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GDC 09 começa com discussão para novas alternativas

banerquadrado_norgdc09cidocoelho_profileNa última segunda-feira (23), produtores e representantes das grandes e pequenas empresas de games do mundo todo se reunem na Game Developers Conference, até o dia 27 de março, em San Francisco, Estados Unidos, para discutir o que fazer no meio desse cataclisma financeiro.

De 2007 para 2008 o mercado de games teve um salto nas vendas. Segundo o NPD Group, foram 17 bilhões de dólares e US$ 21 bilhões respectivamente.

Para este ano será uma dúvida. Por isso, a GDC, que acontece em San Francisco, é uma forma para discutir saídas para a crise.

Como sempre faz a organização da GDC, os dois primeiros dias são reservados para o as plataformas móveis. Entretanto, os jogos independentes, em forma de webgames e novas alternativas, entenda como Zeebo, ou o Wii e os seus jogadores casuais, darão as caras durante toda a GDC.

Além disso, o GDC terá foco para novas formas de jogar vídeogame, como os iPods e iPhones e é claro, como citei, o brasileiro Zeebo.

A GDC pode ser considerado um evento democrático, pois nele acontecerão palestras e todos que desejam uma oportunidade terão o foco da impresa gamística internacional. Os gigantes hi-tech terão que se comportar com respeito entre todos os produtores presentes.

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Cobertura NoReset da Campus Party Brasil 2009

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Acompanhe toda a cobertura especial do NoReset na Campus Party Brasil 2009 feita pelo editor Cido Coelho.

Clique e confira todo o conteúdo produzido em texto, foto e áudio durante todos os dias do evento:


TEXTO

Acabou a Campus Party Brasil 2009!
Os campuseiros surtaram… É o protesto das cadeiras
“Deus é um DJ” toca na noite fria da Campus Party
Novos números da Campus Party Brasil
Liberdade Telefônica
IPTV Cultura estréia na Campus Party
Frases de notebook; Versão geek das frases de caminhão
Quarta-feira agitada no Centro Imigrantes
Balada geek na “#cparty”
Briga na Campus Party
Botando a casa em ordem na “#cparty”
O primeiro robô humanoide do Brasil
O bicho pegou aqui na Campus Party!
Gilberto Gil visita a Campus Party Brasil 2009
Segundo dia começa com cursos, palestras e entrevista
Ganhei uma barraca
Batismo digital aos menos favorecidos
Confira a entrevista do criador da “www”, Tim Berners-Lee
Primeiros números da Campus Party
Campus Party abre oficialmente
NoReset na Campus Party 2009

IMAGENS

Imagens do primeiro dia da Campus Party
Veja as imagens do segundo dia da Campus Party
Campus Party no terceiro dia, veja as imagens
Veja as imagens do quarto e quinto dia na “#cparty”
A semana da Campus Party em imagens

PODCAST/VÍDEOCAST

Podcast Especial – Parte 1
Podcast Vídeocast Especial – Parte 2
Podcast Especial – Parte 3


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Acabou a Campus Party Brasil 2009

noreset_especialeditorial_noresetcpbras

banner_campusparty2009É amigos… A semana terminou e a Campus Party Brasil também. Considerado o maior evento de internet e tecnologia do mundo, a Woodstock Geek encerrou as atividades com a presença de mais de 6 mil campuseiros. Eles puderam conversar sobre novas tecnologias, robótica, desenvolvimento, games, enfim, tudo que foi hi-tech virou motivo de discussão no Centro de Exposições Imigrantes.
Neste texto de encerramento posso dizer que apesar de alguns incidentes e problemas com a organização, nada atrapalhou o evento.
O culpado da existência de tudo isso – não estou falando do patrocinador e nem da organização – Tim Berners-Lee, esteve no evento e participou da Campus Party.

