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Capoeira Legends: entrevista com André Cariús, da Donsoft Entertainment

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cidocoelho_profileOlá internauta NoReset! Você que acompanha este blog diariamente percebeu que um dos textos mais procurados por aqui é um jogo brasileiro, que já é considerado um marco na história da indústria dos games no Brasil.

Capoeira Legends: Path to Freedom – Capítulo 1, que foi publicado anteriormente no NoReset pelo Gustavo Oliveira, foi e continua sendo o grande destaque na imprensa brasileira e internacional. Eu verifiquei no motor de buscas do NoReset, o jogo está na liderança dos assuntos mais procurados. Por isso, consegui uma entrevista – com exclusividade entre os blogs – com o presidente e fundador da Donsoft Entertaiment, André Cariús.

carius_donsoft2Instalados no Estado do  Rio de Janeiro, Cariús (foto), 29, e a equipe da Donsoft conseguiram o feito de criar um jogo que é dedicado a cultura brasileira e ao mesmo tempo, conseguiu mostrar como o Brasil tem capacidade de se tornar um gigante no mundo dos games. Isso porque temos que considerar que temos a pirataria como um grande inimigo dos publicadores brasileiros.

Mesmo com uma equipe pequena, o jogo Capoeira Legends mostrou que pode brigar como gente grande contra as publicadoras de games tradicionais do mundo dos games, trazendo um jogo com boa jogabilidade, gráficos e usando o conteúdo regional. E tudo isso, custando apenas R$ 30 para um gamer que gosta de uma boa aventura é uma boa pedida.

Equipe interna da Donsoft Entertainment, que está instalada no Rio

Equipe interna da Donsoft Entertainment, que está instalada no Rio

Mesmo com o tempo apertado –  segundo o André, está trabalhando mais de 16 horas diárias –  o  executivo da Donsoft respondeu as pergutnas enviadas por mim  na noite do Carnaval. Confira logo abaixo a entrevista exclusiva:

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NoReset: Conte para os leitores do NoReset  um pouco da Donsoft Entertainment.
André Cariús: A Donsoft é independente e 100% brasileira. A ideia veio em 1993, em Petrópolis (RJ), eu era um programador de 13 anos de idade, quando reuni um grupo de amigos e criamos uma “TechDemo” de um jogo “adventure 2D” para tentar comercializar. Porém, não conseguimos um publicador, apesar de ter recebido uma atenção especial do presidente da Brasoft, na época. Mas, acredito, que deve ter sido estranho para ele falar ao telefone com um “empreendedor” de 13 anos.

Ao longo do tempo as pessoas abandonavam o projeto, especialmente por serem muito novas – média de 13 a 15 anos de idade. Foi aí que percebi que precisava de dinheiro ou de algo que conseguisse manter um time para a conclusão de um projeto. Como dinheiro não era o forte, passei anos mantendo as pesquisas de tecnologia e design de jogos e em paralelo a isso estudei muito um modelo adequado que possibilitasse a criação de uma empresa independente e que fosse interessante societariamente para todos os envolvidos.

Com um modelo que valoriza trabalho e capital investido nas mesmas proporções (50% do capital social da empresa para cada um dos dois tipos de investimentos), a empresa foi oficialmente fundada em 2001. Passamos dois anos prestando pequenos serviços para empresas brasileiras.

Em 2003, convidei outros sócios (Como por exemplo o Diretor de Arte & Design, Guilherme Xavier; o Diretor Científico-Cultural, Jorge Ricardo Valardan Domingos e o Diretor de Tecnologia, Alexandre Bandeira) e direcionamos a empresa para a cultura e folclore brasileiros.


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NoR: Como nasceu a ideia de desenvolver o jogo de Capoeira?
AC:
Em 1989, quando tinha 9 anos de idade, comecei a estudar programação de computadores. E nessa época me tornei um grande fã de videogames e de histórias como Guerra nas Estrelas e Senhor dos Anéis. Aos 13 anos decidi que dedicaria minha vida à criação de jogos e que queria criar um universo tão rico como os dois citados. Após muitos anos de aprendizado, amadurecimento, trabalho, orientação e muita pesquisa, encontrei na Capoeira um tema completo o suficiente para que um universo de ficção bem fundamentado fosse criado.

