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Bola de cristal prevê novo Zelda para Wii em 2009

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Cido CoelhoCom 2009 chegando, muitos pegam as bolas de cristais guardadas no armário e começam a trabalhar  com previsões surpreendentes. Foi isso que a empresa Lazard Capital Markets e o analista “mago” Colin Sebastian fizeram. Eles opinaram e apostaram os games que poderiam ser lançados em 2009;

Para o analista Sebastian, Zelda será um dos fortes nomes a aparecer no Wii e assim afastar a crise econômica que assola o mundo da poderosa Big N. Além disso, a Nintendo já gastou munição neste ano que acaba com os lançamentos de Super Smash Bros e Animal Crossing.
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O último jogo da Nintendo da saga de Link foi em 2006 – The Legend of Zelda: Twilight Princess – que foi lançado em 2006 para o Gamecube e Wii.

A “bola de cristal” apontou 22 lançamentos ao todo.

GTA V chega em 2010

O relatório feito pela bola de cristal do Sebastian apontou que a quinta versão de GTA sairá apenas para depois de 2010.  “Nada de GTA V antes de 2010″, escreveu o “mago” Sebastian.

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Finalmente veremos o “futuro” de “O Exterminador do Futuro”

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Rebeca Gliosci

Alguém aí, além de mim, adora a franquia “O Exterminador do Futuro”? O novo capítulo da saga, Terminator Salvation, terá sua estréia no Brasil em 5 de junho do ano que vem.

Finalmente poderemos ver o conflito “homens contra máquinas” acontecendo no tão citado “futuro” da história da série.

Quem não conhece, pode ficar por dentro de todos os filmes neste
link, pois estou com uma baita preguiça de explicar tudo aqui. xD

Um game também está em desenvolvimento e será lançado em maio, mês em que o filme sai nos Estados Unidos. Será um jogo de ação em terceira pessoa e a produtora promete um roteiro bem elaborado e muita pancadaria para cima das máquinas da Skynet (inteligência artificial que resolveu dominar o mundo e controla os robôs e ciborgues exterminadores).

A sinopse do filme:

“No pós-apocalíptico ano de 2018, John Connor é o homem destinado a liderar a resistência humana contra Skynet e seu exército de Exterminadores. Mas o futuro em que John foi criado para acreditar é alterado em parte pela aparição de Marcus Wright, um estranho cuja última memória é estar no corredor da morte. Connor deve decidir se Marcus foi enviado do futuro, ou resgatado do passado. Enquanto Skynet prepara seu violento ataque final, Connor e Marcus embarcam numa odisséia que os leva ao coração das operações da inteligência artificial, onde descobrem o terrível segredo por trás da possível aniquilação da humanidade.”

Enquanto junho de 2009 não chega, aqui vai um aquecimento com o trailer que, para ser sincera, não achei lá essas coisas. Podia ter sido melhor elaborado e mais empolgante, para não jogar um pouco de areia nas esperanças dos fãs. Enfim…

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Minha experiência como “menina-gamer”

Como este é meu primeiro post resolvi falar um pouco da minha experiência como “mulher que joga videogame”. Minha história, como a de muitas meninas gamers, se iniciou por causa do meu irmão mais velho. Um belo dia, aos 4 anos, comecei a reparar naquelas máquinas esquisitas, onde se apertavam botões que faziam o bonequinho na tela mexer. Eram um Atari e um NES.

Depois de insistir “irritantemente” (criança consegue ser MUITO chata quando quer) e receber o consentimento do irmão, coloquei minhas mãos pela primeira vez num controle. Foi um momento mágico!

Gostei tanto que, além de não largar mais, passei a consumir revistas especializadas. Ação Games, Gamers, SGP, Playstation Magazine, Nintendo World… Já tive todas na minha estante.

Atualmente só compro a EGM e é muito engraçado reparar a cara de surpresa dos jornaleiros ao ver uma mulher comprando este tipo de publicação.

Quem não gosta de videogame diz que é coisa de criança, diversão inútil ou que faz adolescentes matarem colegas na escola. Concordo que há jogos muito violentos, que podem influenciar algumas pessoas nesse sentido. Mas apenas quem já tem a mente distorcida!

