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O Créu da Dell

Novamente pergunto aos publicitários: o que vocês bebem ao fazer essas coisas? Eu dei muita risada e gostei da sacada!
Eu achei leitor de Risos (RSS) do blog ADvertido uma propaganda da fabricante de computadores Dell.
A “Dança do Créu”, música sem sentido que estourou no Brasil, virou tema de paródia da empresa. 
Foi criado um vídeo baseado na tal canção para divulgar o microblog da fabricante. O Twitter deles deve ser utilizado para anunciar ofertas e novidades. 
Chega de papo! Olha o vídeo aí e depois comenta. Senão, c

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cidocoelho_profileNovamente pergunto aos publicitários: o que vocês bebem ao fazer essas coisas? Eu dei muita risada e gostei da sacada!

Eu achei leitor de risos (RSS) do blog ADvertido uma propaganda da fabricante de computadores Dell que foi feita de uma forma bem inusitada.

A “Dança do Créu“, música sem sentido que estourou no Brasil, virou tema de paródia da empresa. 

Foi criado um vídeo baseado na tal canção para divulgar o microblog da fabricante. O Twitter deles deve ser utilizado para anunciar ofertas e novidades. 

Chega de papo! Olha o vídeo aí e depois comenta. Senão, crééééééééu!

 

UPDATE!

Eu sou um lesado! Esqueci de colocar a versão em inglês! Tá aí, ó! Basta comparar qual ficou menos pior! Hahahahaha!

Seção Retrô: Jogo de gibi pra iniciar

cabeca_retro.jpg

Enquanto nosso blog vai ficando tão popular quanto os Beatles, feijoada ou o funk do “crééééuuu”, caminhamos rumo aos 10.000 acessos, no cúmulo do ócio e de férias do trabalho.

Por isso resolvi criar mais uma categoria, para este não tão humilde blog: A seção Retrô.

 Como acabei de inventar a categoria, ela não tem periodicidade, porém, pensarei em um dia bom para tornar essa seção uma coluna semanal.

 Para iniciar, resolvi escolher um game que talvez nem todos vocês conheçam, ou, se conhecem, talvez não se lembrem. COMIX ZONE! comix_zone.jpg

Ficha técnica

Produtora: SEGA 

Desenvolvedora: SEGA

Ano de lançamento: 1995

Número de jogadores: 1

Nota NoReset: 10

 

 

 

 

 

  Produzido e desenvolvido pela própria SEGA e lançado em 1995, Comix Zone foi uma das últimas cartadas da empresa antes do fim do Mega Drive. Sempre bom terminar com estilo, não é mesmo?
No jogo, você controla Sketch Turner, um desenhista e cartunista que, em uma noite normal na cidade de Nova York, é surpreendido pelo vilão do gibi que ele próprio desenha, que sai das páginas para o mundo real.
O vilão (pasmem) deseja dominar o mundo, mas enquanto o desenhista estiver vivo, ele não pode colocar seu plano em prática. Então, Turner é enviado para a HQ, para que possa comer o pão que o diabo amassou nas mãos de suas próprias criações. Legal não é mesmo?
Sua missão é descobrir como sair daquele gibi, antes que o vilão em traços, se torne um vilão de carne e osso (caso desse Game Over, ele conseguiria).

Apesar de ser um Beat´em´up, um gênero muito popular no Mega Drive (basta lembrar de Golden Axe, Streets of Rage, Alien Storm, entre outros), Comix Zone é um jogo muito diferente da maioria, justamente pelo seu estilo: Você caminhava entre os quadrinhos do gibi (que podiam ser quebrados), enquanto encarava inimigos, que, quando socados, esmurrados, chutados ou massacrados, exibem onomatopéias como SOC, PUM, comzon2.jpgPOW, CRASH. No final da “página”, você terminava uma fase e pulava para a página seguinte.
O estilo do jogo é simples: É um Beat´em´up normal, com pequenos puzzles. Para resolvê-los, você conta com a ajuda de Roadkill, o rato de estimação do personagem que serve para alcançar switches distantes, ou até mesmo distrair alguns inimigos enquanto você passa despercebido.
A jogabilidade é bem fluida, mas necessitava do Joystiq de 6 botões do Mega Drive para funcionar, o que, obviamente, me obrigou a comprar um bendito controle para jogar na época.
Os gráficos são belíssimos, bem trabalhados, coloridos e seguem bem o estilo história em quadrinhos. O clima do jogo segue entre comédia (já que é engraçadíssimo ver os inimigos virando papel quando morrem) e suspense, já que nunca se sabe o que se pode encontrar no quadrinho seguinte. O jogo realmente deu um banho de criatividade na época. Pena que nem todo mundo teve a oportunidade de jogá-lo.

Lembro-me até hoje que a extinta revista Ação Games deu o selo “The Best of Ação Games” para o game, com nota máxima em todos os quesitos, o que me fez babar pelo jogo. Para muitos, CZ é considerado um dos melhores jogos da última safra do MD, e não é exagero, claro. Eu faço parte desse time.