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Seção Retrô: Quando um homem e uma aranha se misturam e não resultam no homem-aranha.

 

Hoje falarei (na verdade estou escrevendo, mas vocês entenderam o que quero dizer) de um game meio lado B do PSone: Spider: The Videogame.

 Ficha técnica

Produtora: BMG Interactive Entertainment 

Desenvolvedora: Boss Game Studios 

Ano de Lançamento: 1996 

Número de jogadores: 1 

Nota NoReset: 7,5  

 

 

 

Esse é um game meio estranho, com uma premissa mais estranha ainda: Um cientista desenvolveu uma “ciber-aranha” de laboratório, que podia ser controlada com a mente, através de um equipamento específico. Mas é claro que, um dia, essa brincadeira de brincar de aranha teria que ter uma conseqüência. E teve. Ladrões invadiram o laboratório do doutor “aspirante a homem aranha”, atiraram nele e roubaram o equipamento de transferência mental. Resultado: A consciência do cientista ficou presa na aranha. Seu objetivo enquanto aracnídeo é mover suas oito patas peludas para resgatar o equipamento e recuperar sua forma normal.

Falando assim pode parecer até meio bobo não é mesmo? Não. Posso garantir a você, caro leitor, que Spider: The Videogame é um jogo di-fí-cí-li-mo (pelo menos para a época, era). Enquanto caminha pelas fases, divididos em seis áreas principais: laboratório, fábrica, cidade, museu, esgotos e laboratório da gang inimiga, você encara as mais diversas armadilhas e inimigos cibernéticos ferrenhos dispostos a acabar com a sua raça e arrancar um de seus muitos olhos (embora a aranha que você controla só tenha dois. Vai entender…). A parte mais legal é que, para acabar com os inimigos em questão, você conta com armas que encontra ao longo dos estágios para acoplar à sua tarântula: Lança-mísseis, lança-chamas, metralhadoras, bombas, minas entre outros dão o ar de sua graça ao game.

Embora criativo, Spider não é lá um game muito bonito. Gráficos pixelados, foscos e borrados tornam sua tarântula muito parecida com “uma bolinha com pernas”. Os cenários são diferentes, alguns, como o laboratório por exemplo, não são tão bonitos como o museu por exmplo. Veja a telinha aí ao lado e você  pode conferir. Pelo menos a jogabilidade é simples: A ambientação do game é 3D, mas a jogabilidade 2D. Os comandos são fáceis e controlar a aranha é muito bacana, já que a resposta é bem rápida.

A nota 7,5 que atribuí ao game deve-se ao fato dos gráficos meio estranhos e da dificuldade imensa. Mas, desconsiderando esses quesitos mais técnicos (Eu não ligo para os gráficos se o game for realmente bom, embora se o game for completo, é melhor, claro), nunca foi tão divertido andar em paredes e brincar de aranha. Pode ter certeza.

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4 Respostas

  1. você ten dicas

  2. eu queria auguma dica desse jogo

  3. Posso conseguir Marcos…
    Aguarde.

  4. Marcos:

    Segue dicas:

    Para recuperar energia a qualquer momento do game, você deve pausar e entrar com a seqüência: ▲, x, x, x, ●, x , ■, ▲, x, ▲,●.

    Já para ir para a última fase do game, digite a seguinte password: R7KB3Y118H56T1WTY4R4

    Obrigado por acessar nosso blog.

    Tô falando:
    NoReset. Fuleiragens e chinelagens, é só aqui!

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