É besteira culpar o jogo X ou Y, sendo que qualquer coisa se torna influência ruim quando o psicológico é desequilibrado. Não tem gente que mata até em nome de Deus? E comparado ao tanto de gamers existentes no mundo, esses casos esparsos de violência somam uma porcentagem insignificante.

Os que são contra focam apenas no “lado mau”, não se preocupando em analisar as coisas positivas que os jogos podem promover.

No meu caso foram muitas. A começar pela interação familiar. Não é comum um adolescente gostar de passar o tempo com a irmã pequena. Mas meu irmão e eu passávamos horas jogando, conversando e nos divertindo. Como adorava ir com ele ao arcade!

Zeramos Street Fighter 2 no fliperama inúmeras vezes, sempre no esquema: ele ganhava o primeiro round, eu perdia o segundo e ele garantia o terceiro. Mais tarde os games me ensinaram inglês.

Por querer entender as tramas dos jogos, estudava muito mais pra aprender a língua rápido e treinava lendo os diálogos dos personagens. Sem contar os vários games com conteúdo histórico, que me atiçaram a pesquisar além do que aprendia na escola, fazendo me apaixonar cada vez mais por história!

Enfim, sou mulher, adulta, amo videogames e não tenho vergonha disso! Acho idiotas os preconceitos “todo gamer é viciado” ou “videogame é coisa de menino”. Apesar de gostar, se for comparar com o tanto de horas que dedico a outras atividades, jogar videogame é o que menos faço em meus dias.

E sobre o segundo preconceito, já ta na hora de acabar o machismo, né? Acho muito bom observar a mulherada participando mais na indústria de games e no consumo. Quem sabe não chegará o dia em que a quantidade de mulheres gamers será próxima à de homens?

Eu odeio Winning Eleven, mas continuo jogando

Pode parecer masoquismo da minha parte, mas eu odeio Winning Eleven, e mesmo assim é um dos títulos que eu mais jogo em qualquer console. Winning Eleven é mal-feito, com gráficos medianos, jogabilidade mais-ou-menos e a inteligência artificial parece ter sido programada por um tiozão de bar de esquina, daqueles que vivem bêbados, sem camisa e jogando sinuca.

O problema é que Winning Eleven (ou Pro Evolution Soccer, como queira chamar) é o menos pior dos jogos de futebol. E eu gosto de futebol.

Gamers fãs de um futebol bem jogado assistem seus times em campo e querem simular a experiência de realizar belas jogadas, de sentir a emoção do futebol em seus videogames. Winning Eleven é a melhor opção pra simular partidas de futebol. E é aí que entra em campo a decepção.

Futebol é um jogo coletivo. Você depende de todos os onze jogadores do seu time pra atacar, defender e se dar bem nos gramados virtuais. Por mais habilidoso que um jogador possa ser controlando Messi ou Cristiano Ronaldo, eventualmente ele(a) precisará passar a bola ou marcar. Para isso ser possível, seus companheiros de time precisam se movimentar, e a movimentação fica por conta da inteligência artificial do jogo, que tá mais é pra burrice artificial.

Quem aí nunca tentou iniciar um contra-ataque, e se decepcionou com a burrice de seus atacantes? Atacantes que, ou avançam tanto que quase ficam dentro do gol adversário, ou recuam inexplicavelmente enquanto o jogador controlado por você é o único que avança com a bola, sem ter pra quem passar? Ou defensores que ficam marcando o Gasparzinho enquanto o time adversário ataca? Ou laterais que pensam ser zagueiros e ficam imóveis dentro da área? Ou meio-campistas que ficam parados no meio do campo sem nem querer participar do jogo?

Em partidas multiplayer, a burrice dos dois times se anulam, sendo que o jogo se resume a um festival de jogadas individuais e placares absurdos como 5 a 4. O maior problema está no singleplayer. Problemas com licenças costumam substituir times importantes por equipes imaginárias e privar fãs de uniformes oficiais.

