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Fable II: o jogo transformista

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julyanarosa_profileSem distinção de raça, credo ou opção sexual, Fable II é um jogo no estilo épico, com uma pitada de The Sims que veio para quebrar barreiras, as do preconceito.

Que tal começar o jogo com um menino que ao longo do seu “desenvolvimento” vira mulher? Depois usa roupa de soldado, raspa o cabelo e adquire absurda massa muscular?
Pois é nesse clima de mistério que o jogador atuará nos mais diversos cenários de “A Fábula II”. Só quando a roupa da personagem é tirada, na fase adulta, que percebe-se os seios e o bumbum empinadinho.

Comentários à parte, vamos ao que interessa. Continue lendo

O Inicio da Fantasia

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wesleypires_profileNomeie seus personagens, preparem seus estoques de Potions, arrume seu grupo adequadamente e compre seus equipamentos e magias, pois irá começar a partir de agora outra série de matérias, envolvendo o jogo que, para mim é o melhor RPG de todos os tempos. E estou falando de FINAL FANTASY.

Depois do grande sucesso (ou não) da série de matérias sobre a franquia Kingdom Hearts, dividida em quatro partes (confira aqui a , , e partes), é hora de outra franquia da Square-Enix ser citada neste humilde site. Antes de tudo, devo salientar que a partir desta matéria, estarei fazendo em meus posts citações de musicas do jogo em questão, através do site GoEar, portanto sempre terão alem da matéria, musicas do jogo para ouvir e dar a sua nota quanto a composição. Vale lembrar que estarei focando no jogo como um todo, e eventualmente, pode conter spoilers do enredo. E nesta primeira matéria, irei falar do primeiro jogo da série, que seria o ultimo jogo da Square.

A Square era uma pequena empresa que fazia jogos, títulos até então, sem sucesso expressivo. Utilizando seus recursos para o que seria a ultima cartada da Square, Foi incumbido a Hironobu Sakaguchi fazer um jogo que salvasse a empresa. Ao perguntarem para ele que tipo de jogo ele faria ele respondeu: “Eu não tenho o que é preciso para fazer um jogo de ação. Acho que sou melhor para contar uma história.” Inspirado em outros títulos da época, como Dragon Quest, Ultima e Legend of Zelda, em 1987, Nasceu  Final Fantasy, contando com o próprio Sakaguchi na direção, alem do desenhista promissor Yoshitaka Amano no design dos personagens e o compositor Nobuo Uematsu nas musicas.

--> Sakaguchi, Amano e Uematsu

--> Sakaguchi, Amano e Uematsu

Surpreendentemente o jogo foi um sucesso de vendas, sendo a segunda franquia de RPG mais jogado no Japão, perdendo apenas para Dragon Quest, fazendo mais sucesso no ocidente em virtude da nova maneira em que os personagens são tratados, bem como os temas mais adultos presentes na história.

Somos introduzidos a um imenso mundo sem nome, onde existem 4 cristais que representam cada elemento, que são o fogo, vento, água e terra. Pouco a pouco, os cristais começam a perder o seu brilho. O templo submarino é destruído, devido às violentas tempestades, e o cristal da água se torna negro. O povo conhecido como Lufenian, que usava o poder do cristal do vento para erguer civilizações sobre as nuvens e construir Airships vê o seu reino cair, quando o cristal do vento se torna negro. Os cristais de fogo e da terra também se tornam negros, causando deterioração na terra, e eventualmente uma queda na vegetação. Então, um sábio chamado Lukahn profetizou que quando a escuridão velar o mundo, quatro guerreiros da luz virão para nos salvar. E então 4 jovens guerreiros aparecem, cada um portanto um cristal de cada elemento, que não tem mais o seu brilho de outrora. Eles aparecem em Cornélia, primeira cidade do jogo, e descobrem que o guerreiro Garland raptou a Princesa Sara. Ai começa a jornada dos Guerreiros da Luz (Warriors of Light), com a missão de restaurar o poder dos 4 cristais, lutando com os 4 demônios (The Four Fiends) liderados pelo terrível Chaos.

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"Com licença, aquela senhorita me deve um dinheiro!"

