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Diversão na palma da sua mão

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Foi se o tempo em que jogar em qualquer lugar é sinônimo de consoles portáteis. Os jogos para celular em Java são a solução para quem quer diversão rápida e acessível em qualquer instante.

Existem jogos feitos em outras plataformas, sem ser Java. Porem, como nem todos têm Iphones, Smartphones e outros aparelhos mais avançados, e boa parte dos celulares já têm suporte à Java, acaba sendo uma opção mais viável.

A maior prova disso é que os jogos que saem atualmente nos consoles, eventualmente ganham uma versão para celulares.

Citarei aqui os cinco melhores jogos em Java que joguei até agora:

5. Guitar Hero 3

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Esta franquia dispensa comentários. Esta adaptação para celular foi feita pela Hands on Mobile, e contem boa parte das musicas do game original.

Mas já deixo um aviso: este jogo é perfeito para estragar as teclas do celular. Mas vale o prejuízo.

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4. Alpha Wing 2

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Desenvolvido pela Glu Mobile, Alpha Wing 2 é um Vertical Scrool Shooter (navinha, pô!) no qual você escolhe entre 3 naves, sendo que cada uma tem um padrão de tiros diferente, para desbravar 3 sistemas.

Os cenários são bem detalhados, dando uma visão 3d bem legal, e cada sistema tem uma musica própria.

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3. Heroes Lore

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Excelente RPG feito pela Hands on Mobile. Você está na pele do personagem Ronin, que precisa descobrir o que está acontecendo com os guardiões.

Ótima jogabilidade, com uma história muito bem construída. Existe uma versão traduzida para português, para quem não manja do inglês.

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2. Runner 626

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Este com certeza foi o jogo que mais me surpreendeu. Feito pela desconhecida (pelo menos para mim) Mayhem Studios, simplesmente você é um humano que foi capturado e que deve correr contra outros competidores para sobreviver.

E o jogo é só isso, correr. Porem há uma gama de coisas que podem ser feitas durante a corrida, como rolar, chutar, acelerar, frear e saltar mais alto. Tudo isso usando apenas UM botão.

E tem um diferencial: este jogo pode ser jogado panoramicamente, ou seja, de lado, dando uma maior visão do jogo. Simplesmente viciante.

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1. Assassin’s Creed

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Outro titulo que dispensa elogios e comentários. Adaptado pela Gameloft em parceria com a Ubisoft, este jogo representa fielmente Altair em suas missões de assassinato.

O ponto alto deste jogo foi a capacidade de terem mantido as acrobacias de Altair, mesmo com a limitação por ser um jogo 2d. Quem jogou o jogo original vai se identificar facilmente com esta adaptação. Recomendo.

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As dicas e truques estão sumindo?

Hoje pela manhã, ao fazer o percurso casa-trabalho, estava pensando sobre a evolução dos games (na verdade, não tinha nada melhor pra fazer, já que esqueci em casa meu livro “Raízes do Brasil” e meu mp3 está sem pilhas…). É incrível como nossa mente trabalha no ócio, né?.

Durante esse momento “gênio refletindo”, lembrei de games como God of War, GTA, Halo, Mario Galaxy entre outros e pensei: “Poxa vida, nunca ouvi falar de truques e dicas para esses games”.
Logo em seguida, parei melhor pra pensar e percebi que ultimamente muito pouco espaço tem sido dado às dicas. Isso quando elas existem nos games atuais.

Folheie qualquer revista de games atual. Você perceberá que poucas páginas (ou nenhuma) são destinadas às dicas, totalmente diferente de uma Ação Games antiga ou de uma Super Game Power, por exemplo.

Eu, como bom gamer da era 16 Bits, às vezes, sinto falta dos truques. Nas épocas remotas de SNES e Mega Drive, quando jogavamos um game, usavamos as dicas para tornar o game mais fácil, mais difícil, mais rápido, mais lento, mais tosco, mais engraçado, mais ridículo, podíamos pular fases, ficar invencíveis, invisíveis, ter todas as armas e itens ou até mesmo ver o final do jogo.

Não conseguia executar os fatalities de Mortal Kombat 3? Não tinha problema, após apertar alguns botões, o cheatOne Button Fatality” estava ativado. Não conseguia destruir o Dr. Robotinik na fase Oil Ocean? Sem problemas.

Bastava acessar o Sound Test e ouvir as músicas 19, 65, 09 e 17 para ir diretamente ao confronto final. As partidas de International Super Star Soccer estavam sem graça? Então transformavamos o juiz em um pastor alemão obediente.

Apelação? Sim. Preguiça? Talvez. Pouco divertido? De forma alguma.
Sendo assim, quem não se divertia de uma forma, se divertia de outra. Jogar games era uma atividade proporcional a habilidade do jogador:

Quem era bom, não usava cheats. Quem não era tão habilidoso, usava um ou dois truquezinhos para poder se divertir e sobreviver contra quem era melhor. E assim caminhava a humanidade.

Atualmente não temos a opção de configurarmos nossa jogatina da maneira que queremos. Ou somos obrigados a jogar games dificílimos que possuem seu fator replay baseado nos modos on-line ou então somos obrigados a engolir tosquices intragáveis indignas do quoeficiente intelectual até mesmo do seu irmão de três anos.

Ora meus caros, faça-me o favor.

E se eu quiser que os inimigos de Master Chief sejam cabeçudos para que eu possa dar umas risadas extras? E caso esteja achando Bioshock muito difícil? E se eu quiser deixar Super Mario Galaxy muito mais difícil? Não posso?

Não digo que os games atuais tornaram-se enfadonhos pelo fato dos cheats estarem cada vez mais escassos. Sou fã da atual geração muito mais que da geração passada. Estou dizendo que talvez, esses cheats ainda fossem necessários para suprir a necessidade de proporcionar diversão à um público mais amplo, e dessa forma, terminar essa ridícula briga hardcore x casual, já que todos poderiam jogar qualquer game de acordo com sua habilidades e vontades.

Enfim. Depois desse post que, devido ao tamanho, mais parece uma tese de doutorado, eu quero saber a sua opinião. Enquanto você comenta, vou procurando por aqui como se coloca “Read the Rest of This Entry” nessa várzea.

E tenho dito. Ou mais ou menos dito.