Com bola rolando, então, a coisa fica quase insuportável. No singleplayer, WE é o jogo DE LUTA mais difícil da história. Jogadores adversários são paredes, sendo que se um jogador do seu time esbarra em um deles, é arremessado longe, enquanto o adversário domina a bola com tranqüilidade. É quase impossível vencer uma dividida, pelo alto principalmente. Tomar gol de cabeça é comum. Jogador dentro da área é espancado sem dó, e fora dela a máquina conta com golpes que dificilmente resultam em falta, como puxões, ombradas, pontapés, pisões e o irritante carrinho, que a I.A. do jogo usa e abusa, desde pra roubar a bola até pra passar a bola.

Como eu disse no início do post, por pior que Winning Eleven seja, é o menos pior dos jogos de futebol. FIFA conta com todas as licenças e gráficos melhores, mas eu não quero ver o suor escorrendo nos corpos de homens em alta resolução, eu quero é futebol de qualidade, que FIFA não tem.

WE também não, mas FIFA é pior.

Resumindo, eu adoro futebol, e não tenho opção. Enquanto um simulador de futebol de qualidade não aparece, o jeito é ir jogando essa várzea.

NoReset conhece a Gamers

Análise NoReset

GamersNoReset não deixa você na mão e Gustavo Oliveira visitou a primeira loja Gamers do país, no primeiro dia pós inauguração, que está localizada no Shopping Morumbi, em São Paulo. Deixando bem claro que são jogos legais! A Gamers é uma rede de lojas de games mexicana que resolveu apostar no Brasil. Acompanhe a análise.

Gamers chega no Brasil

Previlato, personagem secreto do NoResetPor volta das 17 horas, visitei a primeira loja Gamers com o meu amigo e redator deste blog, Marcelo Previlato, vulgo “o homem que não posta nunca”.

A loja, localizada no piso térreo, ao lado do Hot Zone, que é uma casa de fliperamas, possui um amplo espaço interno e faz um bom uso desse espaço. Lá encontramos vários painéis e banners ilustrativos pela loja.

Os games são organizados em prateleiras brancas, divididos por console, com displays dos personagens de games de cada empresa.

Além disso, estavam disponíveis portáteis e consoles para fazer um test-drive como quatro Nintendo DS com os jogos que estavam em promoção como o Mario Kart DS, Brain Age 2, Diddy Kong Racing DS e Custom Robo Arena, dois consoles Xbox 360 conectados em monitores HDTV com os games Assassin´s Creed e Call of Duty 4: Modern Warfare e um Nintendo Wii, com o Wii Sports (pasmem).

Os lojistas deixam os gamers bem à vontade para testar os jogos. Para mim foi um ponto positivo.

Mas nem tudo são flores: Os preços dos games não são baratos e com poucas novidades, há poucos games disponibilizados para compra e há muitos títulos repetidos nas prateleiras.

Por fim, embora a loja trabalhe com todos os consoles da nova geração (DS, PSP, PS3, Wii, Xbox360 e também o PS2 e PC), não encontrei um game de PSP a venda. O funcionário da loja alegou que trabalha com jogos do portátil da Sony.

É claro que os problemas podem ser resolvidos com o passar tempo. Afinal, a loja foi inaugurada no último sábado. A primeira vista gostei bastante e fiquei empolgado. Isso proporcionará a concorrência com a única loja especializada de games do país, a UZ games, movimentando o mercado e com uma possível redução nos preços beneficiando nós amantes de games.

Seja bem vinda ao Brasil Gamers!

NOTA DO EDITOR
PS: Para acionar os posts do personagem secreto Previlato pressione baixo, cima, frente, frente, cima, frente, frente, baixo, baixo, shoryuken duas vezes, meia lua para frente e soco!

PS2: Tô fazendo a maldita piada tosca do PlayStation 2, urgh!

UPDATE:

  Eu(Gustavo Oliveira) passei hoje (10/11/2007) na loja e vi os benditos games de PSP.  Não me surpreendo não tê-los visto ontem, já que não chegam nem mesmo a ser 20 jogos e, além disso, ficam “escondidos” ao lado do balcão. Todo o resto citado acima continua valendo.