A Capoeira é um esporte, uma arte, uma luta, uma dança e uma filosofia que na minha opinião traduz em si a essência do Brasil. E foi exatamente neste momento, por volta de 2003, que tive certeza que a Capoeira era o tema que busquei a vida inteira para construir um universo de jogos com o qual ainda pretendemos trabalhar muitos jogos. A decisão de tornar a Donsoft uma empresa focada em Cultura Brasileira foi de todos os sócios, mas podemos considerar o Diretor Científico-Cultural, Jorge Ricardo Valardan Domingos, como o principal responsável por este fato.

NoR: Como foi o desenvolvimento do jogo?
AC: Começamos o projeto em 2003. O tempo efetivo de desenvolvimento no produto final foi de 1 ano e meio. Porém, entre 2003 a 2009, está incluido uma profunda pesquisa sobre a Capoeira, pesquisa e desenvolvimento de ferramentas tecnológicas e técnicas de modelagem e animação; além de diversas tentativas sem resultado satisfatório com as várias tecnologias que avaliamos para desenvolver o jogo.

NoR: Como foi a consultoria do Mestre Vuê?

Mestre Vuê é um dos principais personagens do jogo

Mestre Vuê é um dos principais personagens do jogo

AC: Quando iniciamos o projeto, começamos a buscar uma boa consultoria de Capoeira para  mesmo. Fomos à Bahia e a outros locais com tradição na Capoeira e vimos que havia muitos trabalhos de qualidade por todo o Brasil, apesar de existirem muitos trabalhos claramente pouco fundamentados também.

 

A identificação com o Mestre Vuê ocorreu quando fomos vendo que por todo o Brasil existem mestres ótimos em diversas coisas. Alguns são muito técnicos, alguns tocam muito bem os instrumentos, outros têm um foco forte na Capoeira de Angola, fazem instrumentos de muita qualidade,  são muito fiéis às tradições de Mestre Bimba e da Capoeira Regional, desenvolvem um trabalho com o foco na disciplina ou conhecem muito bem a história da Capoeira. O Mestre Vuê reunia absolutamente todas essas qualidades e sua vida é a Capoeira. A Capoeira está presente em tudo que ele faz, em cada passo que ele dá, no ar que ele respira. E era exatamente isso que procurávamos.

Não que não existam outros mestres assim, temos certeza que devem existir, mas o fato é que somado a estes fatos a humildade e a forma que fomos recebidos pelo Mestre Vuê foram um diferencial fundamental. Desde o início ele disse uma única frase que reflete 100% de como trabalhamos: “Estou aqui para somar. Eu não luto Capoeira, Eu luto pela Capoeira”.

O Mestre Vuê ajudou em toda a consultoria histórica, nas músicas no jogo, nos movimentos dos personagens e sempre confiou em mim de forma plena, sem nunca sequer questionar quanto à sua participação nos lucros do jogo, o que naturalmente agora vamos fazer (Porque fazemos questão, já que por ele o que importa é somar à Capoeira e não o dinheiro). Tudo o que ele buscava e continua buscando é mostrar um trabalho de Capoeira de qualidade para o mundo, seja em suas aulas ou agora através do jogo do qual ele participa.

É importante ressaltar que um Instrutor de Capoeira, Hugo Freitas, filho de Mestre Vuê, acompanhou a criação de cada um dos movimentos de perto e é um dos sócios-colaboradores internos da Donsoft.

Gunga Za é o outro protagonista de Capoeira Legends

Gunga Za é o outro protagonista de Capoeira Legends

NoR: Como o público tem recebido a chegada dessa nova proposta de jogo, que tem a cultura brasileira como a temática principal?

 

AC: Como infelizmente alguns brasileiros nem sempre dão valor à nossa cultura, esperávamos uma grande repercursão internacional e uma repercursão nacional muito menor.

Internacionalmente ainda não começamos a divulgar muito e já há alguma repercursão, mas o fato é que estamos bastante felizes sobre a repercursão nacional que o jogo está tendo, que foi 100% espontânea.