Ao começar o jogo, você poderá escolher o nome dos 4 protagonistas, bem como suas classes iniciais, que são:

– Fighter: Pode carregar armas pesadas e armaduras, podendo causar grande dano físico. Evolui para Knight, podendo equipar outras armas e usar algumas White Magics. Nos remakes, é usado o nome Warrior. Eu considero a melhor classe por ter um bom ataque e defesa.

– Black Belt (Classe favorita de Chuck Norris XD): Mestre em artes marciais, podendo lutar de mãos vazias, ou equipar nunchaku. É a classe que causa maior dano físico, porem não equipa nenhuma armadura. Evolui para Master. Nos remakes, é usado o nome Monk. Caso queira vencer os inimigos sem preocupação, use 3 ou 4 Monks, porem a recuperação dependerá só de itens.

– Thief: Ladrão, não causa muito dano físico, porem possui a maior evasão, podendo fugir facilmente das batalhas, alem de ter uma taxa alta de hits. Evolui para Ninja, que pode equipar todas as armas e armaduras, alem de poder usar algumas Black Magics. Por não haver itens bons a serem roubados, não aconselho usar esta classe, só se quiser fugir das batalhas nas dungeons.

– White Mage: Especialista em White Magic. Não é um lutador nato, mas pode equipar Hammers para causar dano fisico. Evolui para White Wizard, que pode utilizar as mais fortes White Magics. Primordial ter um em seu grupo, ou então viver em função de itens de cura.

– Black Mage (Fire in the hole!): Especialista em Black Mage, mas um péssimo lutador. Nem tente atacar fisicamente com ele. Evolui para Black Wizard, podendo usar as mais fortes Black Magics do jogo, como Flare. Também é útil ter um em seu grupo.

– Red Mage: Pode usar algumas White e Black Magics, alem de poder equipar algumas armas, mesmo não tendo muito poder ofensivo. Evolui para Red Wizard. Não considero útil por não poder usar todas as magias, bem como não ter muito poder de ataque.

Menu de escolha de classes

Menu de escolha de classes

Por causa da quantidade de classes, as possibilidades de combinações eram gigantes, podendo formar um time totalmente ofensivo, ou um time usuário somente de mágica. Só para constar, meu time é 2 Fighters, 1 White Mage e 1 Black Mage.

A jogabilidade é como os RPG normais, têm um mapa mundial, onde enquanto percorre seu trajeto acontecem batalhas randômicas, onde você pode batalhar com os inimigos utilizando um esquema de menus, onde poderia escolher opções como “Fight”,”Magic”, “Item” e “Flee”, resultando em ganho de experiência para evolução de personagens, aumentando seus atributos como defesa, ataque e mágica (vale lembrar que inicialmente o level máximo era 50), e Gil, a unidade monetária presente nos próximos, Final Fantasy, usado para comprar armaduras, armas, magias,itens, etc. O ponto positivo nas batalhas é que ao invés de ter uma perspectiva em primeira pessoa, como em Dragon Quest, a tela de batalha era vista de lado, podendo ter até nove inimigos de uma só vez, alem de poder ver com clareza quem atacava em seu grupo. Apesar de meio rústico nos dias atuais, os gráficos apresentados na época eram os melhores da geração 8 bits, trazendo efeitos até então impensáveis nos consoles.

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"Esses Goblins vão ver o que é bom pra tosse!"

Aqui temos a aparição de dois elementos que serão recorrentes nos próximos Final Fantasy, que é a menção de Cid, um homem que construiu a primeira Airship, e Bahamut, o rei dos dragões, que promove a evolução das classes. Aqui não havia o MP para calcular o uso de magias. Cada nível de magias, que vai de 1 até 8, tinha um numero de vezes que podia ser usada, não usando o MP (Magic Points), sem contar que cada nível aceitava somente 3 magias, estas podendo ser compradas nas lojas, portanto a escolha das magias a serem usadas requer estratégia.

O primeiro Final Fantasy era bastante difícil, pois só era possível salvar dentro das cidades, bem como só poderia ressuscitar o personagem morto através da magia Life, ou então através das igrejas que tinham nas cidades. O preço das magias fortes era absurdamente caros, e um problema que eu achei ao jogar é que em alguns casos, onde aparecem inimigos mais fortes em um determinado lugar, mesmo se derrotar ele, sair e voltar do mesmo espaço onde encontrou ele, ele estará lá do mesmo jeito. Caso clássico é o inimigo Evil Eye, na quest onde você deve pegar a Levistone. Antes de pegar ela, você o enfrenta e vence. Mas isso não impede que você saia do espaço dele e volte para enfrentar ele de novo, numa maneira fácil de subir levels, porem perigosa.

