interessante observar a seqüência das fases em Castlevania 4, com a ajuda do mapa do terreno que aparece entre os estágios. Começamos pela área externa, passando por lugares como estábulos e pântanos, depois seguimos na área interna, com sala do tesouro, biblioteca, sala de armas, masmorras e todos os cômodos que um castelo grandioso tem direito, até chegar ao aposento principal, a alcova de seu proprietário. Em minha opinião, todos os cenários deste game são criativos e bem projetados, mas por algum motivo que nem eu sei explicar, meu favorito é a torre do relógio. Não vejo nada que o torne mais especial que os outros, mas este estágio me encanta. =)

Metal Gear Solid 4 – Shadow Moses

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A volta à ilha de Shadow Moses foi o momento mais emocionante em MGS4, para esta humilde pessoa que vos escreve. Tudo que acontece nesse capítulo é genial e estonteante, uma sacada de mestre do grande Kojima. Pelo lado visual, posso dizer que é maravilhoso ver o mesmo cenário de MGS totalmente refeito com gráficos de última geração e um lindo efeito de nevasca, que chega a nos deixar agoniados pela visão prejudicada, como se realmente estivéssemos lá. Infelizmente não posso dar mais detalhes, para não estragar as enormes surpresas de quem ainda vai jogar.

Metal Gear Solid 2 – Big Shell Connecting Bridges

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Adoro a parte externa da Big Shell, nas pontes que conectam cada “pedaço” de sua estrutura. É um dos poucos ambientes dos games para os quais eu realmente me “transporto” enquanto jogo. Sinto uma sensação gostosa ao me imaginar estando lá, nessa construção enorme em meio ao mar, olhando para aquela imensidão, ouvindo o barulho das gaivotas, sentindo a brisa no rosto. Além do que, amo lugares altos e pontes.

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Resident Evil 2 foi o primeiro game pré-renderizado que joguei no PSOne (sim, joguei RE2 antes de RE1). Na época fiquei fascinada com o visual, que era muito mais bonito e realista do que qualquer outro game que eu havia jogado. É fato que a interatividade com os cenários fica prejudicada quando os gráficos não são real time, mas eu prefiro jogar algo “bonito” (rsrs). O nível de detalhamento me impressionava, ao ponto de me fazer passar horas vagando pelas ruas de Raccoon a observar cada pixação e cartazes nas paredes, cada papel e toco de cigarro jogados no chão, cada fachada de loja e assim por diante.

Final Fantasy VIII – Garden de Ballamb

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Não tenho maiores explicações para este cenário. Simplesmente o acho maravilhoso e queria estudar num lugar assim. xD

Série Donkey Kong Country – Fases de Água

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Eu geralmente odeio as malditas fases aquáticas dos games, pois parecem ser criadas com o mero intuito de irritar o jogador e atrasar sua jornada (e quase sempre a jogabilidade nelas é péssima). As de DKC não ficam muito atrás no quesito “irritação”, mas conseguiram me conquistar com seu efeito de água lindíssimo e músicas relaxantes.

Super Mario World 2 Yoshi’s Island – World 4

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Adoro o visual inteiro desse jogo! Tudo é lindo, fofo e colorido. Mas o mundo 4 tem peculiaridades que me encantaram: os algodões brancos voadores, nos quais o Yoshi não pode encostar, senão a tela fica doidona; a parte em que se voa num balãozão vermelho; a perseguição pelo grande Chain Chomp, que ao final da corrida morde uma plataforma, quebra seus dentes e chora uma lagriminha-ioiô (tadinho!); e o primeiro chefe da fase, que é uma bolona rosa simpática.

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Super Mario Bros 3 – World 4, The Giant Land

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A primeira vez que alcancei este mundo no jogo fiquei fascinada, de repente tudo era gigante!

Silent Hill Origins – Cedar Grove Sanitarium

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Considero este um dos cenários mais assustadores de todos os games da série Silent Hill. Se um hospital psiquiátrico normal já é, por si só, um tanto perturbador, imagine um sanatório mergulhado em trevas e infestado de aparições bizarras do mal? Apesar disso, acho seu design e estrutura muito interessantes.

Streets of Rage – Fase do Elevador

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Esta entrou na lista porque eu achava super divertido jogar os carinhas para fora do elevador! xD

Tomb Raider 2 – Mansão da Lara

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É engraçado que em todos os Tomb Raiders que joguei, o que eu mais gostava de fazer era passear pela mansão da Lara, imaginando o quão divertido seria ter uma casa enorme à disposição para ficar correndo e fazendo piruetas. O casarão de Tomb Raider 2 é meu favorito, em grande parte pela música que se pode ouvir no aparelho de som do salão de festas. Poder atrair o mordomo para trancá-lo no freezer era um ótimo bônus. xD

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Vai que é tua, Wes!!!

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