Existem elogios e críticas e todos são muito bem vindos. Ficamos felizes com os elogios e tentamos melhorar com o que lemos nas críticas construtivas e fundamentadas.
 

Temos grande interesse em publicar o Capoeira Legends completo para algum console ou talvez outro jogo da série. Inclusive vamos procurar a Tec Toy para conversar sobre o Zeebo.

NoR: Não seria mais fácil fazer uma temática, digamos, tradicional? Como um soldado espião dos norte-americanos que vai tentar evitar uma guerra no Iraque, por exemplo?

AC: Respeitamos as escolhas de todas as outras empresas de jogos brasileiras e o que faz o mercado de jogos ser tão fantástico é sua diversidade, não tenho dúvidas disso. Porém, a Donsoft escolheu um foco para ter como seu diferencial e é exatamente nessa linha que vamos nos manter. A cultura e o folclore brasileiros fazem parte de nossa missão como empresa.

Seria sim mais simples fazer um jogo sobre os temas tradicionais, assim como fazer um FPS ou algo tecnicamente menos desafiador. Porém, nós buscamos fazer aquilo que consideramos importante para o país e para seu espaço no mercado internacional de jogos.
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NoR: A Overplay, que é uma produtora brasileira, criou o I Wanna be a Popstar, para o Nintendo DS. A Donsoft não pensa em criar o Capoeira Legends para alguma plataforma da nova geração?
AC: A Donsoft tem um grande interesse em publicar o Capoeira Legends para outras plataformas (Wii, PS3,  Xbox 360, Nintendo DS, PSP etc.). Porém, nosso foco atual está no desenvolvimento do segundo e capítulo e antes de tudo vamos lançar os 3 primeiros capítulos neste ano para PC.

Logo em seguida, em 2010, temos grande interesse em publicar o Capoeira Legends completo para algum console ou talvez outro jogo da série (Sim, já temos o roteiro). Inclusive vamos procurar a Tec Toy para conversar sobre o Zeebo.

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A Donsoft escolheu um foco para ter como seu diferencial e é exatamente nessa linha que vamos nos manter. A cultura e o folclore brasileiros fazem parte de nossa missão como empresa.


NoR: Apareceu alguma grande fabricante de console interessada ou alguma produtora para dar apoio ou fôlego para algum novo  jogo?

Estamos em contato com um grande fabricante de consoles internacional, estudando a possibilidade do lançamento do Capoeira Legends: Path to Freedom para um de seus consoles.

Porém, ainda é muito cedo para que haja alguma conclusão e não podemos divulgar nenhuma informação sobre o assunto.

NoR: Após a publicação dos três capítulos do Capoeira Legends, vocês pensam em um novo jogo com uma nova temática brasileira?  Como seria? Talvez, uma Guerra do Paraguai ou até mesmo a Guerra dos Farrapos… Acho que renderia jogo, hein?
AC: Sem dúvidas são excelentes temas! Porém, já temos as metas dos próximos anos bem definidas. Já avaliamos outros temas e estamos em negociação quase fechada com uma iniciativa tradicional profundamente relacionadas à cultura brasileira. Porém, infelizmente, não podemos divulgar nada antecipadamente.

É importante ressaltar que apesar de ser possível trabalharmos em outros produtos, nosso foco é e será por muitos e muitos anos a série de jogos Capoeira Legends e no que depender de mim, como presidente da empresa, este será um produto que continuaremos desenvolvendo para todos os videogames no futuro para o resto da história da empresa – que esperamos que dure até o fim de nossas vidas.

O Capoeira Legends: Path to Freedom, que está dividido em 3 capítulos, é apenas o primeiro título de uma série de jogos deste universo.

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Estamos em contato com um grande fabricante de consoles internacional, estudando a possibilidade do lançamento do Capoeira Legends: Path to Freedom para um de seus consoles.

NoR: Como CEO da Donsoft, você deve ter observado que lá fora e até mesmo por aqui, as produtoras grandes estão comprando as  pequenas – cito como exemplo a Ubisoft que comprou a gaúcha Southlogic Studios – como que você enxerga o mercado de games  nessa crise e principalmente no Brasil?
AC: Acreditamos nas iniciativas independentes. Por mais que a fragilidade financeira seja maior, nada vale mais do que a liberdade de criar aquilo que acreditamos transmitir as mensagens positivas que queremos transmitir.