Abaixo algumas imagens:

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O ponto que eu considero o divisor de águas é a trilha sonora. O simples fato de ter em média 20 composições em um só jogo já é um fato impressionante, fato creditado ao gênio Nobuo Uematsu, que apesar de ter feito outras trilhas sonoras de outros jogos, Final Fantasy foi o que lançou ele ao estrelato. O tema inicial, “Prelude” ficou tão grudado na cabeça dos jogadores que se tornou o tema inicial dos outros jogos da franquia e uma das marcas registradas da série. Eu falando não adianta nada, então abaixo estão algumas musicas presentes no jogo, retiradas do álbum “All Sounds of Final Fantasy”. Ouçam e tirem suas conclusões:

– “Opening Theme

– “Cornelia Castle

– “Main Theme

– “Matoya’s Cavern

– “Town

– “Battle Scene 1

– “Victory!

– “Ending Theme

Devido ao sucesso do jogo, ele foi portado para várias plataformas, como MSX2, Wonderswan, PSX (Final Fantasy Origins), Game Boy Advance (Final Fantasy I & II: Dawn of Souls), para os celulares japoneses e recentemente para o PSP, todos contando com melhorias como aumento de palhetas de cores, mais canais de som, opção de salvar na versão do MSX2, adição de cutscenes em CG e adição de artworks.

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Versão do GBA

As mudanças na versão Dawn of Souls, do GBA foram as mais significativas, dentre elas a adição do bestiário tanto do primeiro quanto do segundo jogo, a adaptação do uso de magias usando o MP, novas dungeons contendo chefes do FFIII, IV, V e VI, e o mais polemico foi a queda da dificuldade, tanto nos monstros quanto no fato de poder salvar em qualquer lugar do mapa. Porem a meu ver, para aqueles que conheceram a série a partir dos títulos de Super Nintendo, ou ainda a grande maioria que começou a jogar a partir do Final Fantasy VII, é uma ótima imersão ao primeiro titulo, sem trazer uma jogabilidade não amigável para os marinheiros de primeira viagem no gênero, mantendo a premissa original.

Como provado acima, o jogo foi um grande sucesso, e claro que houve continuação. Porem, isso é assunto para outra matéria. E então, o que acharam? Duvidas? Reclamações? Elogios, ou caixas de bombom a serem enviadas? Comentem abaixo o que acharam desta primeira matéria feita com muito sangue, suor, lagrimas e Potions. E o que você está esperando que ainda não foi jogar essa obra prima?!

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"Oba, vou ir jogar agora!!!"

Marcas valiosas: Game Boy vale mais que um PSP e PS2

A empresa que analisa valores de marcas no mercado global – Milliward Brown avaliou quais são os consoles que tem as marcas mais valiosas do mundo gamer.
Quem acabou surpreendendo na lista foi o Game Boy, que ficou a frente do portátil “recente” PSP (US$ 144 milhões) e do PlayStation 2 (119 milhões de dólares), valendo US$ 222 milhões.

 

Entre os consoles da nova geração o Wii está no segundo lugar do pódio. A marca do console que revoluciou a forma de jogar custa US$ 8,256 bilhões. A caixa X 360 vale um pouco menos com 4, 581 bilhões de dólar e o PlayStation 3 está em quarto, valendo US$ 841 milhões.
O GameCube, da Nintendo, ficou bem lá atrás, com o valor de mercado de 96 milhões de dólares.

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cidocoelho_profileA empresa que analisa valores de marcas no mercado global – Milliward Brown – avaliou quais são os consoles que tem as marcas mais valiosas do mundo gamer.

Quem acabou surpreendendo na lista foi o Game Boy, que ficou a frente do portátil “recente” PSP (US$ 144 milhões) e do PlayStation 2 (119 milhões de dólares), valendo US$ 222 milhões. 

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Dead Space

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julyanarosa_profileEste jogo do qual falarei nas próximas linhas já foi lançado há alguns meses, em outubro do ano passado.

Mas, não é por isso, pela sua ‘antiga’ data de nascimento que o NoReset deixará de fazer alguns comentários sobre ele.