Muita coisa interessante aconteceu. como a criação de um robô humanoide – o primeiro do Brasil. A preocupação com a Inclusão Digital e o Batismo Digital, que além dos campuseiros discutirem o que pode ser feito para os menos favorecidos, como também o foco do assunto pôde usar a conexão de 10 GB, como um senhor de 75 anos que estava fazendo o seu e-mail pela primeira vez.
Na parte de desenvolvimento muita gente – principalmente de TI – passaram horas e horas discutindo novas tecnologias para os computadores. No Bar Camp, muita gente,  inclusive eu,  conversamos sobre novas possibilidades para o bom uso das novas tecnologias e a organização da internet.

Claro, entre um nerd e outro você acha um senhor barbudo que parece o Papai Noel, mas na verdade ele é o Jon Maddog, fundador da Open Source International e presidente da Linux Internacional, que é um dos defensores mundiais do software livre. Humilde, ele fez questão de conversar, tirar fotos, discutir idéias com cada campuseiro que chegava perto dele. Podemos dizer que o cara não é o Noel, mas é um bom velhinho…

A área Games me chateou em um ponto. Conforme o texto do amigo Bracht, do Continue, a área se reservou apenas para campeonatos de games, com 5 máquinas de fliperamas (Marvel Vs. Capcom 2, Tekken 5, The King of Fighters, Street Fighter 2 e 3) e poucas discussões de game develop.

Além disso, um clã de games organizou um sorteio de brindes na área gamer, entre um torneiro e outro. Fora da área dos campuseiros, Expo e Lazer, os visitantes puderam jogar um pouco de Wii, no estande da Nintendo World e experimentar a velocidade do processador da Intel i7, que foi criado para melhorar o desempenho dos games no PC.
Em algumas situações pude experimentar um jogo interativo de luta, onde você entra em uma espécie de tela azul e na tela do projetor, a própria imagem aparecia num cenário com vários inimigos para socar e eliminar – a lá Street of Rage.
E é claro que tinha Guitar Hero e Rock Band. Quando não rolava palestra na área de Games, o pessoal jogava RB, com direito a guitarra, bateria e microfone.

Os nerds, com seus computadores tunados, trocavam idéias, exibiam seus CPUs em formatos de Transformers, carro, jukebox e até um fliperama. Uma outra parte dos nerds estavam se preparando para bater o recorde brasileiro de overcloking – resfriando um Intel Core 2 Duo E8400 a -106ºC. Eles aumentaram a velocidade do processador de 3 Gigahertzs para 5,6 Gigahertzs e atingiram a marca de 8,6 segundos no tempo de cálculo do número Pi (π) com 1 milhão de casas decimais.

Eles demoraram mais de duas horas, em um constante reinício do sistema e modificações nas configurações para bater a marca. No ano passado, o recorde foi de 9,2 segundos em um processador que atingiu 5 Gh.

No encerramento, aconteceu a premiação dos melhores blogs, que não deixa claro os critérios de escolha dos blogs – como um companheiro de um blog, que estava concorrendo com sites que fazem apologia a pirataria e a downloads ilegais. E por fim teve o encerramento da semana mais agitada no mundo geek com um show da banda Simulação.

Preço salgado na praça de alimentação

A praça de alimentação parecia um centro de abuso, talvez, um mini cartel de comida! A próxima edição da Campus Party, os organizadores poderiam combinar a redução dos preços com o pessoal que estava vendendo o almoço, jantar e os salgados.
Porque aconteceu prática abusiva, provocando a debandada dos campuseiros para a região do metrô Jabaquara na hora das refeições.

Vou dar alguns exemplos: um hot dog mais um refrigerante custavam 7 reais ou uma coxinha ou esfhia custava de R$ 3 a  R$3,50!
Muitos tiveram a “sorte” de ir para a região comercial do Jabaquara para poder se alimentar. Se não fosse isso, alguns campuseiros, que não levaram muito dinheiro, passariam fome!
Vários campuseiros lamentaram a sacanagem que o pessoal da praça de alimentação fez.

Ataque aos jornalistas brasileiros

Uma coisa que chateou muita gente foi a atitude do diretor da Campus Party, Marcelo Branco, em que toda a vez que ele subia no palco do Sarau Digital, ele agulhava os jornalistas brasileiros. Branco criticava os jornalistas por divulgar tudo que acontecia no evento. Alguns órgãos de imprensa divulgaram apenas o que aconteceu, só isso.