Já conversamos com muitos investidores e sabemos que toda empresa que cresce tende a receber ofertas para ser comprada por alguma grande produtora. Seria imaturo dizer que estamos fechados a qualquer proposta no futuro. Porém, não faz parte de nossos objetivos e vai contra nossas direções atuais.

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NoR: Como você enxerga o mercado de games brasileiro?
AC: O Brasil desenvolve jogos há muitos anos, há muito mais tempo do que alguns pensam, pelo que me consta – se não me engano, desde 1982 – e apesar de ainda não ter uma fatia expressiva no faturamento mundial da indústrial de jogos, não tenho dúvidas de que está caminhando para isso com uma grande variedade de novos títulos com alto padrão de qualidade.

O país possui ótimo conhecimento tecnológico em suas universidades, uma criatividade absurdamente alta, uma versatilidade acima dos níveis mundiais e é capaz de fazer muito com pouco. O que nos faltou por muitos anos foram iniciativas que conseguissem se manter com o pouco volume de incentivos que o mercado ainda tem no país. Porém, algumas iniciativas independentes e outras contando com investidores privados que estão percebendo o poder deste mercado, estão, na minha opinião, inserindo o país em um rumo de sucesso no mercado internacional.

Além disso, incentivos governamentais mais fortes estão surgindo e apesar de a Donsoft não ter sido contemplada com nenhum, ficamos muito felizes de saber que o governo está começando a voltar seus olhos para o poder dos jogos, a mídia interativa que transformou o mundo. Vejo dezenas de empresas de jogos desenvolvendo um bom trabalho e torcemos pelo sucesso de todas! Acho que importantes passos têm sido dados. Agora temos que lutar juntos contra a pirataria, contra o preconceito com as empresas brasileiras que existe especialmente aqui no Brasil e utilizar o conhecimento profundo de nossos gamers (Estamos entre os melhores do mundo na maioria das modalidades do e-sport) para criar jogos cada vez melhores.

Na Donsoft 90% da equipe é formada por jogadores realmente hardcore. Dentro da empresa tem desde campeão brasileiro de Counter Strike Source até viciados em World of Warcraft com 30 personagens level 80. Em termos de console, todos os sócios e funcionários têm algum console. Temos até o caso de um que tem PS3, Wii, Xbox 360, PSP, Nintendo DS e PC (risos).  Fora um grande campeão mundial de Time-Attack, que faz parte da equipe Design.

A maioria na empresa é muito fã de Nintendo e fazemos alguns campeonatos de diversos jogos de Nintendo Wii com frequência. Eu, particularmente jogo vídeogame  e computador desde 1985 e passei por quase todos os consoles que existiram… Acredito que videogame já faz parte de nossa cultura e com isso tornar videogame parte de nossa economia é uma consequência natural.

NoR: Obrigado pela entrevista! Qual é o recado ou mensagem que você gostaria de passar para o povo noresetiano?
AC: Antes de tudo eu gostaria, em nome de toda a Donsoft, de parabenizar o NoReset pelo conteúdo sempre atualizado, inovador e bem editado. Gostaríamos também de agradecer pela oportunidade de apresentar um pouco de nosso trabalho aqui.

Agradecemos também a todos que estão elogiando e criticando nosso jogo. Ficamos muito felizes com os elogios e estamos buscando aprender o máximo com as críticas construtivas e fundamentadas para melhorar cada vez mais a qualidade de nossos produtos.

Por fim, convidamos o Brasil e o mundo a conhecerem o Brasil, nossa cultura e história sob uma nova perspectiva, o Capoeira Legends: Path to Freedom. Acreditamos que temos uma mensagem muito positiva para levar a todos com este jogo.