Senhores, senhoras, crianças de plantão, todos que tiverem estômago fraco, por favor se retirem.

Os que não toleram cenas violentas e a degradação do ser humano, agora monstro por causa das mutações genéticas, não devem ir além deste parágrafo.

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Sacrilégio! Joguei Sonic and the Black Knight e… gostei!

noreset_analisesatbk0fernandiouehara_profileNota: 8

Posso não estar inovando aqui, mas esse é um review diferente por dois motivos. O primeiro é que coloquei a nota no início do texto. O segundo é que esse é um review sob o ponto de vista de alguém doido que jogou o mais novo jogo do mascote da Sega, Sonic and the Black Knight, pro Nintendo Wii, e gostou do jogo. Antes de tudo, a polêmica espada. Esse NÃO É, eu repito, NÃO É um beat ‘em up. Ainda é um jogo do Sonic. Se você enxergar só a espada e querer matar tudo que vier pela frente, o jogo é um lixo. Agora, se você conseguir enxergar QUEM é o protagonista, vai se divertir muito mais.

Quando estreou no Mega Drive, Sonic bateu de frente com Mario através de jogaços que mostravam todo o potencial da recém-chegada era dos 16-bits, com sua velocidade absurda e gráficos muito acima de tudo que já tinha sido visto. Aí, chegou a era dos jogos 3D, e o ouriço azul nunca mais foi o mesmo. Jogos medíocres conquistaram uma má fama diante do público, e a cada jogo novo anunciado, jogadores já olham desconfiados. Os menos esperançosos sequer dão chance, já torcendo o nariz e falando mal do jogo antes mesmo de ele ser lançado.

Sonic and the Black Knight tinha tudo para ser mais uma pá de terra na cova do mascote da Sega. Com seu apelo casual e suas incessantes coletâneas de minigames, o Wii provavelmente é o console mais odiado pelos jogadores “hadcore”. A mais nova empreitada de Sonic não só é exclusiva do console da Nintendo, como também traz uma adição que logo foi rejeitada e ridicularizada pela maior parte dos jogadores, a famigerada espada.

Enfim, a nota já está lá em cima. Agora, você sabe que eu gostei do jogo. Se você é do tipo que não quer saber, e SABE que não tem como um jogo novo do Sonic ser bom, mesmo sem ter jogado, ignore, pule pro próximo post, vá ler um gibi. Agora, se você está curioso, continue lendo esse review, meu primeiro review no NoReset, onde uso um recurso pouco visto nessa página: o salto interdimensional. Aviso de post longo! Continue lendo

O Reino dos Corações (Kingdom Hearts) – PARTE 4

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Para fechar essa série com chave de ouro (e para não pensarem que morri XD), irei citar mais três jogos da franquia Kingdom Hearts: Kingdom Hearts: Coded, lançado em novembro de 2008, Kingdom Hearts: 358/2 Days, previsto para ser lançado em maio deste ano, e Kingdom Hearts: Birth By Sleep, ainda sem previsão concreta de lançamento.

É gente, essa série de matérias está no fim….

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Giro Tech #02 – 11/04/2009

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cidocoelho_profile

Assita You Tube de mentirinha…

Você quer enganar seus amigos dizendo que tem um canal de You Tube direto na TV? Isso é muito fácil. Um gringo, que não tinha o que fazer, criou uma etiqueta com a logo do You Tube, igual a que você assiste nos vídeos.

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Resident Evil 5

noreset_analisejulyanarosa_profileOlá amigos do NoReset! Pensando em modernizar um pouco a coisa, vou falar sobre as melhores fases do recente Residente Evil 5.

Podem dar tchau para os jogos old-school que a pancadaria e tiroteio em terceira pessoa vai começar.

Um pouco diferente dos outros games da série, Resident Evil 5 não decepciona mesmo tendo como cenário a África ao invés de Raccoon City, a cidade fictícia onde aconteceram boa parte dos eventos de jogos anteriores.

Para os fãs, à primeira vista pode ser um pouco decepcionante não ter aquele cenário caótico com zumbis urbanos em marcha lenta, mas ao longo do jogo, essa sensação passa, pois os gráficos melhoraram muito e a jogabilidade também.