Os jornalistas estavam na Campus Media para divulgar o que aconteceu de fato e não para fazer um trabalho de assessoria de imprensa. Se ele quer que faça um trabalho de imprensa só com elogios, o melhor que deve ser feito é manter uma equipe de assessoria de imprensa para divulgar apenas o que o coordenador do evento quer.
E isso não só causou a indignação de alguns jornalistas, como também provocou a fúria dos campuseiros que “twittaram” suas considerações sobre tal comentário infeliz.

Campus Party 2010: mais cidades podem ter o evento

A organização garantiu que o evento continua em São Paulo em 2010, e até o ano de 2012 a Campus Party Brasil continuará no Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul da cidade paulistana. Algumas capitais (Belo Horizonte, Curitiba, Rio de Janeiro, Salvador e Porto Alegre) ofereceram propostas para que a Campus Party ganhe eventos regionais, a organização e a patrocinadora do evento cogitam a possibilidade, mas não tem nada confirmado.

Para quem quer ainda visitar a área de exposições, basta ir até às 22 horas deste domingo (25) no Centro de Exposições do Imigrantes para conferir um pouco mais da Campus Party Brasil, que já terminou para os campuseiros.
Obrigado por acompanhar a cobertura especial do NoReset na Campus Party! O resultado desse esforço e do número de acessos fez com que eu e a Equipe NoReset se animasse mais ainda para trazer o melhor do que acontece no mundo da tecnologia, games e tudo que acontece por aí.

Clique aqui e veja a cobertura completa do NoReset, com todo o conteúdo publicado durante a Campus Party Brasil 2009!

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A semana “#cparty” em imagens

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cidocoelhoConfira as imagens de José Luis Freitas, em sua jornada como campuseiro da Campus Party Brasil, que aconteceu de 19 a 25 de janeiro, em São Paulo.
Na última galeria especial, você pode perceber como é ser um campuseiro, no lugar que é considerada a Woodstock Geek ou a “maior lan house temporária da América Latina”.
Clique na galeria e veja as últimas imagens ampliadas:

Clique aqui e veja a cobertura completa do NoReset, com todo o conteúdo publicado durante a Campus Party Brasil 2009!

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Podcast NoReset – Especial Campus Party – 03

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Confira o que e está rolando na Campus Party, com a apresentação de Cido Coelho, direto de São Paulo. O editor do NoReset faz uma breve análise dos últimos dias do maior evento de internet e tecnologia do mundo.

Neste sábado será iniciada a festa de encerramento. O diretor do evento, Marcelo Branco, faz um balanço parcial, elogia os campuseiros, destaca que a versão brasileira da Campus Party é notícia no mundo todo e critica os jornalistas do Brasil.

E mesmo assim a movimentação ao redor do palco principal não para.

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Tempo: 4m36seg

***

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Briga na Campus Party

noreset_especialcampuspartylogocidocoelhoApós a confusão com os a Banda Leme (aquela que tocou funk), aconteceu uma briga entre dois jovens na área das barracas.

Assim que os seguranças souberam do ocorrido, vários homens de preto foram para área das barracas, separar a briga e impediram a entrada dos campuseiros até a solução do problema.

De acordo com algumas informações, os dois foram expulsos. Alguns campuseiros explicaram que pode ter álcool envolvido nisso.

Confira o vídeo:

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O bicho pegou na Campus Party!

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cidocoelhoNo Sarau Digital, a área de shwos e baladas do evento, vários campuseiros protestaram contra uma banda que estava tocando funk. Indignado, o cantor da banda De Leve foi querer tomar satisfação com alguns participantes da Campus Party.

Muitos campuseiros, irados, começaram a vaiar a apresentação até que o show foi interrompido.

Um campuseiro conhecido por Nerd Virbickas, vulgo “Chupa” tomou as dores dos campuseiros e não permitiu que o show prosseguisse. Confira o que rolou na madrugada de quinta para sexta, no vídeo abaixo.

