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O Início da Fantasia – Final Fantasy III

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Prepare-se, pois lá vem batalhas aleatórias contra monstros, em 8 bits!!!

Seguindo a linha de matérias sobre a franquia Final Fantasy, desta vez o foco é o ultimo titulo lançado para o NES, Final Fantasy III, que foi lançado recentemente para o Nintendo DS. Provavelmente muitas pessoas pensarão que já jogaram este jogo, porem friso que estou levando em conta a contagem original japonesa, logo este não é o Final Fantasy VI do Super Nintendo, certo?!

Final Fantasy III foi lançado em abril de 1990 somente no Japão, num período bem conturbado, já que no começo da década de 90, o Super Nintendo estava chegando com tudo, logo não sendo lançado no ocidente por enquanto. E novamente o trio Hironobu Sakaguchi, Yoshitaka Amano e Nobuo Uematsu faz parte desta empreitada.

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"Seu chifrudo!"

Começamos o jogo, e vimos que podemos nomear seus personagens, assim como o primeiro jogo, e começamos controlando 4 Onion Knights que estão indo explorar a caverna perto do vilarejo de Ur, que surgiu depois de um tremor de terra. Explorando a caverna, se deparam com o Cristal do Vento, que concede parte do seu poder aos jovens e explica que eles tem a missão de restaurar o equilíbrio do mundo. Vendo que eles são peças importantes para esta missão, eles informam o chefe do vilarejo sobre o ocorrido e decidem seguir a sua jornada.

"Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou..."

"Eu vou, eu vou, pra casa agora eu vou..."

Quando o cristal cedeu os seus poderes aos jovens, eles ganharam a habilidade de trocar de classes. Enquanto no FFI você escolhia previamente as classes, e no FFII elas estavam enraizadas os personagens, você ia ganhando as classes no decorrer do jogo e podia trocar de classe, aproveitando cada uma de suas habilidades. Alem das classes mais comuns, como Warrior, Thief, Black Mages, White Mage e outras, temos a adição de Conjurer e Summoner, capaz de invocar monstros pela primeira vez na série. Monstros que ficarão conhecidos dos fans, como Shiva, Ramuh, Ifrit, Odin, Leviathan e Bahamuth poderiam ser adquiridos comprando eles nas lojas ou derrotando os mesmos. Também é o primeiro que colocou habilidades especiais, como Steal e Jump de acordo com as suas classes.

Classes iniciais

Classes iniciais

Vendo que o sistema de evolução dos personagens não foi aceito, foi incorporado o sistema de evolução do primeiro jogo. A tela de batalha é a mais limpa das três mostradas no NES, pois temos os dois quadrados abaixo mostrando o nome do inimigo, os atributos dos personagens, e acima deles está a tela de batalha, sem divisórias entre o inimigo e os personagens. No decorrer do jogo, somos apresentados a personagens que irão nos ajudar em algumas missões, mas ao contrário do FFII que o ajudante participar até das batalhas, aqui ele fica acompanhando você no mapa, e é representado no canto inferior direito do menu, como Cid, Desh, Princesa Sarah e outros.

O personagem em questão é o Desh

O personagem em questão é o Desh

Como é tradição apresentar elementos novos nos jogos, somos apresentados aos Moogles, um bichinho branco, com asas vermelhas e um pequeno Pom-Pom em sua cabeça e que fala “Kupo” o tempo todo. No jogo, eles são guarda-costas do sábio Doga. E um outro elemento, que foi introduzido para cadenciar os espaços de itens é o Fat Chocobo. Como o nome sugere, é um chocobo gordo que pode ser chamado nas florestas de Chocobos usando um Carrot (ou Gysahl Green na versão do DS) para guardar os seus itens. Hum, isso me lembra algo.

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Apesar de ser o ultimo jogo do NES, as musicas não deixam a desejar. Novamente começamos o jogo com o tema “The Prelude”, que já é característica da série. Temos uma melhoria no tema dos Chocobos, alem da adição do tema do Fat Chocobo. Mas para mim a melhor mudança foi no tema de batalha, que eu não canso de ouvir, mesmo com as limitações do console. Abaixo links de algumas citações para serem ouvidas da versão para NES, somente algumas pois são muitas musicas e todas são boas:

– “Cristal Cave

– “Battle 1 – Fanfare

– “Opening Theme

– “Eternal Wind

– “The Dungeon

– “Chocobos!

– “Big Chocobo!

– “Let Me Know the Truth

– “The Dark Cristals” – Minha favorita XD!

– “This is the Last Battle

– “The Everlasting Battle

Como bem sabemos, uma versão para o DS foi lançada recentemente, trazendo ao publico este titulo até então desconhecido pro muitos. Entre as mudanças, a mais notória é que os quatro protagonistas agora tem nome e sexo definidos, bem como uma historinha própria. São eles Luneth, Arc, Ingus e Refia (a única mulher). Ao invés de começarem como Onion Kinght, esta classe se tornou uma classe à parte, começando desta vez como Freelancer. Sem contar que o jogo inteiro é em 3D, com musicas remasterizadas, o que tornou o jogo extremamente atrativo aos que nunca viram este episódio da franquia.