Claro que a Capcom, nada boba e seguindo a tendência de alguns jogos para xbox 360, copiou alguns movimentos do Gears of War, como se esconder nas paredes para atirar, se cobrindo do fogo inimigo,  praticamente com a mesma sequência de botões.

Em 6 longos capítulos, o jogador passa por cenários extremamente diferentes que vão da cidade destruída pelas milícias locais, agora zumbis, até aldeias antigas habitadas por índios canibais zumbis, as quais se têm acesso por barcos, aquelas embarcações que possuem uma grande hélice atrás que mais parece um ventilador.

Entre as minhas fases favoritas, porque convenhamos, podem não ser a de vocês, cito exatamente as que demandam uma certa habilidade na direção. Dirigir as pequenas embarcações, hovercrafts segundo dica da colega Rebeca,  e dentro delas sair atirando para tudo quanto é lado está entre as minhas grandes diversões do jogo. Vejam os vídeos abaixo para ter uma ideia.

Este primeiro mostra um pouco do barco com a hélice, mas também ensina um “cheat” uma dica para conseguir mais dinheiro no jogo. No capítulo 3-1 você encontrará um barco.

Neste outro, capítulo 3-3 Sheva e Chris estão em uma embarcação um pouco maior equipada com uma arma com munição infinita, mas daquelas que esquentam e precisam de uma pausa para atirar, caso contrário, sobrecarrega-se e não atira nada.

Além do barco, chamou-me a atenção nesta edição a inteligência dos zumbis, eles estão mais espertos e mais fortes. Mesmo jogando no nível fácil é difícil matar alguns, como o zumbi da serra elétrica com o saco na cabeça e o gordão açougueiro  do machado, que voltaram para assombrar o novo cenário.

Vejam-nos abaixo:

Capítulo 2-1, zumbi da serra

Capítulo 1-1, zumbi do machado

Para quem está começando o jogo essas fases são bem interessantes, pois ainda familiarizam o jogador com o novo ambiente, mas muitos outros cenários ainda estão por vir.

Entre os mais legais, sem citar onde se encontram cada um deles, pois isso pode fazer muita gente que ainda não jogou ou esteja jogando e não chegou em tais partes se revolte, também estão cenários de antigas fábricas, minas, portos, canyons, aldeias e ruínas que lembram um pouco Machu Pichu e os cenários dos filmes de Indiana Jones.

Dê uma olhadinha nos locais nesta análise do site ign.com:

Os vídeos mostram um pouco do game, mas para sentir mesmo como é estar na pele de Chris Redfield e sua nova parceira africana, Sheva, é preciso jogar. A câmera de visão 360 graus do Xbox 360, por exemplo, realmente faz a diferença e amplia as opções do jogador. Com o campo de visão maior dá para ver melhor as diferentes estratégias de ataque dos zumbis e  o ambiente de cada capítulo. Outra coisa interessante desta versão é que Jill Valentine, que aparece no primeiro e terceiro jogos como protagonista, está de volta, não morreu. Ficou curioso?

Se você possui um xbox 360 e conexão de banda larga, pode baixar a versão demo do jogo na Live para um teste. Para os usuários do outro console, testar mesmo só com o game completo. O jogo está disponível para PS3 e Xbox 360.

Aqueles que tiverem interesse no detonado do game em português, deixem seus comentários. Existe a possibilidade da postagem aqui com os vídeos.

Até a próxima!

O Reino dos Corações (Kingdom Hearts) – PARTE 3

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wesleypires_profileNovamente a espera acabou, caros fanboys.

Depois de duas partes extremamente eletrizantes, chega a hora da terceira e mais importante parte desta série de matérias. Irei falar do jogo tido pelos fanboys como o melhor da série até agora, Kingdom Hearts 2. Podem bater palmas.

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O inicio, alem de contar com uma excelente abertura contando o ocorrido nos dois jogos anteriores, é um incrível tapa na cara dos fanboys, porque ao invés de jogar com Sora, você começa com Roxas, uma pessoa que se assemelha bastante com Sora.

