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Sega está com o ego “igual” ao da THQ

Estava lendo o Kotaku, às 3 e vai lá da madruga, quando vejo o artigo – Sega Don’t Want To Be Activision, They Want To Be Sega! (Or, At Least THQ) (Sega não quer ser igual a Activision, quer ser a Sega! (ou, no mínimo, a THQ)).

É dificil acreditar que uma empresa que chegou a brigar de igual para igual com a Nintendo, a Sony, derrubou concorrentes promissores como o Amiga, o 3DO, da Panasonic, Neo Geo, da SNK, agora SNK Playmore, lida com a situação de dizer que estão felizes, como uma softhouse ou no bom português, uma produtora.

O executivo da Sega nos Estados Unidos Jeffrey Simon, falou a revista de economia Forbes quando foi perguntado se poderia ver em si uma Activision ou uma EA (que são as maiores produtoras do planeta). Apenas leia a citação em inglês e português.

“We’re actually really happy where we are. We can be small and agile and yet extremely profitable and successful. It really feels like this year we’re competing with the next tier up, and THQ is a good company for us to model ourselves on and go after in terms of market share”.

Ficamos muito felizes onde estamos. Nós podemos ser pequenos, ágeis e, ainda assim, extremamente lucrativos e bem-sucedidos. Realmente sentimos como se este ano estivessemos competindo de maneira superior, e a THQ é uma boa companhia para que possamos tomar como exemplo e após isso ir em termos de quota de mercado.

Concordo com o Kotaku. THQ? Look, it’s one thing to be honest, but have some self respect, man! ou Uma coisa é ser honesto, outra coisa é ter auto-respeito!

Uma empresa que participou e ainda participa da infância e adolescência de muito marmanjo se comparar a uma empresa como a THQ.
É o fim. Se o golpe de honestidade começa a contaminar a SNK, Panasonic e outras, o videogame vai chegar numa nova geração – a dos grandes, que cairam, e estão conformados.