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DONSOFT ENTERTAINMENT

Origem: Petrópolis/RJ
Site:
www.donsoft.com.br
Fundada em 2001
Empregados: 19 

Membros que desenvolveram o primeiro capítulo de Capoeira Legends: Path to Freedom

Presidente e Fundador: André Cariús 
Diretor de Artes e Design: Guilherme Xavier
Diretor de Tecnologia: Alexandre Bandeira
Diretor Cultural e Científico: Jorge Ricardo Valardan Domingos
Designers: Alberto Renzo, Mário Azevedo, Marcus Feital, Leonardo Pereira e Gabriel di Stasio
Programadores: Vinícius Leite e Wellington de Oliveira
Lead Tester : Rômulo Silva
Tester: Márcio Moreira
Consultoria de Capoeira: Mestre Vuê e Hugo Freitas
Site da Escola de Capoeira Água de Beber:  
www.aguadebeber.com.br
Site do jogo: www.capoeiralegends.com

——

UPDATE:

PARTICIPE DO NOSSO CONCURSO CULTURAL CAPOEIRA LEGENDS. ESCREVA UMA FRASE SOBRE O QUE VOCÊ FARIA PARA CONSEGUIR O JOGO.

A MELHOR FRASE, QUE SERÁ ESCOLHIDA PELA DONSOFT, VAI GANHAR UMA UNIDADE DO JOGO CAPOEIRA LEGENDS: PATH TO FREEDOM E UMA CAMISA MUITO BACANA!

O QUE ESTÁ ESPERANDO? É SÓ ATÉ O DIA 08 DE MARÇO!

MAIS INFORMAÇÕES AQUI!

BOA SORTE!

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14 Respostas

  1. gostei da postura desse cara. tomara que esse mercado vá pra frente por aqui.
    os graficos do jogo parecem muito bons.

  2. […] Capoeira Legends: entrevista com André Cariús, da Donsoft Entertainment […]

  3. Engraçado que eu ia mesmo falar pra você fazer uma entrevista com os caras.

    Quero agradecer ao André pela entrevista bem informativa e por dedicar o tempo livre ao NoReset.
    Aparentemente, o game tem um potencial incrível tem tudo para emplacar.

    Agora só resta a Donsoft enviar pra gente duas cópias do game: uma pra gente testar e uma pra gente sortear pros leitores hahaha.

    Abraços galera.

  4. Opa, idéia boa. O jogo promete, já que sempre temos menção ao Brasil, só que mal feita em outros jogos.

  5. Finalmente encontramos pessoas que valorizam
    a nossa cultura,nossas raizes.

    Parabéns a equipe da donsoft .

  6. parabéns pela entrevista Cidão, mto boa!
    e é bom empresas de games que valorizem a cultura brasileira. tomará que criem mais e mais jogos com esse tema.

  7. Gostei da reportagem, vou fazer a compra por download pra testar o jogo. Acho que devemos apoiar a iniciativa pra indústria crescer. Podem contar com meus R$29,90 e espero que cada vez mais façam jogos melhores. Chega de ficar pagando pau pra americano….

  8. Palmas de pé para o André e sua equipe, viu? Isso é um baita motivo de orgulho para a comunidade gamer brasileira. =)

  9. O Brasil ainda esta “engatinhando” nos games, um trabalho como esse é ótimo para promover nosso país que é visto apenas como pirataria e tudo mais! O jogo pode não ser perfeito , mas quantos países de 3ºmundo produzem jogos???
    Sucesso ai pra donsoft, e parabéns pela reportagem! :]

  10. Não só por ser produzido no Brasil, mas também por ser diferente, esse jogo promete. Não seria a mesma coisa se o jogo fosse simplesmente uma cópia de algum jogo conhecido, e esse Capoeira Legends parece ser original, o que é ótimo.

    Agora, a sacanagem maior é se alguém piratear esse jogo…

  11. Legal pra caramba! Gostei do fato da empresa ser brasileira e de usar a capoeira na história!

  12. Muito boa a entrevista! Esse cara vai longe!

  13. Ótima entrevista kra e foi como você comentou lá no http://www.ingameaddiction.com/2009/02/capoeira-legends-mais-um-game.html é gratificante ver que o mercado brasileiro tem tanta gente boa e que os caras estão prontos para arrebentar, isso provavelemente é toda uma galera que começou fazendo advergames e games para celular e agora estão criando o seu sonho, muito bacana mesmo. Outro exemplo disso é o pessoal que criou o Taikodom.

  14. […] Capoeira Legends: entrevista com André Cariús, da Donsoft Entertainment […]

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