O jogo se passa um ano depois do ocorrido em Chain of Memories. E logo somos apresentados a novos inimigos, chamados de Nobodies. Roxas é perseguido por eles e por Axel, que diz ser o melhor amigo dele. Durante os momentos em que você controla Roxas, ele sonha com os momentos que Sora vivenciou, achando que teria um vinculo com Sora, até então desconhecido. Roxas conhece Naminé e DiZ, este dois informam a Roxas que ele é o Nobody de Sora, e DiZ explica que ele é o membro nº 13 da mesma organização presente em Chain of Memories, esta organização denominada Organization XIII. Roxas havia sido capturado por Riku e DiZ, sendo colocado em uma Twilight Town virtual, de modo que ele e Sora pudessem se fundir, fato que acontece quando Sora acorda de seu sono.

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Nobody

Quando Sora, Donal e Goofy acordam de seu sono, com a memória restaurada, você ganha novamente o controle dos heróis na verdadeira Twilight Town. Você encontra o Rei Mickey, desaparecido até então, que os envia para o mago Yen Sid. Yen Sid explica sobre os novos inimigos e os incube da missão de encontrar Riku e descobrir os planos da Organization XIII.

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Nessa hora é mostrada uma das inovações do jogo que é a Drive Form, no qual você se funde com algum dos seus companheiros ou os dois para surgir uma forma mais forte, seja em força, magia ou os dois. Outro ponto positivo é a variedade de combos que podem ser ganhos e executados. Isso foi uma das reclamações dos fanboys no primeiro, pois os movimentos dos golpes eram limitados e sempre fazendo os mesmo movimentos. Agora a quantidade de movimentos que Sora pode fazer é enorme, sem contar que cada Drive Form tem seus combos próprios.

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Valor Form=Sora+Goofy

Porem a grande mudança presente nesse jogo é o Reaction Command. O Reaction Command é um comando que aparece em dado momento nas batalhas, sendo que o RC varia de inimigo para inimigo, quase sempre sendo representado pelo botão triangulo. O botão triangulo pode também representar o ataque combinado de Sora com algum personagem. Exemplo: O ataque Duck Flare é feito com Sora e Donald, Knocksmash é feito com Sora e Goofy. Você pode ainda fazer ataques combinados com outros personagens, como Mulan, Auron, Tron e outros.

Algumas imagens do jogo:

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As magias tradicionais foram mantidas, como Cure, Blizzard, Thunder e Fire, porem algumas foram substituídas. Gravity, Aero e Stop foram substituídas por Magnet e Reflect. O uso do MP também é diferente, pois ao invés de ser contado em barras o gasto de MP, é contado por quantidade mesmo. Exemplo: Blizzard gasta em média 30 MP enquanto Cure usa todo o MP, não importando a quantidade restante de MP. Outro ponto interessante é o MP Charge, pois se você gastar todo seu MP, a barra entra no estado Charge, onde ela carrega automaticamente. Você pode usar itens para aumentar a quantia de MP ou para diminuir o tempo de Charge.

Nos comandos tivemos ligeiras mudanças, pois agora o botão circulo é o de pulo, o X é o de ataque, o quadrado é o de Defesa, podendo ser usado para outras habilidades como Glide, e o triangulo é botão usado para abrir portas, baús e o Reaction Command. O analógico esquerdo continua sendo o de controle do personagem, mas agora o direito serve para controlar a câmera, ficando o direcional com a parte do menu.

Em Chain of Memories tivemos um mundo cortado, agora no segundo jogo não temos mundos como Wonderland, Monstro e Neverland. Porem contamos com a adição de novos mundos como Space Paranoids, Port Royal, Land of Dragons, Timeless River, Pride Lands e The Word That Never Was.

Timeless River

Timeless River

A musica é outro ponto positivo para o jogo. Novamente a cargo de Yoko Shimomura, alem de contar novamente com Hikaru Utada na abertura e encerramento, a musica não deixa a desejar. Apesar de termos mundos semelhantes ao primeiro jogo, as musicas sofreram mudanças para melhor. E as novas musicas também dão um show a parte, especialmente dos novos mundos, como “Lazy Afternoons” de Twilight Town, enquanto controla Roxas.

Existe também a versão Final Mix desse jogo, chamado Kingdom Hearts 2: Final Mix +, como novas cutscenes, novas keyblades, novos inimigos, e um inimigo secreto chamado de “Enigmatic Soldier”, visto após os créditos do jogo, tido como o chefe mais difícil de todos os Kingdom Hearts. Eu estou jogando e sei como é dificil. E não sei se repararam, mas sempre nas versões Final Mix há um chefe que é uma ligação para o próximo jogo. No primeiro, temos o Enigmatic Man, que é Xemnas, líder da Organization XIII, e no segundo temos o Enigmatic Soldier, que é Terra, um dos protagonistas do próximo jogo, chamado Birth By Sleep, jogo que será lançado este ano para PSP, e que irei comentar brevemente.