Imagens:

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A meu ver, a versão para o NES é a mais equilibrada dos três, já que não é difícil como o primeiro, mas é bem mais amigável do que o segundo, e tem a maior história até agora, com inúmeros personagens com quem interagimos no decorrer da trama. Conversando com Tio Bruno, meu amigo gamer e mais novo colaborador do NoReset, percebi que o fato de não ter disponibilizado a versão de NES para o ocidente deixou mais sombrio este titulo, sendo que existem Roms traduzidas por fans, porem difíceis de serem achadas.

De longe, Final Fantasy III é o meu favorito da geração 8 bits, que se encerra agora. A próxima matéria será desbravando a geração fantástica de 16 bits, com o primeiro titulo da franquia lançado para esta geração, que é Final Fantasy IV. Aguardem qe vem coisa boa pro ai. Ou não, dependem de vocês.

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O Michael achou bom o post

15 Respostas

  1. ótimo post wes ^^
    eu nunca joguei o FF do NES, pretendo fazer isto quando tiver meu DS😄

  2. Os moogles são lindos! Mas meio irritantes também. heheh xD

    Como sempre, o post mantém a qualidade da série! Ótimo trabalho, Wes!!!!!!!!!

  3. vc eh sperto…
    fica enrolando pra dar tempo de pegar o ffxiii pelo topete na janela neh safadu…
    hahahahhaa
    PS: vc falou menos desse hein… coitadinhu…

  4. @Robson
    Falei menos por conta da dificuldade em se achar ele, e pelo fato de que muitas pessoas nao jogaram ele. Mas acho que falei o suficiente.

  5. Ameeeei o Moogle Wesley. *-*

  6. é q eu achei q justamente pela dificuldade, a historia poderia ser mais detalhada…
    mas tudo certo… rumo ao 13

  7. Pior que os primeiros Final Fantasy não tem uma diferença gritante entre um enredo e outro, ai fica dificil se aprofundar, aem de eu nao etr jogado a versão de DS xP

  8. agreed…
    mas vamo concordar.. ta melhor q o enredo do 12….
    tira as side e nem sobra mto jogo…

  9. Interessante o texto, Wesley! Talvez o FFIII seja o jogo mais obscuro da série, já que a Square Enix demorou muito para lançar esse remake. As compilações com os episódios antigos do NES só incluíam I e II, o que achava muito estranho.

    Coincidentemente, estava parado há um tempão com umas 25 horas de jogo, e consegui retomá-lo ontem mesmo. O especial é um estímulo a mais para terminar logo. O original, mesmo o traduzido, nem me atreverei.

  10. @Alexei
    Tu cheogu a um ponto bacana. Se lançaram o 1 e 2 nos remakes, porque nao o 3? Será que era o medo da confusão entre o VI? Sei não, se fizessem isso, este titulo não seria tão obscuro. Apesar de tudo, ele é o meu titulo favorito no NES.

  11. Acho que nem tanto pela confusão, porque supostamente aconteceria o mesmo com o FFII de Famicom e o FFIV de SNES… Sei lá, acho que é preguiça mesmo. =P

    Se é o melhor, espero estar em vias de dar o meu veredicto.

  12. @Alexei
    Preguiça…o melhor argumento que pode ser dado até o momento, heheheh.
    Eu curto a versão de NES, proem devo dizer que evoluir no jogo é muiot complicado. São raros os inimigos que deixam uma quantia razoavel de experiencia, sendo que voce deve repetir a mesma batalha inumeras vezes. Certo que em RPGs fazer batalhas repetidamente é um clichê, mas a quantidade a ser feita para upar seu char é desumano. Mas ainda assim é o meu titulo favorito no NES. Nem sei porque…devo ser fanboy xD.

  13. Confesso que sou noob em Final Fantasy, mas venho aprendendo bastante com essa série, parabéns ae Wes, tá fazendo um bom trabalho!

    Só uma coisa, o FF “mais antigo” (não o primeiro) que eu joguei foi o FFV, e eu sempre achei que o V era o que tinha introduzido o sistema de jobs que seria usado em Tatics, mas vejo que já era possível trocar de classe no III.

  14. @Uehara
    Pois é cara. Mas isso é comum, muitas pessoas não conheciam este titulo, ai é normal pensar assim. Mas o esquema de jobs do FFV foi bem aprimorado, isso é ponto positivo para o jogo. E vou falar sobre ele em breve.

  15. Pois é tio Wes…

    O cartucho nunca foi lancado no Ocidente, assim como FF V, e por isso mesmo muita gente torce o nariz quando ve esse jogo.

    Ainda bem, que o lancamento dele para o NDS veio desmistificar alguns fantasmas do passado hehehe.

    Eu pessoalmente, prefiro o FF I a este.

    Mas tem seus méritos.

    funfa. kkkkk

    Congratulations pelo post.

    Agora capricha garoto!!!

    Nós, adolescentes imberbes nos anos 90 sabemos tudo de FF IV, entao, continue com a otima pesquisa!!!

    See ya!

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