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Batismo digital aos menos favorecidos

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cidocoelhoPara incentivar os menos favorecidas a aplicar a tecnologia em suas vidas, o Batismo Digital 1.0 e 2.0 da área de Inclusão da Campus Party Brasil 2009 já está cumprindo seu papel. Em média 800 pessoas passam diariamente pelo módulo com 200 computadores, acompanhadas de monitores treinados para despertar o interesse pela sociedade em rede em gente de diferentes idades.

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O espaço, na área Expo e Laser, tem sido visitado não só pelas caravanas agendadas pela organização,mas também por visitantes do evento em geral, que usam os computadores para entrar na Internet, jogar e se comunicar pelas redes sociais. “Estamos notando que muitas pessoas já chegam com um conhecimento mínimo de computação e web, mas há também muitos casos de gente que chega aqui para ser batizada propriamente. São idosos, adultos e crianças que querem entrar para o mundo digital”, comentou Raul Luiz, coordenador da área, que conta com as versões de batismo 1.0 (pra quem nunca teve acesso a um computador) e 2.0 (para os que já tem um conhecimento mínimo).

Joana Henrique de Lima, 56 anos, e seu neto Gustavo, 7 anos, são exemplos da inversão dos modelos tradicionais de batismo. No digital, os mais velhos é que são os menos experientes. “Acabei de criar meu email e queria que tivesse algo a ver com vovozona. É que a criançada do bairro me chama assim”, brinca Joana, moradora do CDHU Jardim Tropical, em Perus, que trouxe toda a família para a Campus Party. “Estou achando tudo muito diferente. Nunca tinha visto tanto computador junto”, conta ela.

Já o pequeno Gustavo não tirou os olhos da tela, que estava se divertindo, tentanto colocar bananas na boca de um gorila em um jogo online. “Já tinha usado os computadores lá do CEU (Centros Educacionais Unificados) de Perus, mas aqui é diferente: tem mais gente, mais computador e eu posso ficar jogando durante um tempão”, diz o garoto. E a vovó? “Agora estou tentando entrar no Orkut. Quero me comunicar com o mundo todo”.

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Frases de notebook (Versão geek das frases de caminhão)

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cidocoelhoEu não poderia deixar de publicar, durante as caminhadas aqui na Campus Party, nos quatro dias, percebi coisas engraçadas e estranhas.

Uma delas é o motivo deste post: as frases de notebook estão assolando o Centro de Exposições Imigrantes por alguns momentos. Por isso resolvi reproduzi-las aqui no NoReset. Confira o que eu já peguei até agora – e por enquanto!

1. Desligue o som! Eu quero assistir Lost! (Eram três campuseiros protestando contra a balada geek);

2. Serra = pedágio (Ema palavra em cada tela de notebook!);

3. Eu naum sou nerd – Caravana do Acre (Era um acreano com uma placa de papel, amarrada com barbante e pendurada no pescoço);

4. Eu dou abraço! (Eu vi por aí);

5. Criador de jogos (Está escrito em uma caixa de papelão, que guarda CPU); Ao lado tinha uma placa: “Pode pegar o cartão aqui!”.

É isso por enquanto…

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Balada Geek na “#cparty”

noreset_especialcampuspartylogocidocoelhoPois é… Aconteceu uma balada aqui na área dos campuseiros, que foi comandada pelo DJ Miranda – que é um dos jurados do programa de TV Astros (ex-Ídolos) do SBT. O pessoal estava empolgado, todos pulavam, dançavam, tirava fotos, desfilava com o pinguim, que é o símbolo do Linux, enfim, todos felizes. Até que alguns campuseiros que não estavam na balada começaram a protestar com seus laptops que tinham o seguinte texto nas telas: “Desliguem o som! Eu quero assistir Lost!”

O pessoal não gostou muito disso, até que na quarta parte da balada, que rolou agora pouco, a balada cessou.

Isso porque depois que saí da balada,  tinha gente vendo vídeo no You Tube, assistindo Chaves, conversando sobre software livre e eu aqui postando um texto para o NoReset.

Logo eu volto com mais novidades. Pois a noite aqui é muito longa.

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