Enigmatic Soldier

Enigmatic Soldier

Junto da versão Final Mix, vem o jogo Kingdom Hearts Re: Chain of Memories, que é o Chian of Memories, proem com graficos em 3D, com Cutscenes, porem com o mesmo esquema do uso de cartas, sendo adicionado somente o Reaction Command.

Bom, devo dizer que adorei fazer estas matérias… Ei, ainda não acabou não!!!

Hahahah...what?!

Hahahah...what?!

A ultima parte dessa grande saga será os próximos jogos que serão lançados, provavelmente ainda este ano. Aguardem.

GDC 09: Nintendo, Nintendo e… Nintendo

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cidocoelho_profileA Nintendo (Chega de falar Nintendo!) foi a notícia do dia.

O presidente da empresa, Satoru Iwata, foi fazer sua palestra na Gamer Developers Conference com uma porrada de novidades para o Wii.

Por isso, improvisei um resumo de tudo que ele anunciou ou deixou de anunciar sobre a Nintendo.

Tem de tudo sobre a Big N, novos jogos, recorde de Wii e de chips AMD. Veja!

Virtual Console ganha jogos de Classic Arcade

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Durante sua palestra, o presidente da Nintendo, Satoru Iwata, anunciou que o Wii Virtual Console ganhou mais uma expansão. É o Virtual Console Arcade. Nele terá títulos clássicos que foram lançados apenas nos fliperamas, na época que Street Fighter e Mega Man não faziam parte do folclore gamer.

Os jogos que estão disponíveis na rede Arcade do Wii são:

* Gaplus (Namco Bandai): 600 Wii Points
* Mappy (Namco Bandai): 500 Wii Points
* The Tower Of Druaga (Namco Bandai): 500 Wii Points
* Starforce (Tecmo): 500 Wii Points
* Space Harrier (Sega) – em breve
* Solvalou (Namco Bandai)  – em breve

Final Fantasy para WiiWare e Virtual Console, mas não se empolgue

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Na sua lista de anúncios, o presidente da Big N disse que sairá dois jogos para o para WiiWare. O primeiro é o Final Fantasy: My Life as Darklord, que é uma sequência de My Life as a King. E o outro jogo é o Final Fantasy IV: After Years, que anteriormente foi anunciado para apenas os celulares.

Seis versões dos primeiros FF no Virtual Console, agora se empolgue

As seis versões de Final Fantasy que sairam para NES e SNES vão sair para o Virtual Console.

Rock and Roll Climber, only Wii

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Que tal escalar ao som de um rock and roll? A Nintendo resolveu mixar rock com corrida de escalada e criou o Rock and Roll Climber. No jogo, você vai usar o Nunchuck e o Wiimote para simular os movimentos do braço na escalada e com o Balance Board você vai simular os movimentos dos pés. E quando chega no topo, o que rola? Ah, você pega a guitarra e toca um riff…

Nintendo Wii: 50 milhões pelo mundo

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Novamente, o presidente da Big N comemorou na GDC que o Wii foi o console que vendeu rapidamente mais de 50 milhões na história. Isso não seria novidade, mas você acompanha aqui no NoReset que sempre que divulgamos a nota sobre as vendas da Nintendo, o Wii bate mais de 400 mil consoles por mês, em média. Como o próprio Joystiq disse, o próximo passo da Nintendo será comprar o Japão e renomear para Kirbyland.

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AMD: “Que coisa! Eu também vendi 50 milhões de processadores Hollywood, do Wii”

Uma semana antes da Nintendo fazer tal anúncio, a produtora de chips e processadores AMD anunciou que fabricou 50 milhões de processadores Hollywood, que faz o processamento de gráficos do Wii.

Que coincidência!

The Legend of Zelda: Spirit Tracks

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O Link está de volta em essa nova aventura de Zelda para o Nintendo DS. Segundo o que foi divulgado, o personagem do game está andando de trem e segundo mais rumores, você gamer, poderá criar os chefes e as fases onde Link passará… Vamos esperar o que vai sair disso.

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